quarta-feira, 21 de março de 2012

As qualidades de um currículo perfeito


Descubra como se vender em um documento de duas páginas e aumente suas chances de conquistar o emprego dos seus sonhos
 
Um currículo bem-feito pode representar a diferença entre atrair a atenção da empresa que está buscando candidatos - e conseguir o emprego dos sonhos! - ou ser descartada de imediato. Para ajudar você a elaborar um currículo campeão, o consultor Marcelo Abrileri, diretor do site Curriculum, dá dicas vencedoras. Confira!

É proibido!
· Mentir.
· Colocar quanto você quer ganhar.
· Incluir referências.
· Anexar foto (a menos que a vaga exija).
· Erros de português.

Isto ajuda muito!
· Antes de montar o currículo, faça o seguinte exercício: escreva livremente a sua história e depois destaque o que é importante para a vaga.

· Mantenha seu currículo atualizado e com, no máximo, duas folhas (nada de florzinhas para enfeitar a página).

· Na maioria das vezes ficamos frustradas por distribuir tantos currículos e não receber retorno. Isso acontece porque tentamos competir a vagas que não são equivalentes ao nosso currículo. Portanto, procure oportunidades para as quais o seu currículo tenha vantagens.

· Ao competir por uma vaga de recepcionista, por exemplo, dê foco para as habilidades e experiências que possam ser relevantes para o cargo. Cursos extracurriculares como culinária, por exemplo, não precisam ser informados, já que são irrelevantes para a vaga.

· Destaque os pontos fortes e abuse dos verbos de ação e números significativos para enfatizar seus pontos fortes.
 
Por exemplo: em vez de dizer "fui gerente durante dois anos", prefira "fui gerente e elevei em 20% as vendas da loja".

Isto é obrigatório!
· 
Apresentação: coloque seu nome, endereço, e-mail, telefone, idade e estado civil.
· 
Resumo de qualificações: conte um pouco de você (cinco linhas) e as suas qualificações para a vaga.
· 
Formação escolar: comece pelo mais recente, ou seja, se você fez faculdade, informe isso primeiro, em seguida o ensino médio, etc. Cursos variados devem vir na seqüência, em outro item.
· 
Experiência profissional: comece pelo trabalho mais recente, acrescente nome da empresa, função que exerceu e quanto tempo trabalhou.
· 
Informações adicionais: aqui entram as habilidades pessoais que podem fazer diferença, como presidente da assembléia de bairro, por exemplo.

Isto pode ser bom:
· "Fui síndica do prédio". Revela que você é uma pessoa com iniciativa e com espírito de liderança.
· "Atuo como voluntária". Revela que você é uma pessoa solidária e que respeita o próximo.
· "Organizo festas da família". Revela que você é uma pessoa comunicativa e boa administradora.
· "Faço artesanato". Revela que você é uma pessoa habilidosa, detalhista e criativa.
· "Coordeno as despesas de casa". Revela que você é uma pessoa organizada e responsável com gastos.
Fonte: M de Mulher


quarta-feira, 14 de março de 2012

segunda-feira, 12 de março de 2012

Profissionais do Secretariado do Sexo Masculino



Frequentemente tenho recebido emails do Sinsesp (Sindicatos das Secretárias do Estado de SP) solicitando minha colaboração para pesquisa universitária sobre profissionais do secretariado do sexo masculino. As perguntas tangem sempre nos mesmos pontos e pensando nisso decidi publicar quais são os aspectos mais críticos para nós homens, com base nos olhares que nos são lançados devida e indevidamente, desde a formação, passando pela difícil inserção no mercado de trabalho até chegar à atuação.
A ramo do Secretariado Executivo apresenta várias vantagens para o estudante como formação rápida, obtenção de título de nível superior em, no mínimo, dois anos, e conhecimento diversificado de várias áreas acadêmicas.

Em princípio a pergunta é mais polida: "por que um homem opta por este curso?" A resposta, também polida é: pelos mesmos dois motivos que qualquer estudante opta por outra carreira: identificação com o trabalho e/ou busca de futuro profissional/financeiro promissor.
Em seguida as perguntas tornam-se mais fatídicas. E são as que mais assombram a vida do sexo masculino no Secretariado; a mais frequente é: "já sofreu ou sofre algum tipo de preconceito?" - Inexoravelmente, sim! Qualquer homem que ouse adentrar essa área será alvo frequente de preconceitos, inclusive por parte dos professores, colegas de classe e trabalho, mesmo que de forma velada. Visto que, erroneamente, secretários, no âmbito privado, têm sua imagem associada à de homossexuais (considerando que a sexualidade deveria ser tópico irrelevante no meio executivo de alto nível); o que dá margem a outro tipo de pergunta carregada de preconceito, e desta vez por parte das mulheres: "mas os os homens podem exercer essa função tão bem quanto as mulheres?" Evidentemente que sim. Pergunto-me se o uso da genitália no exercício desta ocupação é necessário? A pergunta pode causar repulsa, porém é o que se esconde, inconscientemente, por trás da pergunta que antecede a esta. Inegavelmente, homens e mulheres diferem entre si em aspectos intelectivos, como, por exemplo, a inteligência linguística, naturalmente mais desenvolvida nas mulheres e a inteligência emocional mais robusta presente nos homens. Mas tais diferenças intelectivas não excluem o potencial masculino neste ramo. Pelo contrário, a objetividade e senso prático masculinos tornam-se diferenciais, dependendo da ocupação secretarial. Verdade seja dita, homens são menos meticulosos e apegados a detalhes que mulheres, e isso, por vezes, faz toda a diferença numa seleção, colocando os homens em desvantagem competitiva.



Por que o Secretariado não é uma área para homens?
Mulheres, não sejam machistas conosco! :)

Lamentavelmente, ao menos no Brasil, o preconceito presente no meio corporativo acaba impossibilitando a contratação de secretários executivos devido ao posicionamento sexista presente em executivos do sexo masculino... motivo pelo qual existem tão poucos homens atuando no secretariado.

Existe a possibilidade de reinserção do secretário executivo na área, porém tal possibilidade, embora interessante, não atende aos interesses profissionais contemporâneos do sexo masculino, em sua maioria.
Imagine aquele executivo mau caráter que, em detrimento da imagem profissional da secretária, a sonda com olhares nada profissionais. Por este motivo existe um forte movimento de moralização e instauração do respeito pela Mulher no mundo empresarial. E, neste sentido, as secretárias executivas compõem a linha de frente da batalha. Com efeito, o sexo masculino permanece com sua formação secretarial e seu potencial ignorado. Ou seja, uma parte dos homens, os secretários executivos, paradoxalmente, sentem na pele o quão repugnante é o machismo.

No meu caso foram mais de 800 currículos enviados após minha formação como secretário executivo, que me rendeu apenas uma entrevista de emprego, na qual não obtive êxito. Atualmente trabalho com Aviação Civil, em outra área também pouco prestigiada pelo sexo masculino, porém sinto-me realizado e bem colocado no mercado de trabalho por ter toda minha formação acadêmica aproveitada aqui.

Se posso deixar um recado de autoestima para os futuros profissionais da área: o Secretariado é espaço para Inteligência, não para sexismos. Não importa se você é homem ou mulher, ou o quão antiquados e preconceituosos sejam as pessoas à sua volta, sua astúcia sempre compensará todo obstáculo profissional. Sucesso!


quinta-feira, 8 de março de 2012

08 de março - Dia Internacional da Mulher

Mulher! Todos os grandes senhores te reverenciam no dia de hoje, pois eles nasceram do teu ventre.
Mulher! Além de todos os poderes cósmicos, levas dentro de ti a semente sagrada que provê a vida. Tu és o mais belo pensamento de Deus. Teu coração é manancial de sabedoria. De teu íntimo brota a força amorosa que nutre, regenera e ressuscita.

Parabéns Mulheres!!!


Autor: desconhecido

segunda-feira, 5 de março de 2012

Saiba quais perguntas devem ser evitadas durante um processo seletivo


Durante uma entrevista de emprego, o profissional tem a possibilidade de conhecer melhor a empresa empregadora, já que o próprio recrutador abordará temas sobre a companhia, trabalho que será desenvolvido e a vaga disponível. Isso não quer dizer que o candidato não possa perguntar. Entretanto, é necessário ter cuidado com o tipo de questionamento.

Segundo a Consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Sueli Navarro Duarte, as perguntas devem ser feitas de maneira educada e que não intimide o entrevistador.

Ela explica que os recrutadores não se importam que o candidato exponha as suas dúvidas, mas que as questões devem ser limitadas.

“As perguntas devem ser adequadas e não podem interferir muito no processo. O entrevistador se incomoda quando ele percebe que o candidato está conduzindo a entrevista”. Lembre-se de que quem está sendo entrevistado é o candidato e não o recrutador.

Perguntas que devem ser evitadas
Mesmo com cautela, Sueli afirma que existem algumas perguntas devem ser evitadas, como:

Como é o sistema de trabalho em feriado?: este tipo de pergunta pode causar impressão de que o profissional não quer saber de trabalhar, está mais interessado em folgar. Para quem está procurando uma oportunidade de trabalho, isso não é bem visto.

A empresa permite acessar sites cuja finalidade é pessoal, como redes sociais, e-mail particulares, entre outros?: a permissão para navegar em páginas da internet deste tipo depende de cada empresa. O ideal é que o profissional não acesse estes sites no horário de trabalho. Se a empresa permitir, a pessoa saberá, mas tenha certeza de que não é no dia da entrevista de emprego.

O meu chefe é uma pessoa difícil de lidar? Ele é muito crítico? É briguento?: evite perguntar utilizando adjetivos pejorativos. Neste caso, o mais adequado é perguntar qual é o perfil do gestor e com qual tipo de profissional ele gosta de trabalhar. Assim, o recrutador não fica em saia-justa.

A empresa demora para dar retorno sobre a aprovação no processo seletivo?: o problema desta frase é que ela pode soar como mal-educada. O correto é questionar quantas etapas existem no processo. Cabe ao recrutador informar ao candidato como isso é feito. Geralmente, as empresas avisam que o profissional foi aprovado por telefone e reprovado por e-mail. O anúncio de reprovação é por e-mail devido à quantidade de candidatos que participam do processo.

Quais são os benefícios que a empresa oferece? Estas informações são passadas pelo recrutador. Em alguma etapa do processo, o candidato saberá exatamente sobre os benefícios que a empresa oferece aos seus colaborados.

Meus colegas de trabalho são “velhos”? A maioria é mulher? É homem?: além de ser falta de educação chamar as outras pessoas de velhas, este tipo de questionamento pode revelar preconceito por parte do candidato. Se existe curiosidade sobre os colegas, pergunte se é uma equipe heterogênea.

Por fim, Sueli lembra que o candidato não deve fazer comentários sobre o antigo ou chefe atual ou sobre como a empresa em que trabalha ou trabalhou age. “Não fale mal de ninguém, isso é antiético”.

Fonte: Info Money

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O perfil comportamental e seus reflexos no ambiente de trabalho


Todas as pessoas, seja aqui no Brasil ou em outro país, têm sua natureza, ou seja, seu perfil de comportamento. E isso é o que as tornam únicas e é a forma mais visível de como elas são, tanto nos ambientes sociais como nos profissionais. Assim, alguns são vistos como autoritários, outros como influentes, tranquilos ou, então, muito perfeccionistas.

E, dessa forma, no mundo profissional as funções são preenchidas com base em perfis comportamentais, que é o que determina o sucesso (ou não) no trabalho.
Para entendermos melhor como essa questão funciona, existem quatro grandes grupos de características comportamentais presentes nas pessoas. Dentro de cada característica, destaco os pontos a serem observados pelos gestores. São eles:

Dominância: pessoas que preferem estilo de comportamento mais competitivo, autoritário, objetivo, direto e assertivo.
Influência: pessoas com perfil persuasivo, amistoso, verbal, comunicativo e emocional.
Estabilidade: pessoas que adotam uma postura mais previsível, bom ouvinte, deliberado, organizado, persistente, amigável e gentil.
Conformidade: pessoas que na maioria das vezes são detalhistas, lógicas, perfeccionistas e focadas em regras e procedimentos.
Vamos ver como isso aparece no ambiente de trabalho e quais os pontos de atenção mais comuns.

Pessoas de Alta Dominância
Apresentam força de caráter. Independentes, irritadiços, negam afetividade, são focados em resultados. No trabalho, podem apresentar sinais de impaciência, confronto, agressividade. Buscam o domínio, independência e poder. Essas pessoas deveriam atentar para a paciência, atenção às pessoas, humildade, consideração, traçar objetivos coletivos (serem menos individualistas).
O estilo de comunicação pode ser preciso, áspero, direto ao ponto. Melhor comunicação escrita do que oral. Não concluem. São breves e por vezes imprecisos.
Pontos a observar - No trabalho, essas pessoas precisam atentar para o fato de poderem ser vistas como dominadoras. Se estiverem em função de chefia, precisam compreender que nem todos se motivam por desafios. Precisam atentar para os sentimentos que podem ferir e as consequências no desempenho das outras pessoas. Se fizerem parte de uma equipe, precisam cuidar do seu individualismo e buscar mais o trabalho com o grupo, evitando comportamentos arrogantes e a competição exacerbada, pois isso pode fazer com que lhes "puxem o tapete".

Pessoas de Alta Influência
São pessoas que demonstram confiança, entusiasmo, afetividade, buscam relacionamento interpessoal e são focadas em popularidade e comunicação. No trabalho gostam de entusiasmo, elogios, otimismo e tolerância. Não apreciam muito a objetividade e tendem a ser dispersivas. Esses indivíduos precisam atentar para uma abordagem direta, controle de tempo, controle emocional, dados analíticos, mais foco e prazos realistas.
O estilo de comunicação usualmente é natural, envolvente. Compartilham com as pessoas e têm dificuldade em guardar segredos. Mais falam do que executam. Discutem por muito tempo por vezes sem objetividade.
Pontos a observar - No ambiente de trabalho devem evitar a exposição excessiva, a verbalização e a exuberância exacerbada de comportamento (a não ser, é claro, que o trabalho requeira isso).
Como são pessoas que buscam a aprovação, a aceitação, precisam buscar a objetividade e muitas vezes aprender a dizer "não". Se estiverem em função de chefia, precisam lembrar-se de que a direção, o foco muitas vezes são tão ou mais importantes para o grupo do que apenas a amizade e as relações interpessoais.
Se fizerem parte de uma equipe, precisam controlar sua verbalização natural e focarem na tarefa, pois correm o risco de não serem levados a sério.
Pessoas de Alta Estabilidade
Usualmente um indivíduo assim é moderado, consistente, previsível e fácil de lidar. No ambiente profissional esse indivíduo apresenta características de persistência, modéstia, conservadorismo e repetição de ações. Luta para manter o status quo e não aprecia mudanças, pois normalmente é relaxado e feliz com as coisas do jeito que estão. Não aprecia pressões. Pessoas assim devem buscar mais entusiasmo, flexibilidade, aceitação de outros estilos comportamentais, além de novos métodos de trabalho.
Seu estilo de comunicação é muito quieto, calmo, mas não direto o suficiente. Gentil, não fala mais que o necessário. Pode ser questionador e dar sugestões.

Pontos a observar - No trabalho é calmo e tranquilo, mas seu ritmo mais lento pode exasperar pessoas com senso de urgência mais aguçado. Deve buscar conhecimentos novos e observar o ritmo do grupo, adequando-se a ele (essa não é uma tarefa fácil, é bom que se diga). Quando em posição de chefia, pode não ser muito hábil em delegar e tende a fazer ele mesmo. Pode ser lento e hesitante até desenvolver confiança. Deve evitar a procrastinação.

Pessoas de Alta Conformidade
Uma pessoa assim normalmente evita confronto interpessoal. Sua postura é defensiva e expressão contida. No trabalho busca a exatidão, a adesão a regras e controles, bem como atingir resultados com perfeição. Pode ser crítico e não dar a devida atenção a prazos, em função da qualidade. Pode, por vezes, isolar-se. Teme as emoções e ações não racionais. Pessoas assim devem atentar para uma maior consciência dos sentimentos, verbalização, emoção e trabalho em equipe.

Em termos de comunicação, um indivíduo assim observa à distância para preservar seu conhecimento e sua privacidade. Questiona pela lógica. Fala apenas o necessário e não se envolve em conversas mais informais.

Pontos a observar - No trabalho é perfeccionista e detalhista. Precisa ter atenção à real necessidade de perfeccionismo e antes de travar algum processo, perguntar-se "mas, é realmente necessário?" Precisa ter em mente mais a necessidade do grupo e a visão das situações e dos projetos como um todo, para evitar "emperrar". Quando em função de chefia pode ser relutante em delegar, com receio de romper o sistema já estabelecido e de perder o controle. Isso é algo para refletir.

Fonte: Edson Rodriguez para o RH.com.br



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

8 passos para inovar no mercado de trabalho


A capacidade de inovar é cada vez mais desejada no mercado de trabalho. Treine essa habilidade com os oito passos a seguir e se torne craque!

Na dinâmica da inovação é comum as pessoas ficarem sem pique e entregarem os pontos. Outras, nem dão o primeiro passo. A essa ambiguidade - "quero o novo, mas não quero abrir mão do velho" -, somam-se a falta de confiança de pôr a mão na massa e a noção de que "em time que está ganhando não se mexe". A própria mente começa a se perguntar: "E se der errado?".
Essa é a hora de se fazer uma outra pergunta: como se preparar para que o intuito dê certo? Um bom caminho é se informar sobre aquilo que você deseja fazer. É saudável reconhecer as nossas limitações; afinal, ninguém nasceu apto a fazer tudo. Mas é preciso buscar ferramentas para se sentir mais preparada.
Confira os oito passos a seguir e se torne craque na hora de inovar:
1. Afaste o conformismo
Sem essa de se acostumar com certa situação por achar que ninguém a ouve. "Se você está segura do que quer, não desista. Não deixe que um não a breque" alerta o psicólogo João Marcos Varella (SP).
2. Olhe para si mesma com carinho
Você verá que tem habilidades latentes que podem ser úteis nos momentos de transição. "Geralmente, numa situação de forte stress, a pessoa se surpreende com sua garra e energia", revela Varella.
3. Some forças
Muitas vezes, nos sentimos mais confortáveis falando com quem enfrenta os mesmos problemas. "Os grupos de apoio, inclusive os virtuais, são grandes aliados nessa fase. As pessoas se sentem mais compreendidas, menos sozinhas", diz a psicóloga Cecília Zylberstajn.
4. Seja objetiva
"Converse com seu inconsciente com clareza: sou vencedora, sou magra, sou feliz", ensina Cesar Romão, mestre em psicologia organizacional (SP). "Se você pensar 'acho que quero isso, acho que quero aquilo', o inconsciente não permitirá que você aja com firmeza."
5. Direcione o seu foco
Nada de gastar tempo e energia pensando naquilo que não gostaria que lhe acontecesse. "As pessoas vivem para evitar o que não querem. Isso traz, lá na frente, a insatisfação e também impede que percebam novas oportunidades", explica Romão.
6. Experimente
Não tenha medo de apostar em algo diferente. Errou? Tente de novo. O que não vale é paralisar. "Observe, mas cuidado para não ficar sempre inventando uma nova situação, pulando de galho em galho. A falta de habilidade para criar vínculos também não é saudável", esclarece Cecília.
7. Olhe para trás
Repasse suas experiências e analise os resultados alcançados. "A inovação pode começar daí: recriando em cima daquilo que deu certo e refazendo algo de outra forma. Sua bagagem de vida é uma aliada na hora de encarar um novo desafio", avisa Varella.
8. Seja flexível
Olhe o mundo com a disposição de realmente entendê-lo. Abra a mente, deixe fluir as emoções, recicle conhecimentos. "Não se acomode na sua zona de conforto", aconselha Romão.
 Fonte: M de Mulher


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Empresas de internet decretam o fim do currículo no Brasil


Seguindo a tendência mundial, companhias brasileiras passam a utilizar, cada vez mais, um único critério em seus processos seletivos: a presença na web
Pouco mais de um ano atrás, o estudante de sistemas de informação Estevão Mascarenhas, então com 19 anos, passou por uma situação curiosa. Ele começou a interagir nas redes sociais, sem saber, com seu futuro patrão. No fim de 2010, Horácio Poblete, presidente dastartup Ledface, começou a seguir o jovem no Twitter por indicação de amigos – que, por sua vez, não tinham qualquer ligação direta com o universitário. Empregador e funcionário em potencial começaram a discutir empreendedorismo pela rede de microblogs, até que Horácio tivesse intimidade o suficiente para solicitar a Estevão que o adicionasse em seu Facebook. Depois de três meses de observação virtual intensa, o executivo finalmente se convenceu de que o estudante era um profissional que, além de qualificado tecnicamente, identificava-se com os valores da empresa. A proposta veio em seguida. Estevão largou a faculdade na Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), em Minas Gerais, e mudou-se para Campinas, em São Paulo, de emprego novo, sem ter enviado ao menos um currículo.

Casos como esse são cada vez mais comuns no país. Não chega a ser novidade que as companhias 'bisbilhotem' os candidatos nas redes sociais antes de chama-los para entrevistas. De acordo com uma pesquisa da empresa de recrutamento americana Robert Half, 63% das companhias brasileiras consultam perfis de candidatos nas redes de relacionamento. Mas até então esse procedimento era complementar. “No final, os recrutadores cruzavam os dados do currículo, as impressões da entrevista formal e as individualidades dos candidatos com base em suas informações de perfis na web”, explica Bernardo Entschev, CEO da recrutadora de executivos De Bernt Entschev. Hoje, no entanto, já existem empregadores – ao menos no caso de grupos que trabalham diretamente com tecnologia da informação – que vão além. Elas ousam dispensar completamente o currículo. A ideia é analisar, não só a capacidade técnica, mas também valores, o nível cultural e a intimidade do candidato com a internet apenas por intermédio de suas pegadas na web.
EUA na dianteira – No Brasil, o processo é, por enquanto, restrito a empresas focadas no mundo digital, sobretudo para vagas de estrategistas de mídias sociais. Nos Estados Unidos, porém, até o mercado financeiro adotou a nova política. Recentemente, a empresa de capital de risco Union Square Ventures – que já investiu em pesos pesados da internet como Twitter, Foursquare e Zynga – pediu que os candidatos a uma vaga de analista de investimentos enviassem apenas links que representassem sua interação na web, como contas no Twitter ou no Tumblr.
A rede social LinkedIn é a escolha mais óbvia para o recrutamento via rede social justamente porque já contém uma espécie de currículo embutido. Contudo, não é este histórico profissional o ponto forte dela, dizem os especialistas. O que os recrutadores buscam é saber com com quem o candidato está conectado, quantas recomendações ele tem de pessoas influentes e se participa ativamente de grupos e discussões relacionadas à vaga que pleiteia. “Além de LinkedIn, costumo pedir a URL de algum agregador de todos os perfis do candidato em redes sociais, como Twitter, Facebook e Tumblr, para que possa analisar a presença online dele”, diz Alexandre Inagaki, especialista que presta consultoria em mídias sociais para clientes como Bradesco e Coca-Cola. Inagaki explica que, a partir das URLs de referência, consegue analisar, além da rede de contatos, a bagagem cultural, a capacidade de produzir conteúdos originais de qualidade e a performance do candidato na hora de adaptá-los a diferentes linguagens. “Contrato pessoas residentes em qualquer lugar do país”, completa.
Na startup GetNinjas, uma espécie de Mercado Livre para serviços, todos os candidatos precisam ter a "internet na veia"; mesmo que não estejam concorrendo a uma vaga para analista de mídias sociais. O presidente da empresa, Eduardo L’Hotellier, instalou um plug-inchamado Rapportive em seu e-mail que 'denuncia' os candidatos com base na forma como interagem nas redes sociais. No último processo seletivo para estagiário de marketing, em que os candidatos foram requisitados a enviar os perfis no LinkedIn, o empresário eliminou diversos interessados observando apenas seus últimos tweets (textos postados no Twitter).
Os processos seletivos na agência de publicidade focada em mídias sociais It’s digital são ainda mais inusitados. “Muitas vezes, pedimos apenas os dados de contato e fazemos uma pergunta aberta, como, por exemplo, ‘o que você tem feito de interessante?' ou ‘você tem algum projeto paralelo?'. Com uma pergunta tão aberta, as pessoas acabam deixando os chavões de lado, e trazendo informações mais ricas para nós”, explica o diretor da agência, Lucas Couto.

Fonte: veja.abril.com.br

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Facebook é uma boa rede para encontrar emprego


Só no ano passado, 84% dos recrutadores buscaram candidatos pela rede social e 48% fizeram pelo menos uma contratação através do site
Está à procura de emprego, mas não sabe como espalhar seu currículo? Talvez a resposta para este problema seja mais simples do que você imagina: o Facebook. Não é de hoje que a rede social de Mark Zuckerberg tem atraído os olhares das empresas quando o assunto é contratar funcionários. É claro que outros sites, em especial o LinkedIn, possuem um foco mais abrangente no preenchimento de dados profissionais, mas é incontestável que o maior site de relacionamentos do mundo reina soberano na mão dos recrutadores.

Para se ter uma noção, um
infográfico desenvolvido pela HireRabbit, uma companhia especializada em pesquisa e recrutamento pelas redes sociais, mostra que 48% de todos os candidatos a um trabalho e 63% das pessoas com um perfil já procuraram por emprego usando o Facebook, só no ano passado. Por outro lado, 84% dos recrutadores buscaram candidatos pela rede social, 48% efetuaram pelo menos uma contratação através do site (só no ano passado) e 16% receberam indicações de outros amigos conectados no site.

Fora isso, o site é o segundo com maior número de atividades em todo o mundo com 85% de todos os internautas cadastrados. Desta porcentagem, 74% utilizam a rede diariamente (um em cada sete minutos são gastos no site) e 57% dos usuários têm mais de 100 amigos.

Mas, como fazer para que o seu perfil seja notado pelas companhias? O primeiro passo é deixar o design mais completo, principalmente no que diz respeito ao seu currículo profissional. Também fique atento aos seus interesses e páginas que curtiu, além de se manter ativo na rede social.

Se quiser saber mais, fizemos uma matéria com dicas sobre como otimizar sua conta do Facebook. Para acessá-la,
clique aqui. Já para checar o infográfico clique aqui.

fonte: www.olhardigital.uol.com.br