quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Redes sociais x Vida profissional

Uma recente pesquisa feita pela empresa de recrutamento Robert Half apontou que 44% das empresas brasileiras desclassificam candidatos a uma vaga de emprego devido à má utilização das redes sociais.

Isso mesmo, de (quase) nada adianta lembrar-se das dicas deste artigo que orienta a causar uma boa impressão em uma entrevista de emprego se o seu Facebook ou seu Linkedin jogam contra você.

Sabendo disso, resolvi escrever este artigo pensando em ajudá-lo a fazer com que as redes sociais contem pontos a favor da sua imagem pessoal, e não contra. E reuni algumas dicas que farão a diferença. Acompanhe.

1) Saiba dosar a quantidade de posts que você faz por dia

 Ninguém gosta de ver sua “timeline” composta apenas por posts de uma pessoa, muito menos recrutadores de empresas. Isso passa a impressão que essa pessoa passa o dia inteiro naquele mundo virtual, e não dedicando tempo a crescer profissionalmente. E as empresas querem pessoas interessadas por seu próprio desenvolvimento profissional, e não pessoas que só querem um emprego para ter o que receber no fim do mês.

Claro que você não precisa deixar de postar. O importante é ter bom senso, escolher bem os temas a serem postados (não preciso nem falar que pornografia, violência e drogas são assuntos nunca bem vistos no ambiente profissional, né?) e não virar um “poluidor” de redes sociais dos amigos, colegas, clientes, etc.

2) Não use suas redes sociais como terapeutas

Desabafar, falar mal do chefe/do cliente, reclamar do salário… nada disso é legal para sua imagem pessoal quando o assunto é o uso profissional das redes sociais. Se um recrutador se deparar com esse tipo de comentário no seu perfil, ele com certeza vai colocá-lo no fim da lista de profissionais a contratar. Afinal, você entraria na empresa com selo reclamão na testa, e ninguém quer esse tipo de profissional na equipe, pois eles prejudicam o ambiente e até mesmo os resultados do time.

3) Uma imagem fala mais do que mil palavras
 Já ouviu este ditado, não é mesmo? Pois apesar de clichê, ele é absolutamente real. Ou seja, aquela foto da festa do último fim de semana que mostra que você passou dos limites no volume de álcool consumido deveria ficar apenas no seu computador; aquela outra do pessoal curtindo a praia, todo mundo de biquíni, sunga, também ficaria melhor se fosse dividida apenas entre vocês, e assim por diante.
Pode até parecer algo simples, mas são pequenos cuidados que lá farão a diferença na sua carreira. Pode ter certeza disso.

4) Não saia curtindo todas as páginas que lhe parecerem legais

 Hoje aquela página “Odeio segundas-feiras” pode parecer legal para você. Amanhã, ela vai mostrar ao seu recrutador, chefe, cliente que do que você não gosta, na verdade, é de trabalhar. E você estará prejudicando sua imagem ao passar essa impressão. Por isso, pense muito bem antes de clicar no “seguir”, “curtir”. Estes cliques têm um poder maior do que você pode imaginar.

5) Use suas redes sociais para compartilhar conhecimento

 As pessoas gostam de saber como está a vida do amigo, do parente, do vizinho, do colega, mas também gostam (e querem) ter acesso à informação de qualidade por meio das redes sociais. E se você for esse compartilhador de conhecimento seus contatos profissionais valorizarão essa sua característica.

Nesse sentido, participar de grupos da sua área é uma excelente maneira não apenas de compartilhar, mas de receber conhecimento. E também de aumentar sua rede de relacionamentos. Aposte nisso!

Claro que estas não são as únicas dicas para cuidar da sua imagem pessoal nas redes sociais, mas segui-las já é um bom começo. Pense nisso, pare de cometer gafes e cuide também de quem você é na internet. Sua carreira agradece!



Fonte: http://silvanalages.com.br

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Profissional de Secretariado - para refletir



"É sabido que o sucesso de qualquer obra resulta de esforço de um trabalho coletivo. Entretanto, para o sucesso da profissão de secretariado, o reflexo  da atuação de cada profissional é determinante para o reconhecimento, a valorização e a consolidação da Profissão".

Mária Bernadete Lira Lieuthier-Presidente da FENASSEC-Federação Nacional de Secretárias e Secretários

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Resiliência: o quê, porquê e como


“Mais do que educação, mais do que experiência, mais do que treinamentos, o nível de resiliência de um indivíduo determinará quem terá sucesso e quem se perderá pelo caminho. Isso é verdade para pacientes com câncer, é verdade para atletas olímpicos, e é verdade para executivos e empreendedores na sala de reunião”, afirma Dean Becker num artigo de 2002 da Harvard Business Review. Resiliência, portanto, é a habilidade de controlar sua resposta a situações física ou mentalmente estressantes. A ciência mostra que quanto mais resiliente o indivíduo é mais longe ele irá na sua vida pessoal e profissional. Faz sentido. Sucesso é a o reflexo de inúmeras quedas e derrotas que foram encaradas como oportunidades de aprendizado e crescimento.

Na minha experiência convivendo e trabalhando com indivíduos extremamente talentosos – em Harvard, na Nestlé, na McKinsey, na Fullbridge e pelo mundo – fica claro que os mais interessantes são aqueles que passaram por adversidades as vezes pesadas e tiveram força para se reerguer ainda maiores. Eles tem uma energia interna contagiante, empatia e humanidade ao mesmo tempo que demonstram força e determinação certeira. Exemplo? Liz Kwo, minha colega e co-coach no programa que recentemente concluímos em Shanghai pela Fullbridge: nascida em Taipei de mãe solteira, pobre, imigrou ilegalmente aos Estados Unidos com a mãe e a irmã quando ainda bebê. Em San Francisco, onde chegaram de navio, moravam numa garagem enquanto a mãe suava em empregos simples para trazer comida pra “casa”. Ela tinha tudo pra dar errado na vida, mas hoje suas paredes ilustram diplomas da Stanford, Harvard Medical School e Harvard Business School, simplesmente as melhores instituições de educação do mundo. Como? Porque ela sabia que sua única chance seria através da educação e mérito, o qual ela demonstrou sempre sendo a aluna mais engajada, curiosa e determinada. Escutando ela falar fica claro que sua jornada não foi fácil ou romântica, mas ela diz “toda vez que eu me sentia como uma perdedora, alguém marcado para falir, viver na pobreza e ser uma vítima de um mundo injusto e cruel eu fechava os olhos e lembrava que o esforço da minha mãe tinha que valer a pena, e aí eu liberava a fera dentro de mim”. É inspirador escutar isso dela, ainda mais porque suas palavras saem sem dor ou rancor; ela conta sua história com orgulho, suavidade, humanidade ilustrada com vulnerabilidade e determinação para continuar em frente.      

Claramente, o indivíduo resiliente não é aquele que evita stress de toda e qualquer forma, mas sim aquele que aprende como controlá-lo e transformá-lo em energia produtiva. A pessoa resiliente provavelmente entortará, mas não quebrará, quando confrontada com adversidade, traumas, tragédias e ameaças. Ela é, na maior parte do tempo, ativa e não passiva em relação ao o que acontece a seu redor e em sua vida, sempre acreditando ser autora do seu presente e futuro, e não uma vítima do seu passado.

Bom, mas felizmente muitos de nós não passaram por situações dramaticamente impactantes que balancem nossos valores e nos façam questionar nossa missão no mundo, o que frequentemente se ouve de gente extremamente resiliente (já ouviu a história de alguém que sobreviveu um grave acidente ou doença?). Então, o que fazer se sua vida é confortável e relativamente linear? Os cientistas Steven Southwick e Dennis Charney, da Yale University School of Medicine, recomendam 4 estratégias comprovadas cientificamente para dar um boost em sua resiliência:

Trabalhe com seu físico: fisiologicamente, atividade física moderada promove a liberação de endorfina e dos neurotransmissores dopamina e serotonina, os quais reduzem sintomas de depressão e melhoram o humor. Um experimento com animais mostrou que correr frequentemente diminui fobias diversas e aumenta a coragem para exploração de novos ambientes. O recomendado é uma hora e 15 minutos por semana de atividade aeróbica intensa como corrida e natação, ou duas horas e 30 minutos de atividades moderadas como caminhada, por exemplo.

Aceite desafios e saia da zona de conforto: dar uma passo além do que você normalmente faria, seja nas férias, no final de semana, ou no trabalho, estica sua zona de conforto e potencialmente aumenta sua segurança. Não há limites e cada um sabe o que isso significa para si, mas pode ser vencer um medo, fazer uma apresentação num idioma novo, explorar um outro país com poucos recursos e infraestrutura, ou começar a dizer não ao invés de sempre se moldar para agradar os outros.
Medite, e desenvolva uma visão positiva do mundo: meditar frequentemente pode lhe trazer clareza, foco e facilitar a priorização de onde investir sua energia. Meditar lhe conecta com o presente, evitando lamentações sobre o passado e preocupações excessivas com o futuro. Isso comprovadamente reduz o stress e lhe permite maior controle sobre sua vida e decisões, lhe tornando uma pessoa mais segura e determinada.

Amigos & relações humanas: finalmente, a última tática para aumentar resiliência o estimula a passar mais tempo com pessoas com as quais você demonstra aceitação, respeito e admiração mútua. Só funciona, no entanto, se você estiver realmente conectado aquela pessoa e poder contar com ela para conselhos, dicas ou apenas um ombro amigo. Ajuda se sua network for recheada de indivíduos que são exemplos de resiliência em pessoa, pois você terá role models a observar e seguir. Imitar comportamentos e práticas que deixam os outros mais fortes também pode ser de alto valor. Por exemplo, quando estiver desanimado e pronto pra desistir vale lembrar que existe uma “fera” dentro de cada um de nós, como diria minha colega Liz.

Finalmente, escrever sua história ciente de que você é autor e protagonista, de que você decide gastar mais tempo comemorando pequenas vitórias do que lamentando sobre como o mundo é injusto com você, aumenta sua motivação, determinação, produtividade e, ultimamente, felicidade. É por isso que as universidades e empresas mais concorridas do mundo esperam escutar histórias de superação e resiliência em seus processos seletivos. Dado tudo isso, eu pergunto a você, leitor, e também a mim mesmo: qual o próximo capítulo?

Fonte: Alex Anton é MBA pela Harvard Business School e tem no seu currículo empresas como Nestlé e McKinsey & Company. Já morou e trabalhou no Canadá, Alemanha, Suíça, Indonésia, Estados Unidos e China. Além disso, é entusiasta da meditação, fotografia e corrida. Suas ideias podem ser conferidas no blog http://www.transforme.is


quinta-feira, 29 de agosto de 2013








Diretoria da Fenassec é empossada em Brasília

A diretoria eleita da Federação Nacional das Secretárias e Secretários (Fenassec) foi empossada na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC), em Brasília, para a Gestão 2013/2017. A presidente da entidade, Bernadete Lieuthier, e a vice-presidente, Stela Pudo Basiuk, foram reconduzidas ao cargo. A titular também faz parte da Diretoria de Assuntos Internacionais da CNTC.

O evento contou com a presença do presidente da CNTC, Levi Fernandes Pinto; do diretor secretário, Lourival Figueiredo Melo; do vice-presidente da CNTC, Valmir de Almeida Lima, além de Paulo Guadalupe, representando a Federação Nacional dos Empregados Vendedores e Viajantes do Comércio (Fenavenpro). Lieuthier agradeceu a todos que, direta ou indireta, tem apoiado e confiado na sua atuação.

Ela conclamou a todos os presidentes de sindicatos, secretários e secretárias, bem como os parceiros, para unir esforços e iniciar uma gestão participativa. “Nossa luta mais obstinada continua ser a criação do Conselho Federal de Secretariado, por que entendemos ser a solução para os inúmeros problemas que afetam a categoria”.

Lembrou ainda que a categoria vivencia um momento histórico, que é posse da diretoria constituída tão somente de mulheres, no momento em que o país é chefiado por uma mulher. “Aliás, importantes cargos desse Brasil têm sido ocupados por mulheres. É a marca do gênero feminino. Por essa razão não poderíamos deixar passar a oportunidade de rendermos as nossas homenagens a todas as mulheres, que no dia a dia tem jornadas excessivas de trabalho, e que mesmo com todos os avanços, ainda sofrem com salários baixos, violência, desvantagens na carreira profissional e preconceitos”.


Fonte: Fan Page da FENASSEC




quarta-feira, 24 de julho de 2013

Palestra para o Curso Técnico de Secretariado

Feliz e gratificada por ter dado mais uma palestra, desta vez, foi para o Curso Técnico de Secretariado da Escola Técnica Estadual Luiz Navarro de Brito. O tema: Panorama do Mercado de Trabalho do Profissional de Secretariado, em 23.07 à noite. É sempre muito bom poder compartilhar conhecimentos.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Aperfeiçoando Técnicas Secretariais promovido pela Executiva Jr. da UFBA-Universidade Federal da Bahia

 
A aula do dia 08.07 foi sobre Imagem e  Postura Profissional, bem oportuno, por ocasião dos comentários sobre a personagem Aline "secretária" em uma novela.
 
 Na vida tem sempre alguém de olho na gente, portanto, cuidado! Cada vez mais está sendo exigido dos profissionais um comportamento adequado ao seu ambiente de trabalho, pois a imagem de uma organização depende da imagem de quem a representa.

09.07 - O assunto foi sobre  Ética, a turma analisou um Case de um Profissional de Secretariado baseado em uma das Virtudes Éticas: Ter coragem para assumir decisões. Muito bom e enriquecedor. A turma foi de uma imaginação!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

As 10 vagas de trabalho mais difíceis de preencher no Brasil


Pesquisa da ManpowerGroup revela os dez cargos para os quais mais faltam candidatos qualificados em 42 países, incluindo o Brasil.

São Paulo – A consultoria ManpowerGroup ouviu 38 mil empregadores em todo o mundo para mapear os cargos mais difíceis de preencher em 42 países. Destes, o Brasil é o segundo com a maior dificuldade de preenchimento de vagas devido à falta de profissionais qualificados: 68% dos empregadores relataram o problema, atrás apenas do Japão, onde 85% dos empregadores enfrentam essa dificuldade. A média mundial foi de “apenas” 35%.

A maioria das profissões é técnica – de nível médio ou superior – e atuante em setores como construção civil e indústria. Confira as vagas mais difíceis de serem preenchidas no Brasil, devido à falta de talentos:

1. Técnicos
2. Operadores de produção
3. Pessoal de contabilidade e finanças
4. Trabalhadores manuais (como soldadores e eletricistas)
5. Operários
6. Engenheiros
7. Motoristas
8. Secretários, atendentes de telemarketing, assistentes administrativos e auxiliares de escritório
9. Representantes de vendas
10. Mecânicos.

Em comparação aos empregadores dos demais países, os brasileiros têm mais dificuldade de achar pessoal qualificado que os sul-africanos, os guatemaltecos e os chineses, por exemplo. Nas Américas, o Brasil foi o país onde essa dificuldade mais foi reportada. A segunda colocada, a Argentina, vem bem atrás, com 41% dos empregadores relatando a falta de talentos. Os menores índices no continente americano foram os de Peru (28%) e Colômbia (30%).

A média do continente, onde foram ouvidos 10 mil empregadores, foi 39%, uma queda significativa desde 2006, quando a média fora de 70%. A falta de profissionais qualificados de nível técnico foi o maior problema relatado não só no Brasil, como na América como um todo. Os principais motivos indicados para a dificuldade em se preencher as vagas foram: falta de competência técnica (33%), falta de candidatos (31%) e falta de experiência (24%).
Como consequência, a falta de pessoal qualificado impacta as companhias principalmente na sua habilidade em servir os clientes, sua competitividade e na rotatividade dos empregados. 

Para enfrentar o problema, 26% dos entrevistados nas Américas disseram que dão treinamento adicional ao pessoal.

Fonte: Exame.com
 










terça-feira, 28 de maio de 2013

Imagem não é frescura, é chave para o sucesso!

Fala-se muito sobre o trabalho da mulher dentro das organizações, sobre a capacidade que elas têm de se virar em 30 para dar conta de trabalho, família, casa, amigas, saúde (etc.) e, é claro, sobre o que a “mulher de hoje” precisa saber/fazer para se destacar nas suas áreas de atuação.

Dentro desses debates, um tema que surge com cada vez mais força é o papel da imagem que a mulher constrói e que a auxilia no seu desenvolvimento pessoal e profissional, até porque, como gosto de dizer, imagem não é frescura, é chave para o sucesso!
Assim, antes de mais nada, é preciso entender o que é imagem…

Diferenças entre imagem e moda

A moda tem crescido muito nos últimos tempos. Diariamente, a mulher é bombardeada de informações sobre o que usar, o que não usar, como usar. Porém, isso tudo é muito perecível. Ao invés de falar em moda, é preciso falar em imagem, que é o que perdura. É preciso despertar na mulher a consciência de que a roupa e a maquiagem que ela escolhe transmitem uma mensagem.

O problema em pensar em moda, e não em imagem, é que essa visão míope faz com que muitas vezes as profissionais errem na mão na hora da escolha do traje profissional, levando em consideração “o que está na moda”, e não o que é adequado ao seu próprio estilo, ao momento, ao ambiente e assim por diante.

Como a mulher deve trabalhar a sua imagem no ambiente de trabalho

Com isso em mente, desenvolvi um plano de ação que pode ajudar as mulheres a iniciarem uma virada no que diz respeito à imagem que desejam estabelecer:

1) Entenda a realidade do seu mercado - analise colegas de trabalho, líderes e clientes. A percepção do que é mais comum ajuda a formar a imagem ideal para si. A partir disso, busque criar a sua própria identidade, a sua imagem;
2) Saiba que nem sempre o que funciona para uma pessoa, funciona para todas - analise o seu corpo e busque fontes confiáveis para entender o que funciona pra você;
3) Não deixe que a moda use você. Use você a moda! - nem tudo o que está na moda se encaixa no seu perfil nem no perfil da sua profissão. Desenvolva seu senso crítico e preocupe-se com a sua IMAGEM, não com a moda;
4) Planeje a sua imagem! - com base nas mensagens que deseja transmitir (que devem ser coerentes com seus objetivos profissionais), defina o padrão de imagem que deseja buscar e trace metas para chegar até esse padrão. O resultado você verá na prática!

Tenha isso em mente


Fonte: Blog Silvana Lages