segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Quem não é visto, não é lembrado!!

Todo profissional precisa ter um planejamento de sua carreira e da forma como pretende expor-se ao mundo do trabalho. Descrever a situação profissional atual, estabelecer metas realistas para encaminhar a carreira, esboçar passos para alcançar as metas, são ações que fazem parte do plano.

Contudo, cabe lembrar que prever mudanças no decorrer da caminhada é uma atitude sábia, pois nós - como o ambiente no qual estamos inseridos mudam - e o planejamento necessitam de adaptações. O que requer nossa disposição constante de aprender a aprender e de reconstruir os passos diante da turbulência que movimenta o mercado globalizado.

Por onde começar mesmo não dispondo de tempo para parar e escrever um plano de ação para alavancar a carreira?

Você pode iniciar agora no seu local de trabalho. Como? Num primeiro momento, assumindo a postura de quem quer de fato agregar valor a tudo que faz, seja na vida particular, seja na vida profissional.
Num segundo momento, mesmo que em frações menores, porém concomitantemente, praticar pequenas ações e atitudes essenciais para um convívio harmonioso no trabalho e para resultar em benefícios no sentido de agregar valor e responsabilidades ao cargo. E que fazem a diferença na construção e projeção da imagem profissional e social.

Vamos a algumas dicas:

* Conheça profundamente o negócio da empresa em que trabalha, assim como as normas de conduta e os procedimentos, pois lhe dará dinamismo para criar situações e oportunidades para argumentar, opinar, participar e sugerir mudanças. Comece por ampliar sua área de atuação.
* Integre e coordene grupos de trabalho. Envolva-se em atividades que estão em sincronia com os objetivos corporativos.
* Assuma a responsabilidade por atividades indesejáveis, porém desafiadoras. Amanhã poderão lhe render pontos positivos.
* Torne-se imprescindível, porém não insubstituível.
* Tenha iniciativa e discernimento para questionar. Aceite críticas e sugestões.
* Defina prioridades e cumpra-as com pontualidade.
* Envolva-se em comissões que analisam e elaboram procedimentos e processos administrativos, por exemplo.
* Ajude a organizar comitês voltados à sustentabilidade e à responsabilidade social.
* Adote uma postura elegante que lhe assegure êxito pessoal e profissional ao se relacionar com clientes internos e externos.  Um comportamento com confiança, simplicidade e naturalidade reflete de maneira positiva e melhora o relacionamento com as pessoas.
* Cumprimente sempre as pessoas com uma expressão facial otimista e um sorriso espontâneo, chamando-as pelo nome.
* Demonstre prazer no que faz. Honestidade, lealdade, respeito e discrição são princípios éticos que atestam a forma prazerosa com que cada um trata o seu cliente, sua família e amigos e principalmente seus sonhos. Afinal de contas, já está mais que provado por estudiosos do comportamento humano que somente quando conseguimos gostar de nós mesmos e do que fazemos podemos gostar verdadeiramente das outras pessoas.
* Sucesso!!
 Fonte: Eliane Wamser - Consultora e Palestrante de comportamento no mercado corporativo 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Como construir sua imagem profissional com a ajuda das redes sociais

Foi-se o tempo em que sair batendo de porta em porta com dezenas de currículos debaixo do braço era a melhor forma de se arrumar um emprego ou, pelo menos, algumas boas oportunidades de entrevistas.
Com a chegada das redes sociais, profissionais das mais diversas áreas ganharam diversas ferramentas para ficarem mais próximos das empresas nas quais desejam trabalhar.
Será que existe uma “regra de ouro” para um Twitter, Facebook ou outro serviço qualquer ser um diferencial em sua contratação?
Empresas estão de olho em seu perfil
Não são raros os casos de profissionais descobertos por empresas no Twitter, em blogs ou no Facebook. Essas ferramentas são excelentes não apenas para trocar ideias com os amigos, mas também para autopromoção.
Assim como é bem comum candidatos serem eliminados após uma olhada rápida em comunidades ou declarações publicadas nestes perfis.
Tudo é uma questão de perceber as possibilidades de cada meio, seguir as pessoas e empresas certas e interagir de uma forma em que, sem forçar uma barra, você seja notado como um bom profissional na área em que se propõe a atuar.
É muito importante observar que as redes sociais são vias de mão dupla. Você pode construir seu perfil no Twitter ou no Facebook da forma como quiser: meramente pessoal ou totalmente voltado para o mercado no qual atua. Mas da mesma forma em que você segue as empresas, recrutadores podem estar de olho em qualquer deslize seu.
Linkedin: a grande rede profissional
Rede social para profissionais (Divulgação)
Existem redes sociais específicas para quem pensa apenas no lado profissional. E a maior de todas, sem dúvidas, é o LinkedIn. Atualmente, cerca de 120 milhões de pessoas estão cadastradas no LinkedIn, que já registrou nada menos que 7,4 milhões de mudanças de empregos ou novas contratações de seus membros desde 2009, especialmente em empresas dos segmentos de educação, saúde, tecnologia da informação, marketing e publicidade.
 Regras de conduta
Mas assim como acontece em ambientes na “vida pessoal” nas redes sociais, vale a pena observar de algumas regras de conduta, sobretudo no Linkedin.
Siga algumas dicas:
Comece por entender o Linkedin como um currículo, mesmo. Como um documento no qual você se vende. Não fique com preguiça de preencher tudo o que o site pede. Quando mais completo for o seu perfil, melhor será a impressão que você passará a um possível recrutador.
Qualidade é melhor do que quantidade. Ter muitos contatos no Linkedin não significa ter mais oportunidades. É muito mais importante manter um foco nos seus objetivos profissionais e seguir pessoas e empresas de forma cirúrgica.
Postar no Linkedin não é como postar no Twitter ou no Facebook. Trata-se de uma rede voltada para o lado profissional. Por isso, procure postar comentários ou abrir discussões que realmente acrescentem alguma coisa e deixem claros os seus objetivos. Não trate o Linkedin como a sua única opção para arrumar um emprego.
Fazer um perfil e investir todo o seu tempo nesta rede não significa que você vai ter sucesso em sua busca. Muitas vezes, Twitter e Facebook podem ser boas ferramentas para divulgação de seu perfil profissional. E a boa e velha tática de bater na porta de uma empresa com um currículo não pode ser considerada totalmente ineficaz. É importante cobrir todas as possibilidades.
Cartões virtuais também são alternativa.
Outra tendência são os sites que agregam diversas informações apresentando um painel geral de sua presença profissional online, como um detalhado cartão profissional. Serviços como o About.me, o MeAdiciona.com e o flavors.me são excelentes para apresentação pessoal resumida, direta e profissional.
About.me - Sua presença online em um só site.
É muito utilizado hoje por designers, fotógrafos, escritores. Mas um motivo para engenheiros, bacharéis, médicos, antropólogos e qualquer profissional utilizar e se diferenciar da imensa pilha de currículos que todo recrutador recebe.
Agora, mãos à obra. Monte seu currículo virtual e conquiste aquela vaga no mercado de trabalho!

Fonte:-Mauro Amaral Para o TechTu

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Presidenta da FENASSEC no almoço em Brasília com o Vice-Presidente da República

A presidenta da FENASSEC-Federação Nacional das Secretárias e Secretários, Sra. Bernadete Lieuthier, única mulher presente ao almoço com o Vice-Presidente da República

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Seminário Nacional da CNTC-Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio

Indo para Brasília participar do Seminário Nacional da CNTC, nos dias 17 e 18 de novembro, na sede da Confederação, com o tema "Em defesa do desenvolvimento, dos direitos trabalhistas e da organização sindical".

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Tenha Atitude!

A maneira como você se posiciona diante dos desafios no trabalho pode ser decisiva na sua carreira. Invista na assertividade.

Tudo se embaralhou no mundo corporativo, especialmente conceitos estanques de comportamento de gênero. Não faz muito tempo, homens e mulheres começaram a se revezar nos postos de comando das grandes empresas. Sabe-se, porém, que ambos têm competências, virtudes e, sim, motivos para vacilar diferentes. Como, então, a executiva deve ser mais assertiva para colher mais frutos no trabalho? É uma questão de argumentação, de atitude ou tem a ver com a maneira de se vestir?

Anita Kon, doutora em economia pela Universidade de São Paulo e coordenadora do Grupo de Pesquisas em Economia Industrial, não acredita que para ser assertiva a mulher deve falar grosso. "A capacidade de argumentação e convencimento pode ser, em geral, mais eficiente por meio da fala mansa", diz.

Para Renata Filippi, sócia-diretora da Mariaca, empresa de recrutamento de executivos, a mulher precisa ser focada, ao mesmo tempo em que deve absorver do universo masculino a racionalidade e a busca de resultados. "A flexibilidade feminina para ouvir e entender as necessidades alheias deve ser traduzida em ações", diz Renata. A executiva acredita que, hoje, são regras para poucas: "Já há muitas mulheres em áreas masculinas acostumadas com isso. Veja o caso das engenheiras e das profissionais de logística. Assertividade é com elas mesmas".

Eliana Molina, atualmente diretora sênior de RH da Herbalife, formada em secretariado executivo pela Fundação Getúlio Vargas e MBA Executivo pela FAAP, elencou o que se deve fazer e, principalmente, o que precisa ser evitado em situações bem específicas, Confira:

Numa reunião


  • Não monopolize a reunião.
  • Certifique-se de que o fórum seja adequado para fazer os questionamentos ou compartilhar as informações. Se necessário, marque uma nova reunião com participantes específicos para tratar de temas pontuais.
  • Peça a palavra e não interrompa a fala ainda incompleta do outro. Preserve-se ao mesmo direito quando não tiver completado sua fala.
  • Não personifique os problemas. Trate de assuntos, de áreas, e não da pessoa que
  • é o porta-voz.

Numa entrevista de trabalho

  • Evite temas polêmicos, como religião, futebol, política etc., a menos que lhe questionem diretamente e, se isso ocorrer, cuide para que o tema não seja polemizado.
  • Seja fiel às suas convicções e evite dar respostas de acordo com o que você acha que o entrevistador gostaria de ouvir. na maioria das vezes não existem respostas certas ou erradas, mas uma intenção de traçar o perfil do candidato para averiguação de adequação à posição que está sendo postulada.
  • Agradeça a oportunidade de participar do processo e coloque-se à disposição para eventuais informações que sejam necessárias posteriormente.

Numa entrega de feedback

  • Elogie em público e critique em particular.
  • Agende feedback periodicamente (mínimo duas vezes ao ano) para conscientizar e criar oportunidade de melhorias antes de finalizar o processo de avaliação anual. Em outras palavras, não espere chegar o fim do ano para dizer que esperava que o funcionário fosse proativo ou que tivesse trabalhado em projetos no início do ano de forma diferente.
  • Procure tratar de problema de desempenho como oportunidades e necessidades de melhoria. Não é fácil para ninguém receber feedback negativo, então seja cautelosa para não desmotivar, mas sim mostrar claramente onde há chance de melhorar.
  • Sempre que possível, exemplifique com situações que ocorreram — reconhecendo o positivo e pontuando falhas.

Num pedido de aumento

  • Esteja segura de suas responsabilidades, qualificações e práticas salariais do mercado para fazer uma abordagem firme e justa.
  • Procure não se comparar a outro colega de trabalho, pois pode haver diferenças de competências, formação, escopo de função, responsabilidades diferenciadas e méritos individuais. Fale por si e por suas competências.
  • Não blefe.
  • Não pressione seu líder a ponto de deixá-lo sem saída. na maioria das vezes não depende dele aprovar o aumento salarial, e pode ocorrer de ele não conseguir a aprovação, por mais que tente, devido a diferentes momentos pelos quais a empresa passa.
Fonte: Você S/A
Crédito: Ilustração Fernando Volken Togni

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Facebook é usado por 73% dos recrutadores que participaram da pesquisa da consultoria Reppler

69% das empresas já rejeitaram candidato por causa das redes sociais.

Um bom monitoramento dos perfis nas redes sociais pode garantir a vaga de um emprego

São Paulo – De acordo com pesquisa realizada pela consultoria Reppler, especializada em gerenciamento de imagens nas mídias sociais, 69% dos 300 recrutadores norte-americanos entrevistados rejeitaram um candidato devido a informações nos perfis de redes sociais como Facebook, LinkedIn e Twitter.

Mentir sobre suas qualificações foi apontada como a principal razão pela qual os recrutadores desistiram de contratar o candidato. Em seguida, postagem de fotos e comentários inapropriados, comentários negativos a respeito do antigo chefe. Até falta de habilidade de se comunicar nas redes sociais entrou para o ranking.
 
O monitoramento do conteúdo compartilhado nas redes sociais deve ser constante, pois, por outro lado, um bom perfil pode garantir uma contratação. Segundo a pesquisa, 68% dos ouvidos já contrataram um profissional devido à boa imagem passada nas redes sociais.

Outras razões que levaram os recrutadores a contratarem, após a análise os perfis das redes sociais são: o perfil das redes sociais confirmar as qualificações profissionais do currículo, criatividade, boa comunicação, boas referências e prêmios recebidos pelo candidato.
Curiosamente, a maioria dos recrutadores recorre às redes sociais no começo da seleção: 47% afirmaram que após o recebimento do currículo fazem uma pesquisa nas redes sociais. O Facebook é utilizado por 73% dos entrevistados, 53% preferem o Twitter e 48% o LinkedIn.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 1 de novembro de 2011

FELIZES, MAS DESPREPARADOS

Pesquisa mostra pessoas mais satisfeitas com seus empregos, mas despreparadas para crescer

Um estudo realizado por Jaqueline Weigel, diretora do Núcleo de Coaching Integração, revelou que os brasileiros estão mais felizes e otimistas com o trabalho, mas, ao mesmo tempo, os profissionais estão mais perdidos e despreparados para o crescimento do país. “A finalidade do estudo foi entender com profundidade a atual relação das pessoas com suas vidas, com seus objetivos no trabalho e se estão preparadas para o futuro do Brasil”, afirma a executiva.

A pesquisa acompanhou mil pessoas durantes cinco meses. Os participantes tinham entre 23 e 75 anos. O estudo mostra que 65% dos profissionais não têm ou não sabem claramente seus objetivos de médio e longo prazo. A enquete também revelou que 68% se declaram felizes no momento atual e somente 3% demonstraram um alto grau de infelicidade ou insatisfação. “Percebemos que o brasileiro está feliz, até mesmo eufórico, mas ao mesmo tempo perdido e despreparado para o crescimento do país”, ressalta Jaqueline Weigel.


Para a especialista, declarar felicidade e satisfação abundante sem ter objetivos claros não é sustentável. “As pessoas não foram ensinadas a criarem metas tangíveis, então têm anseios abstratos, como ter saúde, paz, ser feliz ou a mais simples e rasa de todas: ganhar dinheiro. Essas pessoas não foram treinadas para construírem um legado e passam a não serem capazes de responder perguntas básicas como quem é você, qual é seu sonho e porque ele é importante para você?”, diz Weigel. “Então, o profissional nessa situação pede aumento, só reclama ou troca de trabalho”, avalia.

De acordo com ela, as pessoas precisam aprender a refletir, planejar e somente depois agir. “Hoje, fazemos o contrário e isso gera desperdício e vazio”, conclui a especialista.

Fonte: Bolsa de Mulher

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A secretária do século XXI - Posturas, atribuições e responsabilidades

Por Beatriz Bernardi

O século XXI chegou com força total e trouxe à realidade novas exigências. Com tantos acontecimentos turbulentos, seja na política, seja dentro da sociedade, ou ainda na economia, esses poucos 10 anos que vivemos do novo século reavivaram diversos valores que haviam se perdido – e até mesmo desconsiderados -, como o bom relacionamento, o respeito nas relações comerciais e a ética, além de deixar bem claro quais as consequências para aqueles que ignoram o grande valor de cada um deles.

   O avanço da tecnologia foi um fator fundamental nesse processo. Sobretudo, a internet facilitou a comunicação no mundo todo com a rapidez da veiculação de informações e cada vez mais dando credibilidade às relações firmadas virtualmente, potencializando até mesmo a disseminação de dados e notícias de alto valor. A telefonia fixa, por sua vez, se expandiu com a mesma rapidez que a telefonia via web e trouxe a agilidade que se fez necessária por conta do ritmo dos negócios. Estar por fora da rede neste século significou estar fora do planeta.

   Como não podia deixar de ser, portanto, grandes transformações rodearam a secretária nos últimos anos. Aliás, diga-se de passagem, desde o surgimento da profissão, diversos aspectos inerentes às suas atividades foram alcançados pelas novas necessidades, modificando, assim, parte da sua estrutura básica de atuação. Tanto pelo seu próprio executivo, quando pelas exigências do mercado e pelas atualizações em termos acadêmicos, a secretária, hoje, já não é mais a mesma de 10 anos atrás.

   Ela deixou de ser simplesmente a assistente que cuida dos telefonemas, da agenda e das viagens; o estereótipo da senhora que usa óculos e coque nos cabelos, serve café e digita na máquina de escrever há muito tempo não existe mais. Robert Reich, em seu livro "O Trabalho das Nações", descreve o secretariado como “uma das profissões de futuro”, e ser uma profissão de futuro significa englobar uma multiplicidade e diversidade de tarefas e exige das pessoas a capacidade de antecipar, identificar e resolver problemas.

   Roberto Shinyashiki diz que a secretária

“[...] cada vez mais está se tornando uma profissional capaz de pensar estrategicamente e não ser uma cumpridora eficiente e rápida de ordens e solicitações. A secretária tem se colocado em um novo patamar, no qual consegue compreender a dinâmica de todos os projetos com os quais o executivo esteja comprometido.”
   Não basta mais assessorar o executivo, mas ter plena consciência do que ocorre ao seu redor; ele nunca estará só: sempre haverá uma equipe suportando-o nas suas ações, nos processos e que o auxiliarão a alcançar os melhores resultados. Logo, auxiliar o superior e assegurar que ele realize o melhor trabalho significa hoje, também, auxiliar àqueles que estão ao seu redor; ou seja, a secretária passou a ser a ponte da informação, muitas vezes para intermediar a comunicação entre o executivo e os clientes internos (funcionários e colaboradores) e externos (consumidores e distribuidores).

   A secretárias assumiram, portanto, um papel cada vez mais estratégico nas companhias, desempenhando funções de assessoria e coordenação e incorporando uma postura mais executiva. Atender telefones, marcar compromissos ou selecionar correspondência ainda fazem parte das suas atividades, mas estão longe de serem as principais atribuições dessa nova profissional. Vejamos quais são as características que mais tem chamado a atenção do mercado e das empresas:
• Adaptabilidade
• Dinamismo
• Empreendedorismo
• Sociabilização
• Capacidade Visionária
• Business Engagement

 Se você está intrigado em não ter visto na lista acima características como pro-atividade, etica, discrição, multifuncionalidade e boa retórica é porque estes requisitos já são dados como fundamentais para a nova face da secretária e já não são mais vistos como diferenciais para o profissional de secretariado. As empresas querem mais e não se satisfazem com um trabalho de nível médio.

 Para Meire Naomi Fujimoto, consultora de recursos humanos, da Catho On Line, as secretárias assumiram a postura de “braço direito” das corporações, tendo lugar até mesmo nos processos decisórios. Para ela, a capacidade de administração é o fator que mais tem agradado aos contratantes e a nova chave para o sucesso é estar sempre antenada às inovações e tendências tecnológicas, tanto para o próprio desenvolvimento quanto para alcançar boas colocações no mercado.

 Até mesmo a grade curricular das universidades que oferecem cursos na área de secretariado estão sendo atualizadas. Matérias relacionadas às áreas de atuação gerencial e estratégica, como Recursos Humanos, Finanças, Marketing e Tecnologia são abordadas com mais intensidade e os conteúdos cada vez mais se relacionam à realidade e cotidiano de uma empresa. Fazer uma pós-graduação na área de secretariado já não é mais impossível: a abrangência das vertentes disponíveis no mercado aumentou e tudo ficou ao alcance das secretárias.

 Em uma entrevista divulgada no site da Livraria Nobel em comemoração ao dia das secretárias, Stefi Maerker, coordenadora do Comitê de Secretárias da Câmara Americana, revelou que um fato relevante no momento de uma contratação é a atitude. “Formação acadêmica muitos têm e experiência é importante, mas a atitude é a maneira [...] como você transmite a idéia de que você vai ser capaz de fazer aquilo que ele quer.”, diz Stefi.

   Shinyashiki afirma que
“[...] as secretárias têm de manter postura pró-ativa, executando ações eficientes e em tempo real, pensando junto ou até antes dos executivos que assessoram. É fundamental que conheçam os desafios dos diretores e tenham conteúdo de informações que lhes permita dialogar, propor, ponderar, antecipar-se e apresentar soluções em vez de problemas.

   Versatilidade é a palavra que tem dominado o ambiente secretarial e todas essas novas atribuições que lhe são dadas, atualmente, giram em torno desse conceito. Hoje, o profissional deve ser multifuncional, ter visão macro e agir integradamente. Deve também ter muito mais do que só o desenvolvimento de tarefas e funções pertinentes ao cargo, mas, principalmente, a capacidade de apreender novos conhecimentos e estar preparado para oferecer soluções.

   A secretária tem que estar engajada não só com o seu dia a dia e do seu chefe, mas estar sempre pronta para entrar num jogo competitivo de polivalências, além de estar sintonizada com tudo o que acontece na empresa, em todos os níveis, para estar pronta a opinar e colaborar sempre que for necessário, e assim fazer o diferencial humano que se espera e que as empresas precisam.

Fonte:  Beatriz Bernardi é secretária executiva, formada pela Faculdade de Tecnologia em São Paulo, desde 2007, e atua na área há quatro anos. Hoje é assistente executiva em uma grande multinacional do ramo de tecnologia, além de Consultora Acadêmica em Lingua Portuguesa.


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

ATENÇÃO AO SEU COMPORTAMENTO

Não basta só se atualizar. Para conseguir uma boa colocação é preciso saber se comportar

Você se esforça e faz tudo para estar atualizada e deixar seu currículo perfeito. Investe em vários cursos e torna-se uma profissional competente. Mas, na hora de lidar com a pressão, com os prazos, com os colegas de trabalho ou com qualquer outro problema, bate um nervosismo, uma ansiedade e seu comportamento acaba atrapalhando tudo. Você sabia que isso pode ser fator determimante na hora de uma contratação?
Segundo o especialista em treinamentos comportamentais e projetos de recursos humanos da Thomas Brasil, Víctor Martínez, mais do que nas competências técnicas, os profissionais devem prestar atenção nas comportamentais. O especialista explica que essas habilidades são mais valorizadas e, por isso, os jovens profissionais devem investir no autoconhecimento para garantir o sucesso profissional.

“Um profissional pode ter inúmeras habilidades técnicas para desenvolver suas tarefas, mas, mesmo assim, precisará de competências comportamentais para fazê-las. Essas habilidades são fundamentais para que o colaborador utilize seus conhecimentos técnicos da melhor maneira”, explica Martínez.
As competências técnicas estão relacionadas à inteligência intelectual, ou seja, quantidade de conhecimento formal e acadêmico adquirido. Já as comportamentais dizem respeito à inteligência emocional, isto é, ao nível de equilíbrio e a capacidade de identificar e lidar com as próprias emoções e atitudes.

Com isso, o cenário vem mudando. “Agora as empresas passaram a dar também importância às competências comportamentais e aos aspectos referentes à qualidade de vida dos profissionais”, completou Martínez. Por isso, o importante é, além de pensar na qualificação, prestar atenção em como você se comporta perante as dificuldades do dia a dia da empresa.

Fonte: Bolsa de  Mulher

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Competências comportamentais são mais valorizadas pelas empresas

Para especialista, habilidades comportamentais são fundamentais para utilizar conhecimentos técnicos
 As competências emocionais são mais valorizadas pelas empresas do que as técnicas, segundo análise do especialista em treinamentos comportamentais e projetos de recursos humanos, além de CEO da Thomas Brasil, Victor Martinez.
Segundo Martinez, um profissional pode ter inúmeras habilidades técnicas para desenvolver suas tarefas, contudo, ainda assim, precisará das habilidades comportamentais para fazê-las.
“Essa valorização do comportamento é recente. O mercado costumava valorizar apenas as habilidades técnicas, e as pessoas eram contratadas exclusivamente de acordo com a experiência profissional, formação acadêmica e cursos extracurriculares (…) As habilidades comportamentais são fundamentais para que o colaborador utilize seus conhecimentos técnicos da melhor maneira”, avalia o CEO da Thomas Brasil.
Mas o que são competências comportamentais?
Ainda de acordo com Martinez, as competências comportamentais dizem respeito à inteligência emocional, ou seja, o nível de equilíbrio e a capacidade de identificar e lidar com as próprias emoções e atitudes.
Já as competências técnicas estão relacionadas à inteligência intelectual, em outras palavras, com a quantidade de conhecimento formal e acadêmico adquirido.
Dentre as competências comportamentais, segundo análise do CEO da Your Life, Rubens Gurevich, é preciso observar as necessidades das empresas para saber quais comportamentos devem ser desenvolvidos. Entretanto, diz ele, no geral, liderança, flexibilidade, baixa conformidade, relação interpessoal, trabalho em equipe e empreendedorismo são as competências mais valorizadas pelas empresas.
Fonte:  www.administradores.com.br