sexta-feira, 30 de março de 2012

Ser Feliz ou Ter Razão (Inteligência Emocional)


Oito horas da noite, atrasado, o casal segue para um jantar na casa de amigos. Tanto o endereço quanto o caminho são novos, mas a esposa teve o cuidado de conferir o mapa antes de sair.

O marido dirige, enquanto ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda, porém ele tem certeza de que deve virar à direita.

Uma pequena discussão se inicia, mas ela deixa que ele decida o que fazer.
Ele então vira à direita, mas percebe que estava errado.

Com certa dificuldade, ele admite o erro, enquanto faz o retorno.
Neste momento sua esposa sorri e diz:

- Meu bem, não há nenhum problema em chegar um pouquinho atrasado.
- Mas se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, porque não insistiu um pouco mais? – Perguntou o marido.
- Bem, entre ter razão e ser feliz, eu prefiro ser feliz. Nós estávamos à beira de uma discussão, e se eu insistisse um pouco mais, teríamos estragado nossa noite.
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Antes de apenas reagir às situações, faça a você mesmo duas simples perguntas: Qual é o meu objetivo? Esta atitude que estou prestes a tomar me coloca mais perto ou me afasta dos meus objetivos? Se sua resposta para esta última pergunta é “me afasta dos meus objetivos”, então descarte-a; prefira ser feliz.
Isso vale para qualquer área de nossas vidas. Se você saiu de casa para se divertir, divirta-se. Se está no trabalho para fazer o seu melhor, faça-o, se viajou para relaxar, então relaxe. Não deixe que situações inesperadas lhe causem sentimentos ou emoções que o afastem de seus objetivos. Nós gastamos muita energia para demonstrarmos que temos razão, quando deveríamos usá-la para conquistar aquilo que realmente desejamos. Afinal, o que você prefere: Ser feliz ou ter razão?
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Inteligência Emocional é a capacidade de manipularmos nossas emoções de forma que elas trabalhem a nosso favor e nos levem mais perto de nossos Objetivos. (Marco Fabossi)
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Fonte: http://www.blogdofabossi.com.br

quinta-feira, 29 de março de 2012

Inteligência Emocional




Em Um Mercado de Trabalho Competitivo, os Mais Inteligentes Levam Vantagem? O Que Faz Uma Pessoa Ter Sucesso? O Que é Inteligência Emocional?

Estudiosos do comportamento humano há décadas vêm discutindo a relação existente entre o sucesso profissional de uma pessoa e a sua própria inteligência cognitiva (pode ser medida, através do Quoeficiente de Inteligência - QI). Dessa forma, esses especialistas publicaram uma pesquisa onde alguns fatos sobre a inteligência humana são surpreendentes:
·       Um determinado físico nuclear de renome internacional era capaz de resolver equações incrivelmente elaboradas e, no entanto, essa mesma pessoa não era capaz de somar 126 mais 53 de cabeça.
·       Certo pintor de telas famosas não era capaz de amarrar os próprios sapatos e, muito menos, dar um nó em sua própria gravata sem o auxílio de outra pessoa.
·       Determinado engenheiro civil que constrói viadutos, pontes e estradas não era capaz de armar sua própria barraca de camping, em tempo hábil.
Dentre outras conclusões, a pesquisa demonstrou que essas pessoas não podiam ser consideradas “burras”, pois elas eram extremamente habilitadas em outras ciências e muitas áreas do conhecimento humano.
Ao final da pesquisa constatou-se existirem vários tipos de inteligência, além da própria inteligência cognitiva e, em função disso, percebeu-se a necessidade de as organizações adotarem abordagens mais competentes a fim de mexer com o ponto mais sensível das empresas. Ou seja, a mente humana.
Observa-se que tudo isso é um grande desafio vivenciado pelas lideranças empresariais, pois não existem decisões fáceis de serem tomadas ao lidar com pessoas.
Na verdade, tudo o que ocorre nas organizações é reflexo das projeções das nossas próprias mentes e, conforme esses estudos, as estruturas mentais se compõem de três (3) campos mentais básicos:
·       O Campo Conceitual: Raciocínio, Verbal, Lógico-Analítico, Cálculo, Classificações, Conceitos, Conhecimentos, Crenças, Valores, Referências.
·       O Campo Intuitivo: Intuição, Sensibilidade, Criatividade, Sabedoria, Afetividade, relacionamentos, Sentimentos, Artes, Música, Humor, Elegância, Fé, captação de Clima.
·       O Campo Operacional: Prática, Planejamento, Ação, Negócios, Ter, Fazer, Eficiência, Organização Pessoal.
Porém, o que mais chamou a atenção dos cientistas comportamentais é que existia um tipo de inteligência que estava presente na maioria das pessoas de sucesso que foram pesquisadas: _ a Inteligência Emocional.
Descobriu-se que somente as habilidades técnicas não eram suficientes para uma pessoa alcançar o sucesso profissional, pois essas habilidades não são suficientes para se exercer liderança nas organizações. E a Inteligência Emocional contribuiria muito mais para as pessoas obterem o sucesso do que apenas a Inteligência Cognitiva.
Mas, qual é o perfil de uma pessoa emocionalmente equilibrada? A pesquisa descobriu que as pessoas possuidoras de Inteligência Emocional são aquelas que gostam de assumir riscos calculados, que pensam positivamente e têm coragem de errar.
Além disso, as pessoas com Inteligência Emocional são pessoas transparentes, seguras de si e que se comprometem com os resultados empresariais. São pessoas que têm orgulho da profissão que exercem, tomam decisões rapidamente e não têm medo do que os outros pensem a seu respeito.
As pessoas emocionalmente equilibradas participam da comunidade onde vivem, ajudando os outros no trabalho e compartilhando seus conhecimentos. Elas sabem ouvir os outros, são bons comunicadores e não se furtam a aconselhar os mais carentes de informações.
É uma pessoa ética, que tem o domínio de si própria e sempre age com entusiasmo.

Fonte: www.qualidadebrasil.com.br -Colunista: Julio Cesar S. Santos