segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Palestra dia 30.09 para Secretárias da SAEB-Secretaria da Administração do Estado da Bahia

Mais uma vez, comemorei o Dia do Profissional de Secretariado-30 de setembro dando uma palestra, e este ano foi para os Profissionais da SAEB-Secretaria da Administração do Estado da Bahia.
Obrigada Senhor! por ter me permitido mais uma vez fazer o que gosto, compartilhar conhecimento com a categoria secretarial da qual tenho orgulho de pertencer.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

30 de setembro - Dia do Profissional de Secretariado


Setembro - Mês para festejar e refletir sobre a profissão
O mês de setembro e, particularmente, o Dia 30 de setembro é o dia em que se comemora a Profissão no Brasil. Porém, esse mês ficou pequeno para celebrar a importância e o crescimento da Profissão.
Com tantos eventos acontecendo, com 26 anos de regulamentação da profissão, só devemos e podemos entender que o Profissional de Secretariado, dia após dia, cativa e consegue novos destaques no mercado de trabalho.
 Provamos e comprovamos que o fim da profissão é um mito já deixado no passado e esta conquista é resultado do trabalho sério, que cada profissional de Secretariado realiza e que deixa marcas de sucesso, competência, dedicação e entusiasmo.
 Parabéns, Profissional de Secretariado!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

AGENDA PARA O MÊS DO PROFISSIONAL DE SECRETARIADO

16 e 17 de setembro - 4º ENSEC - Catussaba Resort Hotel
23.09 - Treinamento Profissionais de Secretariado da UNEB-Universidade do Estado da Bahia
30.09 - Palestra  SAEB - Secretaria da Administração do Estado da Bahia
05.10 - Palestra  UFS -Universidade  Federal de Sergipe

domingo, 25 de setembro de 2011

Veja os 10 sinais que indicam que sua carreira não anda bem


Você sabe quais são os sinais que podem indicar que talvez seja hora de mudar? Sugestão é identificar problema o mais rápido possível.

Ao longo da trajetória profissional, é preciso observar diversos aspectos para se certificar de que tudo está indo bem. Fazer reflexões de tempos em tempos, definir metas, objetivos e elaborar um plano de carreira são fundamentais para alcançar o sucesso.

Em algum momento da trajetória, no entanto, alguns sinais podem indicar que a sua carreira está com problemas e que talvez seja hora de mudar. De acordo com a consultora da DM Especialistas, Giuliana Hyppolito, embora isso seja mais frequênte com os mais jovens, pode ocorrer com qualquer profissional em qualquer momento da vida.

A principal orientação é constatar o mais rápido possível que não é isso que você quer fazer, assumir o desejo de mudar e elaborar o plano da virada. Isso é importante, pois, segundo Giuliana, muitos profissionais passam anos com dúvidas e, quando decidem tomar a decisão fazem de forma impulsiva, sem estratégia, o que pode gerar muita frustração.

Com isso em mente, observe os 10 sinais que indicam que pode ser a hora de mudar:
1- Quando as metas individuais não são atingidas - para conquistar uma carreira sustentável, é preciso que o profissional passe constantemente por um processo de avaliação das suas metas. Nesse sentido, quando se constata que as metas individuais não estão sendo atingidas e que falta de capacidade não é o problema, é possível que o profissional esteja diante de um sinal que indica que sua carreira não está bem.
Diversos fatores podem explicar por que o profissional não foi capaz de atingir suas metas, no entanto, quando isso se torna frequente e ano após ano não se observa melhora, o problema pode estar na carreira escolhida.
2- Insatisfação frequente em relação ao dia a dia – esta questão está diretamente ligada à motivação individual. Observe os fatores que afetam sua vontade de trabalhar. Se o salário está compatível, se você não vê seu chefe como um problema, se você tem oportunidade na empresa, mas mesmo assim existe uma insatisfação ao ir trabalhar, novamente, isso indica que há algo de errado.
Segundo Giuliana, por conta dessa insatisfação, o profissional começa a perder os prazos, passa a deixar os trabalhos em segundo plano. “Ele não abraça mais a causa da empresa”.
3- Novos interesses – é de se esperar que um profissional da área de finanças tenha muito mais interesse nos assuntos relacionados a essa área do que em qualquer outra. O problema é quando a área de marketing, de vendas ou até de recursos humanos começa a chamar muito a atenção deste profissional.
Observe que se interessar por outras áreas dentro da empresa não é negativo e pode até melhorar a performance do profissional dentro da sua área, por ajudá-lo a desenvolver uma visão holística. O fato é que, quando as demais área passam a ser mais interessantes e o profissional se aprofunda nos outros assuntos que não os referentes à sua área, é um sinal claro de que sua carreira precisa ser repensada.
4- O trabalho do outro é mais interessante – na mesma linha do item anterior, aqui o profissional passa a achar os projetos das outras áreas da empresa mais interessantes e até mesmo mais importantes para a organização. Giuliana alerta para esse tipo de avaliação, sugerindo que deve servir de alerta se o indivíduo achar que seu trabalho não tem tanto valor quanto o dos demais.
5- Esperando que as coisas mudem- Giuliana lembra que, mesmo com dúvidas, os profissionais ficam nas empresas e seguem o plano de carreira na esperança de que surjam oportunidades em que eles possam fazer o que realmente gostam. A sugestão é: se você já sabe que não é aquilo que o motiva, não insista na esperança de “um futuro diferente”, pois, na maioria das vezes, ele não acontece.
6- Perda da autoconfiança – quando a carreira não vai bem, os profissionais usualmente perdem a confiança em suas habilidades e competências. Surge então uma forte desconfiança em relação aos seus próprios conhecimentos. “O profissional começa a se sentir incapaz e consequentemente passa a errar mais”, observa Giuliana.
7- Projetos pessoais se sobressaem – é saudável e estimulante desenvolver projetos pessoas, separadamente daquilo que é feito no seu ambiente de trabalho. No entanto, quando uma atividade que sempre ficou em segundo lugar começa a dominar o pensamento e o interesse do profissional, pode ser um sinal de que a carreira precise de mudança.
8- Gaps comportamentais – mudanças de comportamento também são sinais claros de que talvez haja algo errado e, portanto, devem ser observadas. Giulina explica que um caso clássico de um sinal de que a carreira não anda bem é quando um profissional que nunca teve problema de relacionamento começa a brigar constantemente.
Outro desvio de comportamento é quando o colaborador se afasta da equipe e vai se tornando mais individualista. De forma geral, fique atento, caso apresente desvios de comportamento nunca antes observados.
9- Evita se envolver em assuntos profissionais - as pessoas passam a maior parte de seu tempo no trabalho. Faz sentido, portanto, as conversas que travam com amigos, parentes e colegas de trabalho estarem relacionadas ao trabalho que desenvolvem. O profissional que está passando por um processo de mudança vai tentar sempre fugir desse tipo de assunto.
Tudo que estiver ligado ao contexto corporativo não será mais do seu interesse, podendo até mostrar irritabilidade quando a conversa não toma outro rumo. Fique atento a esse sinal: ele pode estar indicando que é hora de mudar.
10- Feedbacks não fazem mais efeito - o objetivo principal do feedback é desenvolver o profissional. É o momento no qual as questão relacionadas à sua performance são levantadas e um plano corretivo é proposto. O mais interessado nesse momento é o próprio profissional, pois é a oportunidade de se desenvolver e crescer dentro da empresa.
Não se interessar pelo feedback é um claro sinal de que sua carreira não anda bem, já que carreiras em processo de desenvolvimento exigem esse retorno.

Fonte: Administradores

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Profissão de Secretário: tendências para 2030


É notório o crescimento e o constante reconhecimento que o profissional de Secretariado vem adquirindo desde a regulamentação da profissão em 1985. Este profissional hoje possui uma gama variada de responsabilidades e atua nas mais variadas áreas. Cada vez mais observa-se que além de ser “multitarefa”, o(a) secretário(a) que preza pela (meta)competência também deve acompanhar o mercado, desenvolver sua habilidade com idiomas, estando atualizado com os acontecimentos de seu estado, país, mundo - e não somente ao que diz respeito à sua área, e também atento às inovações tecnológicas e seu impacto e interferências no mundo atual.

Com isso, percebe-se que assim como a profissão tem sido cada vez mais valorizada ao longo dos anos, também aumenta proporcionalmente o nível de expectativas e exigências acerca da atuação do profissional de Secretariado; a exemplo de uma razão matemática, também aumenta seu espaço ocupado no mercado. Tudo isso contribui para o desenvolvimento da profissão como um todo e agrega valor àquele profissional que genuinamente busca o conhecimento, participa de cursos de atualização e procura seu envolvimento com as novidades tecnológicas, compreendendo a interação destas com sua própria imagem e inserção no mercado, tendo em vista a eclosão das “redes sociais”, que podem tornar-se uma importante ferramenta de trabalho aos que souberem utilizá-las.

Em seu texto no site “Administradores, o portal da administração”, Julio Cezar Cardoso, conferencista, consultor de empresas e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro escreveu um artigo no qual coloca o futuro das secretárias em xeque, considerando os avanços tecnológicos que poderiam tirar a “utilidade” da secretária das empresas. Cita que o “futuro” alternativo para o profissional de secretariado seria gerenciar equipes, atuando como facilitadora no auxílio à tomada de decisões do executivo. Como profissionais de secretariado poderíamos dizer que o texto - publicado em outubro de 2010 – na verdade expõe como “futuro” o que já é realidade na maior parte das empresas que já apreendeu o verdadeiro papel do profissional de Secretariado. Porém, por meio desse texto, podemos observar como é ainda longo o caminho para o alcance total dessa apreensão.

Tendo essa referência como padrão de realidade do profissional de secretariado nos dias de hoje, pode-se concluir que daqui a 20 anos o papel da secretária estará infinitamente mais amplo. Considero que haverá uma atuação muito mais próxima à área de Tecnologia da Informação, haja vista a necessidade contínua e imperativa de transmissão e troca de informações, processos estes que se dão de maneira cada vez mais tecnológica.

Nos anos 80 e 90, “The Jetsons” era um desenho animado futurista, no qual, apesar de estereotipar demasiadamente os papéis já conhecidos de “dona de casa” e “pai de família”, ilustrou muito bem o que imagino que possa se tornar a realidade de trabalho daqui a 20 anos. No desenho, o pai, George Jetson, recebia um chamado através de uma tela que surgia toda vez que seu chefe precisava falar com ele. A maior parte dos contatos retratados entre chefia e funcionário se dava de maneira virtual. Percebo o assessoramento exercido pela(o) secretária(o) muito próximo a isso em 2030. Não haverá mais tanta necessidade do assessoramento presencial quando existem tecnologias que podem manter o profissional virtualmente conectado a qualquer pessoa a qualquer hora.

Isso poderá abrir um leque de possibilidades de atuação aos profissionais que se adiantarem em investir em seu capital intelectual/tecnológico, pois estarão aptos a prestar assessoria a diversos executivos, de diversas partes do mundo e de diferentes áreas, atuando, dessa forma, de maneira mais autônoma.

Obviamente que para tanto o profissional deverá estar em constante aprimoramento, buscando conhecer sobre diversas áreas e novidades tecnológicas. Na obra “Metacompetência”, Mussak (2003) cita que o conhecimento já não é por si só sinônimo de competência, mas é componente fundamental e o que mais necessita ser reposto. Também menciona Peter Drucker que criou a expressão “trabalhadores do conhecimento”, os quais são profissionais que além de serem fornecedores de conhecimento, têm que diariamente aprimorar-se em relação às novidades que surgem, especialmente as tecnológicas.

Essa já está se tornando a realidade do profissional de Secretariado. Imaginemos como será então para o profissional de 2030 que, sozinho, irá assessorar virtualmente um executivo do ramo de tecnologia no Japão, outro do ramo automobilístico nos Estados Unidos e outro da área de Esportes no Brasil? O escritório será virtual, e o assessoramento se dará através de monitores 5D, que transmitirão em tempo real tudo que o profissional de secretariado precisará repassar ao seu executivo.

Surge então o conceito de “Metanóia”, no conceito de Tranjan (2002), como uma nova maneira de enxergar a realidade, é a transformação, livrando-se dos entulhos a fim de liberar o espaço para o novo. Um pensamento superior sobre o mercado, os negócios, clientes, liderança e equipe. Será esse conceito que passaremos a ter que desenvolver: a busca pelo novo, pela mudança.

O profissional de Secretariado pode alcançar tudo isso. Basta dedicação e estudo. As ferramentas já as possuímos, basta a vontade de sair do status quo e alçar novos voos. A ordem agora, além de ser metacompetente, também é ser metanóico. O profissional de Secretariado irá tornar-se símbolo de arrojo, inovação e flexibilidade. Rumo a 2030!!


Referências: JULIO CEZAR CARDOSO. O futuro das secretárias em xeque. Disponível em: . Acesso em: 23 jun. 2011.

MUSSAK, Eugenio. Metacompetência: Uma nova visão do trabalho e da realização pessoal. São Paulo: Gente, 2003.

TRANJAN, Roberto Adami. Metanóia: Uma história de tomada de decisão que fará você rever seus conceitos. São Paulo: Gente, 2002
Autora:
Caroline Vidal Cabezas, estudante do curso de pós graduação: MBS - Gestão de Pessoas e Processos, Especialização em Secretariado - Convênio CESUSC/SINSESC, em Florianópolis (SC).

domingo, 7 de agosto de 2011

Separe bem quem você é do que você faz. Seja resiliente!

Não basta ter capacidades técnicas como uma segunda língua, uma formação acadêmica e uma especialização reconhecidas, se suas habilidades emocionais não são devidamente trabalhadas. E, para isso, é necessário saber trabalhar sua capacidade de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Porque, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam com extrema competitividade por metas e resultados, o estresse é a realidade observada nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho.
As corporações buscam profissionais dotados da capacidade de se adaptarem a esse ambiente conturbado na busca de constantes resultados, para atender a essa realidade. E o profissional resiliente é que se destaca, por ser capaz de lidar com serenidade com o estresse e as adversidades cotidianas, decorrentes do ambiente de trabalho, moldando-se a cada situação e recuperando o seu estado original.
Resiliência vem da Física e se refere à propriedade dos elementos acumularem energia quando exigidos ou submetidos à extrema pressão, voltando em seguida ao seu estado original, sem qualquer deformação, como um elástico. O grande Aurélio descreve a resiliência como “a capacidade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de uma deformação elástica”.

O equilíbrio humano é como a estrutura de um edifício. Se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras, como doenças psicossomáticas. Essa é a importância da flexibilidade, característica principal do profissional resiliente.
Assim, pode-se considerar que a resiliência é a capacidade do ser humano de enfrentar e superar problemas e adversidades de maneira racional, buscando sempre soluções mais adequadas.

Se você ainda não é resiliente, atente-se. Um profissional resiliente, quando submetido à situação de estresse, a administrará de maneira sensata, sem impulsividade, visualizando o problema como um todo. Essa capacidade certamente lhe proporcionará forças para enfrentar a adversidade e o tornará capaz de apresentar soluções criativas e eficazes.

Uma vez, pude conhecer algumas dicas que me ajudaram no processo (constante) de trabalho da resiliência, e agora as divido com vocês:
      Imagine seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;
      Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem estar;
     Procure manter o lar em harmonia, pois este é o “ponto de apoio” para recuperar-se;
Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança
      Transforme-se em um otimista em potencial;
      Assuma riscos (tenha coragem);
     Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);
     Separe bem quem você é do que você faz;
     Use a criatividade para quebrar a rotina.

    Lembre-se de que resiliência é a arte de transformar toda energia de um problema em uma solução criativa.
Fonte - Adriano Barbosa - http://www.pontopessoal.com.br/


 


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Descubra como usar a rede social para convencer as melhores empresas a contratar você.

8 Estratégias para aparecer no LinkedIn

LinkedIn: para ser notado na rede social é preciso abusar em detalhes e palavras chave.
São Paulo – Manter uma página no LinkedIn já virou estratégia obrigatória para todo profissional que queira consolidar a própria carreira.

Pensando nisso, EXAME.com listou 8 dicas para que seu perfil no LinkedIn torne-se relevante na rede. Siga o guia e use a rede social para conquistar seu próximo degrau na carreira.

1. Preencha todo o perfil

Na hora de fazer o cadastro, fique atento para preencher todos os campos. Ganha pontos quem compila o maior número de detalhes em seu perfil. Isso significa, por exemplo, que é importante descrever as atividades que exerceu em cada umas das empresas ou detalhar quais os cursos que já participou.
2. Liste todos os empregos
No currículo convencional, a regra é ser objetivo e direto. Isso é: o candidato só deve agregar as informações que sejam coerentes para o cargo em questão. No LinkedIn, a lógica é oposta.
Colocar o nome de todas as empresas em que trabalhou - mesmo se por um curto período de tempo - é essencial para que o currículo se destaque nos sistemas de busca.
3. Preencha o campo especialidades
Se a proposta é aparecer no sistema de buscas, esse é o espaço para abusar de palavras chave. Para defini-las com precisão, faça um check-up do seu perfil profissional e invista nos termos que melhor definem suas habilidades.

Uma dica para completar esse campo é acessar a ferramenta Habilidades do LinkedIn. Lá, é possível descobrir a lista de habilidades relacionadas à sua área de atuação

4. Responda às questões
O LinkedIn possui uma página dedicada apenas às perguntas dos usuários sobre os mais diferentes assuntos. Aproveite essa oportunidade para fazer contatos e mostrar seus conhecimentos. Procure questões relacionadas à sua especialidade e elabore respostas pertinentes para elas.
5. Tenha boas conexões
Quanto maior o número de conexões, mais chances de aparecer nas buscas você terá. Use todas as ferramentas disponíveis no site para encontrar conhecidos.

No entanto, cuidado para não abusar e adicionar pessoas que você não conhece realmente. A ideia é que a lista de conexões represente a sua rede de contatos real. Você perderá pontos caso um headhunter peça referências para um de seus contatos e ele não saiba dar informações.
6. Participe ativamente dos grupos
Para expandir sua rede de contatos, assuma uma postura ativa nos grupos de discussão do site. Além de ajudar você a conhecer mais pessoas da sua área de atuação, essa estratégia pode ser positiva durante um processo de seleção.

7. Tenha um perfil em outros idiomas

Se você quer que um recrutador brasileiro encontre seu perfil no site, elabore um perfil em português (impecável, por favor). No entanto, para expandir suas chances, invista na elaboração de páginas em outros idiomas também. Mas, cuidado para não escorregar na gramática.

8. Abuse dos aplicativos
Para se tornar mais relevante, utilize os aplicativos disponíveis no site. Se você tem, por exemplo, um blog voltado para a sua área, use a ferramenta Wordpress. É possível ainda mostrar quais livros você está lendo e até as cidades para onde pretende viajar.


Fonte: exame.abril.com.br

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Desmistificando o Mito da Entrevista Perfeita

terça-feira, 5 de julho de 2011

Como se dar bem na entrevista?


As provas de conhecimento (português, matemática, inglês) finalmente terminaram e você conseguiu chegar à reta final do processo seletivo. Parabéns! Agora só falta passar pela entrevista pessoal, que pode ser dividida em duas partes:
- RH: o pessoal da área de Recursos Humanos da empresa geralmente avalia com mais atenção o seu comportamento e a sua personalidade. Apenas responda às perguntas.
- Chefe: nessa conversa você pode e deve mostrar todo o seu conhecimento na área de trabalho. Demonstre profissionalismo e experiência; se necessário use os termos técnicos da sua área.

Apesar da tensão geralmente presente nessa fase - afinal, você quer mostrar o seu melhor para conquistar a vaga – a conversa com o entrevistador não precisa ser um bicho de sete cabeças.
Confira as nossas dicas que vão te ajudar a preparar a cabeça (e o coração) para esse momento tão importante:

- Antes da entrevista, procure se informar sobre a empresa e o cargo que você se inscreveu. Isso vai te ajudar a imaginar o clima da conversa, o perfil das pessoas que podem trabalhar com você e até o jeito de se vestir no dia (mais formal ou informal). Aproveite para conferir o endereço e o meio de transporte, para não chegar atrasado.
- Seja educado e cortês durante a apresentação. Um aperto de mão firme acompanhado por um “bom dia” ou ”boa tarde” são ótimos para introduzir uma conversa. Preste atenção na sua maneira de falar e evite usar gírias.
- Controle a ansiedade e busque a sintonia na conversa com o entrevistador. Concentre-se no assunto, fale com clareza e sinceridade e seja direto nas respostas. Você pode mostrar interesse na vaga pela sua postura corporal (que, apesar de relaxada, deve mostrar profissionalismo) e pelas suas perguntas sobre a atividade a ser exercida. Só tome cuidado para não ser invasivo.
- Mostre seus conhecimentos e suas habilidades, mas não force a barra. O entrevistador tem experiência para detectar contradições, mentiras e expectativas e usar todos os sinais transmitidos para analisar se você se encaixa no perfil que a empresa procura.
- Durante a conversa, não fale mal de ex-chefes ou de empresas anteriores. Evite colocar restrições quanto ao horário de trabalho e explicar a sua pretensão salarial com as suas necessidades financeiras pessoais. Não se esqueça: você quer mostrar competência, profissionalismo. Deixe as questões delicadas para depois.
- Na saída, agradeça o tempo do entrevistador e se despeça da mesma forma que chegou: um aperto de mãos, um “até logo”. Resista ao impulso de entrar em contato no dia seguinte perguntando se você será contratado. Essa atitude pode mostrar insegurança e imaturidade, além de fechar as portas de uma empresa que poderia querer contratá-lo no futuro.

Fonte: www.meubolsoemdia.com.br

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Uso Profissional do Facebook: é possível?

Depois que publiquei o meu post Devemos limitar o nosso número de conexões em redes sociais? recebi alguns retornos de leitores que me relataram utilizar a seguinte estratégia online: (1) concentrar os contatos profissionais em uma rede de cunho mais profissional (o Linkedin, neste caso, foi o mais citado, mas algumas pessoas mencionaram também o Plaxo) e (2) colocar os contatos pessoais em uma rede menos formal (e aqui o Facebook foi a grande escolha). Houve quem me perguntasse se eu achava que essa era uma boa estratégia e a resposta é indubitavelmente sim - partindo do princípio que toda estratégia online que funciona para você é uma boa estratégia. No entanto, existem aqui alguns pontos, ao meu ver, que devem ser levados em consideração. Fazendo o costumeiro reparo que tudo que eu escrevo neste Blog é fruto de minha percepção pessoal, vamos a eles:

1. A divisão entre redes sociais profissionais e pessoais tem se apagado consideravelmente nos últimos tempos. Contatos pessoais e profissionais têm se misturado com muita frequência - não respeitando delimitações de redes. Da mesma maneira que os teus contatos profissionais te alcançam no celular fora do horário e ambiente de trabalho, os seus contatos profissionais vão te encontrar em outros ambientes virtuais que não os profissionais - e cada vez mais. 

2. Muitas pessoas consideram o Linkedin “muito complicado” e preferem uma rede mais simples e intuitiva - como o Facebook, por exemplo. Se você quiser o contato (online) das pessoas você terá de ir aonde elas estiverem. De forma semelhante, as pessoas que se interessarem pelo seu contato online irão atrás de você – aonde você estiver. 

3. As redes sociais passam também, elas mesmas, por ciclos. Pode muito bem ser que, em dois ou três anos, o Linkedin esteja como o Orkut está hoje. Nem o Linkedin de hoje é tão formal quanto costumava ser - e nem o Facebook (FB para os íntimos) é mais tão inocente como quando estreou no Brasil.

4. O potencial de adaptabilidade do Facebook é extraordinário, graças à sua gigantesca base de usuários e aos (muitos) aplicativos que ele abriga. Eu, pessoalmente, não acho impossível que o FB se torne um dos principais focos de networking profissional e canal de negócios a nível mundial em um prazo muito, muito curto. Dois exemplos bem rápidos de como isso pode ser possível:

- O BranchOut é um aplicativo que se propõe a criar uma rede profissional privada dentro do próprio Facebook - e que tem sido chamado de “o Linkedin do Facebook”. Existem muitas outras Ferramentas de recrutamento e networking via Facebook, mas o BranchOut é a que tem recebido maior destaque nos últimos tempos.
- A LikeStore é um serviço nacional lançado recentemente que permite montar lojas no Facebook. O pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito ou transferência bancária sem sair do ambiente do Facebook. Esta funcionalidade (existem outras empresas que se propõe a explorar este aspecto de e-commerce a partir do FB) transforma cada uma dos milhões de fan pages da maior rede social do mundo em um ponto de venda que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.   

Voltando à pergunta-título deste post, a resposta é sim: não só é possível utilizar o Facebook  como Ferramenta Profissional (e de Negócios) como isso tende a se tornar mais e mais comum em um futuro bem próximo. 

Este é nosso recado de hoje e, se você gostou, se foi útil para você, visite a nossa página no Facebook (clicando aqui neste link) e dê um curtir (pode ser solicitado que você se logue no Facebook). E, já que você está dentro do Facebook, aproveite e compartilhe este post no seu mural e com os seus contatos no FB - porquê não? Lembre-se: informação é para ser compartilhada! Forte Abraço!
Fonte: Noe Alvarenga's Blog