quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ATENÇÃO AO SEU COMPORTAMENTO

Não basta só se atualizar. Para conseguir uma boa colocação é preciso saber se comportar

Você se esforça e faz tudo para estar atualizada e deixar seu currículo perfeito. Investe em vários cursos e torna-se uma profissional competente. Mas, na hora de lidar com a pressão, com os prazos, com os colegas de trabalho ou com qualquer outro problema, bate um nervosismo, uma ansiedade e seu comportamento acaba atrapalhando tudo. Você sabia que isso pode ser fator determimante na hora de uma contratação?
Segundo o especialista em treinamentos comportamentais e projetos de recursos humanos da Thomas Brasil, Víctor Martínez, mais do que nas competências técnicas, os profissionais devem prestar atenção nas comportamentais. O especialista explica que essas habilidades são mais valorizadas e, por isso, os jovens profissionais devem investir no autoconhecimento para garantir o sucesso profissional.

“Um profissional pode ter inúmeras habilidades técnicas para desenvolver suas tarefas, mas, mesmo assim, precisará de competências comportamentais para fazê-las. Essas habilidades são fundamentais para que o colaborador utilize seus conhecimentos técnicos da melhor maneira”, explica Martínez.
As competências técnicas estão relacionadas à inteligência intelectual, ou seja, quantidade de conhecimento formal e acadêmico adquirido. Já as comportamentais dizem respeito à inteligência emocional, isto é, ao nível de equilíbrio e a capacidade de identificar e lidar com as próprias emoções e atitudes.

Com isso, o cenário vem mudando. “Agora as empresas passaram a dar também importância às competências comportamentais e aos aspectos referentes à qualidade de vida dos profissionais”, completou Martínez. Por isso, o importante é, além de pensar na qualificação, prestar atenção em como você se comporta perante as dificuldades do dia a dia da empresa.

Fonte: Bolsa de  Mulher

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Competências comportamentais são mais valorizadas pelas empresas

Para especialista, habilidades comportamentais são fundamentais para utilizar conhecimentos técnicos
 As competências emocionais são mais valorizadas pelas empresas do que as técnicas, segundo análise do especialista em treinamentos comportamentais e projetos de recursos humanos, além de CEO da Thomas Brasil, Victor Martinez.
Segundo Martinez, um profissional pode ter inúmeras habilidades técnicas para desenvolver suas tarefas, contudo, ainda assim, precisará das habilidades comportamentais para fazê-las.
“Essa valorização do comportamento é recente. O mercado costumava valorizar apenas as habilidades técnicas, e as pessoas eram contratadas exclusivamente de acordo com a experiência profissional, formação acadêmica e cursos extracurriculares (…) As habilidades comportamentais são fundamentais para que o colaborador utilize seus conhecimentos técnicos da melhor maneira”, avalia o CEO da Thomas Brasil.
Mas o que são competências comportamentais?
Ainda de acordo com Martinez, as competências comportamentais dizem respeito à inteligência emocional, ou seja, o nível de equilíbrio e a capacidade de identificar e lidar com as próprias emoções e atitudes.
Já as competências técnicas estão relacionadas à inteligência intelectual, em outras palavras, com a quantidade de conhecimento formal e acadêmico adquirido.
Dentre as competências comportamentais, segundo análise do CEO da Your Life, Rubens Gurevich, é preciso observar as necessidades das empresas para saber quais comportamentos devem ser desenvolvidos. Entretanto, diz ele, no geral, liderança, flexibilidade, baixa conformidade, relação interpessoal, trabalho em equipe e empreendedorismo são as competências mais valorizadas pelas empresas.
Fonte:  www.administradores.com.br

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Profissionais desmotivados têm solução?

Tem dias que acordar e ir para o trabalho se torna um verdadeiro tormento. Bate aquela preguiça e um sono que teima em permanecer. Até aí, tudo bem. Quem não tem um dia ruim ou acorda cansado, sem disposição? O problema surge quando isso se torna uma constante e você não se vê motivado para encarar as tarefas do dia a dia. E mais: há quem faça muitas coisas ao mesmo tempo e mesmo assim viva a chamada aposentadoria mental.

Essa situação permanente revela desmotivação. Uma pesquisa realizada pela consultoria de negócios Hay Group, que ouviu 261 mil trabalhadores de 85 empresas de diferentes áreas no país, descobriu que 31% dos participantes estão desmotivados. Para o especialista em desenvolvimento humano, Eduardo Shinyashiki, o problema pode estar ligado à postura desses profissionais em relação às suas carreiras. "É cada vez mais comum identificar pessoas que culpam as organizações pela falta de motivação. Mas a pergunta é: será que elas realmente estão refletindo sobre o que querem e colocando em prática ações que possam trazer resultados efetivos?”, questiona o especialista.

Em comparação ao levantamento de 2011, houve um crescimento de 59% do número de pessoas identificadas como inefetivas pelo mesmo estudo. “Estamos em um momento totalmente propício para o crescimento profissional, mas é fato que muitos vivem o que chamo de aposentadoria mental”, contou Eduardo que explicou que esse termo não serve para aquelas pessoas que são acomodadas, que fazem poucas coisas no seu dia a dia. “Há quem passe a semana inteira em um ritmo muito forte na empresa sem dar nenhum passo importante para seu desenvolvimento”, explica.

DICAS PARA SE MOTIVAR NO TRABALHO

Por isso fique atento se você passa o dia todo reclamando ou então não busca novos desafios por acreditar que não é possível vencer certas barreiras. Pois esses são exemplos de sintomas da aposentadoria mental. “Ouço sempre coisas do tipo 'não invisto em meus pontos fracos, pois sei que não vou melhorar' ou 'aquele projeto é muito legal, mas não sou capaz'. O auto-boicote é um comportamento comum e altamente prejudicial, pois se o indivíduo não acredita em si mesmo é muito difícil que ele transmita credibilidade no ambiente corporativo”, alerta o especialista.

Fonte: Bolsa de Mulher

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Palestra dia 30.09 para Secretárias da SAEB-Secretaria da Administração do Estado da Bahia

Mais uma vez, comemorei o Dia do Profissional de Secretariado-30 de setembro dando uma palestra, e este ano foi para os Profissionais da SAEB-Secretaria da Administração do Estado da Bahia.
Obrigada Senhor! por ter me permitido mais uma vez fazer o que gosto, compartilhar conhecimento com a categoria secretarial da qual tenho orgulho de pertencer.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

30 de setembro - Dia do Profissional de Secretariado


Setembro - Mês para festejar e refletir sobre a profissão
O mês de setembro e, particularmente, o Dia 30 de setembro é o dia em que se comemora a Profissão no Brasil. Porém, esse mês ficou pequeno para celebrar a importância e o crescimento da Profissão.
Com tantos eventos acontecendo, com 26 anos de regulamentação da profissão, só devemos e podemos entender que o Profissional de Secretariado, dia após dia, cativa e consegue novos destaques no mercado de trabalho.
 Provamos e comprovamos que o fim da profissão é um mito já deixado no passado e esta conquista é resultado do trabalho sério, que cada profissional de Secretariado realiza e que deixa marcas de sucesso, competência, dedicação e entusiasmo.
 Parabéns, Profissional de Secretariado!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

AGENDA PARA O MÊS DO PROFISSIONAL DE SECRETARIADO

16 e 17 de setembro - 4º ENSEC - Catussaba Resort Hotel
23.09 - Treinamento Profissionais de Secretariado da UNEB-Universidade do Estado da Bahia
30.09 - Palestra  SAEB - Secretaria da Administração do Estado da Bahia
05.10 - Palestra  UFS -Universidade  Federal de Sergipe

domingo, 25 de setembro de 2011

Veja os 10 sinais que indicam que sua carreira não anda bem


Você sabe quais são os sinais que podem indicar que talvez seja hora de mudar? Sugestão é identificar problema o mais rápido possível.

Ao longo da trajetória profissional, é preciso observar diversos aspectos para se certificar de que tudo está indo bem. Fazer reflexões de tempos em tempos, definir metas, objetivos e elaborar um plano de carreira são fundamentais para alcançar o sucesso.

Em algum momento da trajetória, no entanto, alguns sinais podem indicar que a sua carreira está com problemas e que talvez seja hora de mudar. De acordo com a consultora da DM Especialistas, Giuliana Hyppolito, embora isso seja mais frequênte com os mais jovens, pode ocorrer com qualquer profissional em qualquer momento da vida.

A principal orientação é constatar o mais rápido possível que não é isso que você quer fazer, assumir o desejo de mudar e elaborar o plano da virada. Isso é importante, pois, segundo Giuliana, muitos profissionais passam anos com dúvidas e, quando decidem tomar a decisão fazem de forma impulsiva, sem estratégia, o que pode gerar muita frustração.

Com isso em mente, observe os 10 sinais que indicam que pode ser a hora de mudar:
1- Quando as metas individuais não são atingidas - para conquistar uma carreira sustentável, é preciso que o profissional passe constantemente por um processo de avaliação das suas metas. Nesse sentido, quando se constata que as metas individuais não estão sendo atingidas e que falta de capacidade não é o problema, é possível que o profissional esteja diante de um sinal que indica que sua carreira não está bem.
Diversos fatores podem explicar por que o profissional não foi capaz de atingir suas metas, no entanto, quando isso se torna frequente e ano após ano não se observa melhora, o problema pode estar na carreira escolhida.
2- Insatisfação frequente em relação ao dia a dia – esta questão está diretamente ligada à motivação individual. Observe os fatores que afetam sua vontade de trabalhar. Se o salário está compatível, se você não vê seu chefe como um problema, se você tem oportunidade na empresa, mas mesmo assim existe uma insatisfação ao ir trabalhar, novamente, isso indica que há algo de errado.
Segundo Giuliana, por conta dessa insatisfação, o profissional começa a perder os prazos, passa a deixar os trabalhos em segundo plano. “Ele não abraça mais a causa da empresa”.
3- Novos interesses – é de se esperar que um profissional da área de finanças tenha muito mais interesse nos assuntos relacionados a essa área do que em qualquer outra. O problema é quando a área de marketing, de vendas ou até de recursos humanos começa a chamar muito a atenção deste profissional.
Observe que se interessar por outras áreas dentro da empresa não é negativo e pode até melhorar a performance do profissional dentro da sua área, por ajudá-lo a desenvolver uma visão holística. O fato é que, quando as demais área passam a ser mais interessantes e o profissional se aprofunda nos outros assuntos que não os referentes à sua área, é um sinal claro de que sua carreira precisa ser repensada.
4- O trabalho do outro é mais interessante – na mesma linha do item anterior, aqui o profissional passa a achar os projetos das outras áreas da empresa mais interessantes e até mesmo mais importantes para a organização. Giuliana alerta para esse tipo de avaliação, sugerindo que deve servir de alerta se o indivíduo achar que seu trabalho não tem tanto valor quanto o dos demais.
5- Esperando que as coisas mudem- Giuliana lembra que, mesmo com dúvidas, os profissionais ficam nas empresas e seguem o plano de carreira na esperança de que surjam oportunidades em que eles possam fazer o que realmente gostam. A sugestão é: se você já sabe que não é aquilo que o motiva, não insista na esperança de “um futuro diferente”, pois, na maioria das vezes, ele não acontece.
6- Perda da autoconfiança – quando a carreira não vai bem, os profissionais usualmente perdem a confiança em suas habilidades e competências. Surge então uma forte desconfiança em relação aos seus próprios conhecimentos. “O profissional começa a se sentir incapaz e consequentemente passa a errar mais”, observa Giuliana.
7- Projetos pessoais se sobressaem – é saudável e estimulante desenvolver projetos pessoas, separadamente daquilo que é feito no seu ambiente de trabalho. No entanto, quando uma atividade que sempre ficou em segundo lugar começa a dominar o pensamento e o interesse do profissional, pode ser um sinal de que a carreira precise de mudança.
8- Gaps comportamentais – mudanças de comportamento também são sinais claros de que talvez haja algo errado e, portanto, devem ser observadas. Giulina explica que um caso clássico de um sinal de que a carreira não anda bem é quando um profissional que nunca teve problema de relacionamento começa a brigar constantemente.
Outro desvio de comportamento é quando o colaborador se afasta da equipe e vai se tornando mais individualista. De forma geral, fique atento, caso apresente desvios de comportamento nunca antes observados.
9- Evita se envolver em assuntos profissionais - as pessoas passam a maior parte de seu tempo no trabalho. Faz sentido, portanto, as conversas que travam com amigos, parentes e colegas de trabalho estarem relacionadas ao trabalho que desenvolvem. O profissional que está passando por um processo de mudança vai tentar sempre fugir desse tipo de assunto.
Tudo que estiver ligado ao contexto corporativo não será mais do seu interesse, podendo até mostrar irritabilidade quando a conversa não toma outro rumo. Fique atento a esse sinal: ele pode estar indicando que é hora de mudar.
10- Feedbacks não fazem mais efeito - o objetivo principal do feedback é desenvolver o profissional. É o momento no qual as questão relacionadas à sua performance são levantadas e um plano corretivo é proposto. O mais interessado nesse momento é o próprio profissional, pois é a oportunidade de se desenvolver e crescer dentro da empresa.
Não se interessar pelo feedback é um claro sinal de que sua carreira não anda bem, já que carreiras em processo de desenvolvimento exigem esse retorno.

Fonte: Administradores

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Profissão de Secretário: tendências para 2030


É notório o crescimento e o constante reconhecimento que o profissional de Secretariado vem adquirindo desde a regulamentação da profissão em 1985. Este profissional hoje possui uma gama variada de responsabilidades e atua nas mais variadas áreas. Cada vez mais observa-se que além de ser “multitarefa”, o(a) secretário(a) que preza pela (meta)competência também deve acompanhar o mercado, desenvolver sua habilidade com idiomas, estando atualizado com os acontecimentos de seu estado, país, mundo - e não somente ao que diz respeito à sua área, e também atento às inovações tecnológicas e seu impacto e interferências no mundo atual.

Com isso, percebe-se que assim como a profissão tem sido cada vez mais valorizada ao longo dos anos, também aumenta proporcionalmente o nível de expectativas e exigências acerca da atuação do profissional de Secretariado; a exemplo de uma razão matemática, também aumenta seu espaço ocupado no mercado. Tudo isso contribui para o desenvolvimento da profissão como um todo e agrega valor àquele profissional que genuinamente busca o conhecimento, participa de cursos de atualização e procura seu envolvimento com as novidades tecnológicas, compreendendo a interação destas com sua própria imagem e inserção no mercado, tendo em vista a eclosão das “redes sociais”, que podem tornar-se uma importante ferramenta de trabalho aos que souberem utilizá-las.

Em seu texto no site “Administradores, o portal da administração”, Julio Cezar Cardoso, conferencista, consultor de empresas e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro escreveu um artigo no qual coloca o futuro das secretárias em xeque, considerando os avanços tecnológicos que poderiam tirar a “utilidade” da secretária das empresas. Cita que o “futuro” alternativo para o profissional de secretariado seria gerenciar equipes, atuando como facilitadora no auxílio à tomada de decisões do executivo. Como profissionais de secretariado poderíamos dizer que o texto - publicado em outubro de 2010 – na verdade expõe como “futuro” o que já é realidade na maior parte das empresas que já apreendeu o verdadeiro papel do profissional de Secretariado. Porém, por meio desse texto, podemos observar como é ainda longo o caminho para o alcance total dessa apreensão.

Tendo essa referência como padrão de realidade do profissional de secretariado nos dias de hoje, pode-se concluir que daqui a 20 anos o papel da secretária estará infinitamente mais amplo. Considero que haverá uma atuação muito mais próxima à área de Tecnologia da Informação, haja vista a necessidade contínua e imperativa de transmissão e troca de informações, processos estes que se dão de maneira cada vez mais tecnológica.

Nos anos 80 e 90, “The Jetsons” era um desenho animado futurista, no qual, apesar de estereotipar demasiadamente os papéis já conhecidos de “dona de casa” e “pai de família”, ilustrou muito bem o que imagino que possa se tornar a realidade de trabalho daqui a 20 anos. No desenho, o pai, George Jetson, recebia um chamado através de uma tela que surgia toda vez que seu chefe precisava falar com ele. A maior parte dos contatos retratados entre chefia e funcionário se dava de maneira virtual. Percebo o assessoramento exercido pela(o) secretária(o) muito próximo a isso em 2030. Não haverá mais tanta necessidade do assessoramento presencial quando existem tecnologias que podem manter o profissional virtualmente conectado a qualquer pessoa a qualquer hora.

Isso poderá abrir um leque de possibilidades de atuação aos profissionais que se adiantarem em investir em seu capital intelectual/tecnológico, pois estarão aptos a prestar assessoria a diversos executivos, de diversas partes do mundo e de diferentes áreas, atuando, dessa forma, de maneira mais autônoma.

Obviamente que para tanto o profissional deverá estar em constante aprimoramento, buscando conhecer sobre diversas áreas e novidades tecnológicas. Na obra “Metacompetência”, Mussak (2003) cita que o conhecimento já não é por si só sinônimo de competência, mas é componente fundamental e o que mais necessita ser reposto. Também menciona Peter Drucker que criou a expressão “trabalhadores do conhecimento”, os quais são profissionais que além de serem fornecedores de conhecimento, têm que diariamente aprimorar-se em relação às novidades que surgem, especialmente as tecnológicas.

Essa já está se tornando a realidade do profissional de Secretariado. Imaginemos como será então para o profissional de 2030 que, sozinho, irá assessorar virtualmente um executivo do ramo de tecnologia no Japão, outro do ramo automobilístico nos Estados Unidos e outro da área de Esportes no Brasil? O escritório será virtual, e o assessoramento se dará através de monitores 5D, que transmitirão em tempo real tudo que o profissional de secretariado precisará repassar ao seu executivo.

Surge então o conceito de “Metanóia”, no conceito de Tranjan (2002), como uma nova maneira de enxergar a realidade, é a transformação, livrando-se dos entulhos a fim de liberar o espaço para o novo. Um pensamento superior sobre o mercado, os negócios, clientes, liderança e equipe. Será esse conceito que passaremos a ter que desenvolver: a busca pelo novo, pela mudança.

O profissional de Secretariado pode alcançar tudo isso. Basta dedicação e estudo. As ferramentas já as possuímos, basta a vontade de sair do status quo e alçar novos voos. A ordem agora, além de ser metacompetente, também é ser metanóico. O profissional de Secretariado irá tornar-se símbolo de arrojo, inovação e flexibilidade. Rumo a 2030!!


Referências: JULIO CEZAR CARDOSO. O futuro das secretárias em xeque. Disponível em: . Acesso em: 23 jun. 2011.

MUSSAK, Eugenio. Metacompetência: Uma nova visão do trabalho e da realização pessoal. São Paulo: Gente, 2003.

TRANJAN, Roberto Adami. Metanóia: Uma história de tomada de decisão que fará você rever seus conceitos. São Paulo: Gente, 2002
Autora:
Caroline Vidal Cabezas, estudante do curso de pós graduação: MBS - Gestão de Pessoas e Processos, Especialização em Secretariado - Convênio CESUSC/SINSESC, em Florianópolis (SC).

domingo, 7 de agosto de 2011

Separe bem quem você é do que você faz. Seja resiliente!

Não basta ter capacidades técnicas como uma segunda língua, uma formação acadêmica e uma especialização reconhecidas, se suas habilidades emocionais não são devidamente trabalhadas. E, para isso, é necessário saber trabalhar sua capacidade de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Porque, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam com extrema competitividade por metas e resultados, o estresse é a realidade observada nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho.
As corporações buscam profissionais dotados da capacidade de se adaptarem a esse ambiente conturbado na busca de constantes resultados, para atender a essa realidade. E o profissional resiliente é que se destaca, por ser capaz de lidar com serenidade com o estresse e as adversidades cotidianas, decorrentes do ambiente de trabalho, moldando-se a cada situação e recuperando o seu estado original.
Resiliência vem da Física e se refere à propriedade dos elementos acumularem energia quando exigidos ou submetidos à extrema pressão, voltando em seguida ao seu estado original, sem qualquer deformação, como um elástico. O grande Aurélio descreve a resiliência como “a capacidade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de uma deformação elástica”.

O equilíbrio humano é como a estrutura de um edifício. Se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras, como doenças psicossomáticas. Essa é a importância da flexibilidade, característica principal do profissional resiliente.
Assim, pode-se considerar que a resiliência é a capacidade do ser humano de enfrentar e superar problemas e adversidades de maneira racional, buscando sempre soluções mais adequadas.

Se você ainda não é resiliente, atente-se. Um profissional resiliente, quando submetido à situação de estresse, a administrará de maneira sensata, sem impulsividade, visualizando o problema como um todo. Essa capacidade certamente lhe proporcionará forças para enfrentar a adversidade e o tornará capaz de apresentar soluções criativas e eficazes.

Uma vez, pude conhecer algumas dicas que me ajudaram no processo (constante) de trabalho da resiliência, e agora as divido com vocês:
      Imagine seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;
      Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem estar;
     Procure manter o lar em harmonia, pois este é o “ponto de apoio” para recuperar-se;
Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança
      Transforme-se em um otimista em potencial;
      Assuma riscos (tenha coragem);
     Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);
     Separe bem quem você é do que você faz;
     Use a criatividade para quebrar a rotina.

    Lembre-se de que resiliência é a arte de transformar toda energia de um problema em uma solução criativa.
Fonte - Adriano Barbosa - http://www.pontopessoal.com.br/


 


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Descubra como usar a rede social para convencer as melhores empresas a contratar você.

8 Estratégias para aparecer no LinkedIn

LinkedIn: para ser notado na rede social é preciso abusar em detalhes e palavras chave.
São Paulo – Manter uma página no LinkedIn já virou estratégia obrigatória para todo profissional que queira consolidar a própria carreira.

Pensando nisso, EXAME.com listou 8 dicas para que seu perfil no LinkedIn torne-se relevante na rede. Siga o guia e use a rede social para conquistar seu próximo degrau na carreira.

1. Preencha todo o perfil

Na hora de fazer o cadastro, fique atento para preencher todos os campos. Ganha pontos quem compila o maior número de detalhes em seu perfil. Isso significa, por exemplo, que é importante descrever as atividades que exerceu em cada umas das empresas ou detalhar quais os cursos que já participou.
2. Liste todos os empregos
No currículo convencional, a regra é ser objetivo e direto. Isso é: o candidato só deve agregar as informações que sejam coerentes para o cargo em questão. No LinkedIn, a lógica é oposta.
Colocar o nome de todas as empresas em que trabalhou - mesmo se por um curto período de tempo - é essencial para que o currículo se destaque nos sistemas de busca.
3. Preencha o campo especialidades
Se a proposta é aparecer no sistema de buscas, esse é o espaço para abusar de palavras chave. Para defini-las com precisão, faça um check-up do seu perfil profissional e invista nos termos que melhor definem suas habilidades.

Uma dica para completar esse campo é acessar a ferramenta Habilidades do LinkedIn. Lá, é possível descobrir a lista de habilidades relacionadas à sua área de atuação

4. Responda às questões
O LinkedIn possui uma página dedicada apenas às perguntas dos usuários sobre os mais diferentes assuntos. Aproveite essa oportunidade para fazer contatos e mostrar seus conhecimentos. Procure questões relacionadas à sua especialidade e elabore respostas pertinentes para elas.
5. Tenha boas conexões
Quanto maior o número de conexões, mais chances de aparecer nas buscas você terá. Use todas as ferramentas disponíveis no site para encontrar conhecidos.

No entanto, cuidado para não abusar e adicionar pessoas que você não conhece realmente. A ideia é que a lista de conexões represente a sua rede de contatos real. Você perderá pontos caso um headhunter peça referências para um de seus contatos e ele não saiba dar informações.
6. Participe ativamente dos grupos
Para expandir sua rede de contatos, assuma uma postura ativa nos grupos de discussão do site. Além de ajudar você a conhecer mais pessoas da sua área de atuação, essa estratégia pode ser positiva durante um processo de seleção.

7. Tenha um perfil em outros idiomas

Se você quer que um recrutador brasileiro encontre seu perfil no site, elabore um perfil em português (impecável, por favor). No entanto, para expandir suas chances, invista na elaboração de páginas em outros idiomas também. Mas, cuidado para não escorregar na gramática.

8. Abuse dos aplicativos
Para se tornar mais relevante, utilize os aplicativos disponíveis no site. Se você tem, por exemplo, um blog voltado para a sua área, use a ferramenta Wordpress. É possível ainda mostrar quais livros você está lendo e até as cidades para onde pretende viajar.


Fonte: exame.abril.com.br