quarta-feira, 30 de março de 2011

Curso Aperfeiçoando Técnicas Secretariais-UNEB-Juazeiro-BA

Visando a melhoria das atividades acadêmico-administrativas, a ampliação de conhecimento dos servidores das técnicas de secretariar, dos requisitos éticos e da qualidade no atendimento e a qualificação dos serviços prestados pela Universidade, o Departamento de Ciências Humanas (DCH) – Campus III, através da Coordenação de Recursos Humanos, promoveu o curso Aperfeiçoando técnicas secretariais. A capacitação, que aconteceu na segunda quinzena de março, contou com a participação de trinta e oito servidores, entre eles secretários do Departamento de Ciências Humanas (DCH) e do Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS), ambos do Campus III, além de outros servidores interessados que trabalham com atendimento na Universidade.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Sucesso Profissional - As atitudes e comportamentos exigidos pelas organizações

Caio Lauer

O mercado de trabalho vive em constante mudança e muito se fala no perfil de sucesso do profissional moderno. Por conta desta mutação do cenário corporativo e das diversas áreas de atuação, é difícil afirmar quais as condutas e ações mais adequadas para toda e qualquer situação de trabalho. Porém, existem competências técnicas e comportamentais que devem estar presentes em todas as atividades profissionais, de acordo com as tendências do mundo organizacional.

Em geral, todo profissional possui competências técnicas (executar suas atividades do dia a dia) e estratégicas (ter a consciência da situação global da empresa, para onde caminha, situação de mercado e desafios), e o comportamento humano (como postura e relacionamento interpessoal).

O profissional de sucesso precisa saber lidar com pessoas, deve agir com naturalidade às pressões do dia a dia, tem que ser flexível e precisa saber reagir rapidamente a mudanças, no entanto as cobranças dependerão de cada empresa e podem ser diferentes dependendo da área de atuação. Por exemplo, uma área técnica exige ações mais precisas e pontuais, enquanto uma área comercial exige uma maior humanização nas ações, como questões de negociação e retenção de clientes. “Administrar a parte técnica não é algo crítico para as organizações, pois quando há a contratação de um profissional, entende-se que ele domina determinadas atividades que competem a sua demanda. O mais desafiador é despertar na pessoa uma visão mais consciente da empresa em que atua e seu papel como parte estratégica da corporação”, aponta Nelson Moschetti, consultor de RH da Crowe Horwath RCs, empresas de auditoria e consultoria.

As competências podem ser divididas em dois grandes grupos: as técnicas e as comportamentais. Na parte técnica, espera-se do profissional que seja suficientemente habilidoso, para realizar de forma correta suas atividades. “Um erro comum é que, muitas vezes, as pessoas se prendem às ações do momento e não pensem que na evolução da carreira podem passar a desempenhar funções diferentes”, alerta Víctor Martínez, especialista em análise de perfil comportamental e CEO da Thomas Brasil, empresa de gestão de pessoas. Já a competência comportamental é a capacidade de integrar e identificar as próprias emoções, motivações e pensamentos, colocando-os de forma prática frente às situações do dia a dia.

Uma pessoa que possui o comportamento adequado às exigências da empresa, mas não tem conhecimento de suas atividades, tecnicamente falando, não atingirá o sucesso. O oposto também coincide, pois uma pessoa que sabe muito do que faz, mas não se porta conforme às expectativas da organização, naturalmente será visto com maus olhos. Para Víctor, em relação as competências comportamentais, quando um profissional é contratado, o bom senso indica 75% da conduta que deverá ter no ambiente de trabalho. “O restante, como valores e cultura da empresa, só será revelado durante suas atividades de rotina e com a convivência neste novo ambiente”, completa.

Gestores centralizadores não dão espaço para novas ideias e prendem seus subordinados em suas ações e decisões. Então, no papel de líder, é importante saber criar um ambiente na equipe que facilite a solução de problemas, estimule a inovação e dê autonomia aos liderados. “A alta direção da empresa precisa ter um discurso que estimule a prática de um bom ambiente de trabalho e com boas condições para os profissionais. Essa filosofia deve ser passada para a média gerência e para o primeiro nível de chefia, como supervisores”, opina Moschetti.

O diferencial competitivo do profissional está em saber gerir as próprias características. Ou seja, no autoconhecimento e na identificação das competências e do perfil comportamental. Após conhecer as próprias características, é preciso analisá-las junto às exigências do mercado atual, e desenvolver outras, caso necessário. “O profissional não pode estar voltado apenas para a expectativa do que a empresa pode fazer por ele. A chamada proatividade é fundamental para alcançar o sucesso e fazer cursos de especialização na área. MBAs, por exemplo, auxiliam no avanço da carreira”, finaliza Nelson Moschetti.

Fonte: As atitudes e comportamentos exigidos pelas organizações – Sucesso Profissional - Jornal Carreira e Sucesso


sexta-feira, 4 de março de 2011

08 de março - Homenagem Dia Internacional da Mulher

A TODAS     
No princípio éramos Eva.                                                
Nascidas para a felicidade dos Adãos.
E nosso paraíso tornou-se trevas
Porque ousamos libertação.
 Mas sonhávamos com a igualdade                              
 Mais tarde fomos Maria
  Nosso pecado redimiria
 Dando à luz Aquele que
Traria a salvação
Mas isto não bastaria para
Encontrarmos o perdão.
Passamos a ser Amélias
Mulheres de verdade.
Para a sociedade
Não tínhamos a menor vaidade.
Muito tempo depois decidimos:
Não dá mais!
Queremos nossa dignidade
Temos nossos ideais!
Hoje não somos só esposa ou filhas
Somos pai, mãe, chefes de família.
Somos caminhoneiras, taxistas, piloto de avião,
policial, operária em construção.
E ao mundo dizemos: com licença, eu vou à luta.
Fonte: Extraído da Revista Presença da Mulher, 10/04


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Você é um profissional proativo?

Proativo é o profissional que enxerga além do que vê e busca sempre se atualizar.

Aquela pessoa que não tem medo de errar e que pensa sempre na frente. Prevê as necessidades e resolve problemas, antevê os conflitos e os resolve de pronto. Não tem soluções prontas, cria uma para cada situação.
Uma pessoa equilibrada e feliz, já que não deixa nada para trás e administra bem seu tempo, sem deixar que trabalhos e retrabalhos deixem seu dia estressante. Também é motivado já que não recebe advertências, muito menos chamadas de prazo estourado.

Ele tem "atitude".

É dono do seu tempo, piloto de sua aeronave e não fica em cima do muro esperando as coisas acontecerem. Sabe que uma das únicas coisas que todo ser humano possui, igual para todas as pessoas, mesmo o Presidente, o Papa, Silvio Santos ou um mendigo, são as 24 horas do dia.

A maneira como determina seu dia é que realmente faz a diferença entre o profissional proativo ou não. Você sabe que diferença faz no resultado final global (corporativo) contar com pessoas que tenham atitude no trabalho?

Toda diferença. Pessoas proativas estão sempre adiante do seu tempo, fazem as coisas acontecerem e mudam a história de qualquer empresa.

E como se diferencia um profissional com iniciativa de um procrastinador?

Segundo o Dicionário Aurélio, procrastinar quer dizer "transferir para outro dia; adiar, delongar, demorar".

Quantas vezes você deixou alguma coisa para depois e a oportunidade passou? Quantas ideias você teve, não implementou e quando desejou implementá-las já não tinham mais a validade de quando as concebeu? Quantos negócios e oportunidades você perdeu por esperar demais?

O profissional de atitude se torna útil e todos o procuram, respeitam, pedem sua opinião. Aquele procrastinador está sempre adiando trabalho, respostas e reuniões; as pessoas, com o tempo, passam a ignorá-lo e ele não se torna mais necessário.

Eu percebo logo uma pessoa assim quando ligo e a pessoa não atende de pronto.

Ou está em reunião, ou numa outra ligação, ou está ocupada e retorna
em um minutinho. E muitas vezes este minutinho demora dias, semanas, meses e dezenas de retornos sem sucesso.

Não é mais fácil atender e resolver em um minuto, mesmo que seja para dizer: “olha, o seu produto, sua proposta, não me interessam!”

As pessoas merecem respeito.

Sempre digo que, se precisar de um favor de alguém, peça-o para alguém muito ocupado; com certeza ele vai arrumar tempo para te atender, enquanto outros...

Mas de onde tirar motivação para adotar esta postura "pra frente”?

De dentro de nós. A empresa, família, amigos não têm a responsabilidade sobre nosso sucesso profissional. Estar sempre antenado e sair à frente em decisões, saber das informações atuais e buscar soluções é muito importante para criar uma atmosfera favorável. A automotivação é fundamental a todos.

Fazer cursos, assistir palestras, ler livros, conversar com pessoas inteligentes e que acrescentem é o caminho para estar sempre motivado e proativo.

E como os líderes podem incentivar esta postura em seus subordinados?

Dica um - motivando-os através de treinamentos, criando uma biblioteca na empresa, em que eles poderão receber prêmios através do numero de livros lidos mensalmente.

Dica dois -  buscar a responsabilidade social, trazer para a empresa algum projeto no qual os funcionários se responsabilizem por alguma instituição e trabalhem no mesmo objetivo.

Dica três - criar o funcionário do mês, quando eles serão avaliados através de suas ações e serão premiados pelas atitudes positivas e proativas durante o mês.

Dica quatro - exterminar a procrastinação (empurrar com a barriga). E como exercitar uma postura proativa no dia a dia? Quer algumas dicas?

Primeiro, levantar de manhã como se fosse para uma festa! Procure manter-se feliz e buscar maneiras de obter somente pensamentos positivos.

Segundo, não deixe NADA para depois, mantenha uma agenda sempre a mão e coloque TUDO mesmo anotado de forma clara e sempre atual.

Terceiro, exerça o follow-up – verifique pela manhã as tarefas que não conseguiu realizar no dia anterior e procure executá-las em primeiro lugar neste dia.

Quarto, saiba delegar tarefas. Cobre através do dead line (último prazo). Anote em uma planilha data, nome, ação e data da devolutiva.

Ao solicitar uma determinada tarefa de alguém anote no seu dead line e peça para a outra pessoa anotar também. Sempre pergunte qual a data a ser entregue, no dia, peça para que acompanhe o seu dead line e verifique se cumpriu o prazo; caso não tenha conseguido, pergunte qual o novo prazo de que necessita.

O dead line é interessante até mesmo para nós, pois podemos nos policiar para que não deixemos as coisas para trás.

Quinto, quando possuir um problema que não consegue solucionar, faça um brainstorming (chuva de ideias).

Anote pelo menos dez maneiras diferentes de resolver o mesmo problema, não questione muito, deixe sua mente criar sem restrições e só depois verifique qual solução poderá ser desenvolvida.

Boa Proatividade!


Artigo escrito por Reginah Araújo
Fonte: Jornal Carreira e Sucesso – 411ª Edição

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

PERFIL DO SECRETÁRIO EXECUTIVO

O perfil atual prevê que o Secretário tenha sólida formação geral e humanística, com capacidade de análise, interpretação e articulação de conceitos e realidades inerentes à administração pública e privada; que esteja apto para o domínio em outros ramos do saber, desenvolvendo postura reflexiva e crítica que fomente a capacidade de gerir e administrar processos e pessoas, com observância dos níveis graduais de tomada de decisão; que seja capaz para atuar nos níveis de comportamento microorganizacional, mesoorganizacional e macroorganizacional.

 O que os executivos esperam do Profissional de Secretariado:

Os executivos esperam que o profissional de Secretariado seja cogestor, assessorando a equipe do departamento que atua, trabalhando focado nas metas e nas ações do departamento que atingirão os resultados organizacionais, identificando e trabalhando para a execução dos processos administrativos, na intermediação das relações intersetoriais e externas da organização, realizar a gestão dos clientes. Enfim, nessitam de profissionais competentes para garantir a competitividade organizacional, de pró-atividade, ter perfil arrojado e ágil, com foco em resultados.

Fonte: Diretrizes Curriculares - Resolução 03 do CNE/MEC.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

CARREIRA:

10 livros para inspirar sua carreira em 2011
A revista Exame reuniu obras de diferentes gêneros literários indispensáveis para o próximo ano - e que podem servir de inspiração para sua carreira
O sonho do celta
Em O sonho do celta, o vencedor do Nobel de Literatura em 2010 Mario Vargas Llosa se inspira na vida do irlandês  Roger Casement, que serviu como cônsul britânico no Congo belga no início do século 20. A trama, que rendeu viagens de Llosa para a República Democrática do Congo e Irlanda, mistura fatos históricos e de ficção para contar a história do homem que denunciou os abusos aos direitos humanos no Congo belga e na Amazônia peruana, durante o ciclo da borracha.
O sonho do celta
- Mario Vargas Llosa - Quetzal Editores – 2010
A ponte – A vida e ascensão de Barack Obama
Quais os caminhos que levaram Barack Obama ao cargo de presidente dos Estados Unidos? O A ponte, lançado há poucos meses no Brasil, volta às raízes do político americano, desde sua árvore genealógica, para responder a essa pergunta. A obra foi escrita pelo editor da revista The New Yorker, David Remnick, a partir de entrevistas com pessoas que acompanharam a trajetória do presidente e é considerada a biografia mais completa já escrita sobre o político.
Depois de um ano
em que Obama enfrentou os piores indíces de aprovação popular, com medidas como a revisão do sistema de saúde americano, A ponte é um livro essencial para compreender o estilo de gestão do atual presidente e o atual contexto histórico mundial.
A ponte – A vida e ascensão de Barack Obama - David Remnick - Companhia das Letras - 2010
Da preguiça como método de trabalho
A escrita leve do gaúcho Mario Quintana é uma ótima pedida para o tempo livre em 2011. Com um olhar bem humorado e informal, Quintana consegue caminhar por situações prosaicas do cotidiano sem perder um viés crítico e irônico sobre a sociedade. Nessa obra, o poeta passeia por diversos gêneros além da poesia, como crônicas, contos e entrevistas.
Da preguiça como método de trabalho - Mario Quintana - Editora Globo - 2007
Nunca antes na história deste país
Pelo menos em tese, os anos Lula chegaram ao fim no dia 31 de dezembro. Para além de todo contexto político, econômico e social dessa "era", os últimos oito anos foram marcados por frases célebres como "O governo tenta fazer o simples porque o difícil é difícil", proferida pelo quase ex-presidente em junho de 2004.
Outras sentenças de impacto como essa foram reunidas pelo apresentador e comediante Marcelo Tas no livro Nunca antes na história deste país, que de uma forma divertida relata parte da história recente do país - além de ajudar a matar as saudades dos discursos célebres.
Nunca antes na história deste país - Marcelo Tas - Panda Books – 2009
O processo
Em uma clara crítica à burocracia e corrupção do sistema judiciário, O processo narra as desventuras do bancário Josef K., que no dia de seu aniversário de 30 anos é preso – sem que se saiba as acusações que culminaram na detenção. “É uma obra divertidíssima e questiona o quanto nós aceitamos todas as imposições do sistema”, diz Fabiano Caxito, professor da FIA.
O processo - Franz Kafka  - Companhia de Bolso  - 2005
Fora de série: Outliers
Nessa obra,  o jornalista da The New Yorker mostra que o talento não é a única condição para que pessoas como Bill Gates e os integrantes dos Beatles alcançassem sucesso. Para isso, ele mapeia o contexto histórico e social que fizeram germinar as oportunidades de crescimento para personalidades da história mundial.
Com isso, "o livro retoma a discussão sobre o quanto o talento é inato ou como algo que pode ser desenvolvido, com, no mínimo, três horas de treino por dia", diz Paula Giannetti, superintendente de recursos humanos do Banco Santander, que sugeriu o livro.
 
O perfume
O primeiro romance de Patrick Suskind narra a história do sociopata Jean-Baptiste Grenouille. Nascido em meio aos odores de uma banca de peixes, ele era dotado de um apuradíssimo olfato. Por conta disso, ascende socialmente à condição de perfumista, que o leva a obsessão de criar um perfume irresistível, capaz de dominar qualquer pessoa.
“Não temos condições para criar um perfume que induza todos a gostarem de nós, mas podemos cultivar uma série de características que tornem nossas carreiras reconhecidas”, diz Caxito. “É a questão do marketing pessoal”.
O perfume - Patrick Suskind - Editora Record - 2006

A peste

No pequeno povoado de Orlan, na Argélia, a peste bubônica dizima parte da população. Frente a esse inimigo invisível, o médico Bernard Rieux precisa correr contra o tempo para encontrar a cura para o mal. Neste percurso, o protagonista enfrenta uma série de dilemas éticos. A obra apresenta, nas entrelinhas, uma alegoria crítica ao totalitarismo nazista “É um exemplo típico de gerenciamento de crise”, diz Caxito.
A peste - Albert Camus - Editora BestBolso

A fogueira das vaidades

Sherman McCoy, um bem sucedido operador da bolsa de Nova York, se perde em Nova York e acaba atropelando um pedestre no bairro do Bronx. “`Para manter as aparências, o protagonista entra em um jogo cada vez mais complexo”, afirma Caxito. “E, com isso, o livro questiona o fato de que, ao representar um papel, muitos acabam se perdendo pelo caminho”.
A fogueira das vaidades - Tom Wolfe - Editora Rocco

O nome da Rosa

Publicado em 1980 e adaptado para o cinema, O nome da Rosa é o primeiro romance do italiano e mestre da semiótica Umberto Eco.
A trama, permeada por uma série de discussões filosóficas, é construída em torno dos passos do frei Guilherme de Baskerville para desvendar a mente por trás da morte de sete monges de um mosteiro italiano no ano de 1327.
“A postura do protagonista revela uma competência fundamental para todo profissional: saber ler ambientes”, explica Caxito. Munido de capacidade de observação fenomenal, Baskerville, em várias passagens do livro, é capaz de descrever cenários e objetos sem tê-los visto.
O nome da Rosa - Umberto Eco - Editora Record - 2009
Site Exame.com

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

LUTA PARA CRIAÇÃO DO CONSELHO

HISTÓRICO ATUALIZADO DA NOSSA LUTA PARA CRIAÇÃO DO CONSELHO PROFISSIONAL DE SECRETARIADO.

ETIQUETA - Manual do Funcionário Elegante

Por Vanessa Barone – Revista Você S.A – dezembro 2010
Fim de ano é momento de fazer um balanço da carreira, pensar nas compras de Natal, planejar a viagem de réveillon e de encarar o inevitável: a festa da firma. Ela pode ser o inferno ou o paraíso. Isso só depende de você.
Há bebida à vontade, mas ninguém pode beber demais. Há mulheres e homens interessantes, mas ficar de “chamego” com alguém pega mal – ou pior, é proibido pelo código de conduta. Há música animada, mas ai de quem dançar “na boquinha da garrafa”. Assim são as festas corporativas de fim de ano: uma imensa contradição. Elas parecem – só parecem – ocasiões sociais. Mas, na verdade, são uma espécie de hora extra que se faz num ambiente mais descontraído. Portanto, há uma série de regras que, apesar de não estarem escritas, fazem parte da cartilha do bom comportamento do mundo corporativo. Desconhecer esse capítulo do livro de etiqueta pode colocar em risco uma imagem lapidada durante todo o ano.
Segue um mini manual com informações de consultores de imagem e headhunters para manter a linha na festa da firma.
Churrascos: Algumas companhias trocam os eventos noturnos por comemorações com direito a churrasco e piscina. Portar-se com elegância nestas circunstâncias é uma arte. Para começar, as mulheres devem tomar cuidado com os trajes de banho diminutos. Não peça para o chefe passar bronzeador nas costas. Melhor ficar à sombra. “Também não é momento para estrear o biquíni fio dental, por mais bonito que seja o seu corpo”, diz Cristina Zanetti, da Consultoria Oficina de Estilo. Outro ponto importante: visual esportivo não significa roupa velha e detonada.
Flertes: Casais formados por colegas de trabalho existem. Mas festa de firma não é o lugar para iniciar um romance. Ele pode até vingar, mas, até lá, o casal terá virado assunto do café. “É permitido, no máximo um flerte, uma dança, e só. Deixe o resto para depois da festa”, afirma Ana Cury, consultora de imagem. Investidas de colegas assanhados devem ser repelidas. “Ao sinal de assédio, saia de perto”, diz Gloria Kalil, expert em etiqueta.
Chefia: nada de intimidades, recomenda Ana Cury, mesmo com boas intenções. Não é porque o presidente da empresa está ali, brindando com os funcionários, que é aceitável chamá-lo para dançar. “ Sabe aquela coisa de elogiar a roupa e dizer que a mulher dele é muito bonita? Não pode”, diz a consultora. Para os chefes, a recomendação é circular. “O papel do líder é quebrar o gelo, tratando todo mundo da mesma forma e aproveitando para conhecer os funcionários”, diz Daniela Ribeiro, consultora da Robert Half, empresa de recrutamento.
Panelinhas: Esse tipo de encontro pode, e deve, ser aproveitado para fazer networking para além de seu departamento. Com discrição e bom humor, é possível aumentar a rede de contatos dentro da empresa. “As pessoas estão descontraídas, então, é o momento de conhecer outros funcionários”, diz Juliana Nunes, diretora de unidades da Asap, empresa especializada em recrutamento de executivos.
Bebidas e comidas: A regra é clara. “Não se toma porre com quem pode te mandar embora”, alerta Gloria Kalil. Diante da oferta muitas vezes farta de bebidas alcoólicas, é aconselhável ter cuidado para não acabar a noite pendurado no pescoço do chefe. “Cara cheia destrói qualquer imagem”, diz a consultora de imagem Silvana Bianchini. Conter-se diante do bufê também é de bom-tom. “Nada de achar que é boca-livre e comer de forma voraz”, diz Silvana. Melhor fazer um lanche antes da festa para conter a fome e não ganhar fama de glutão.
Assuntos: Falar de trabalho no momento de confraternização pega mal. Não é hora de discutir projetos, comentar planilhas e muito menos de pedir aumento. Se o chefe tiver bebido além da conta, então, piorou: ele não vai registrar nada do que foi conversado. “O que é dito fora do horário de trabalho não é oficial”, diz Juliana Nunes, da Asap. Isso quer dizer que qualquer assunto está liberado? Também não. “Entre os temas que devem ser evitados está política, assunto que causa polêmica, ou no mínimo, constrangimento”, aponta Gloria Kalil. A empresa teve um ano difícil e precisou demitir gente? Fique na sua e não faça comentários na festa – nem por decreto. É gafe!
Figurino: Nunca é demais recomendar ao público feminino: mesmo que o evento seja uma balada, com show e luz estroboscópica, o visual deve ser discreto. Ou seja, estão vetadas saias ultracurtas, fendas vertiginosas, barriga de fora e transparências excessivas. “Deve-se prestar atenção não apenas no decote da frente, mas também no decote das costas. Isso porque a pessoa que lhe cumprimentar vai tocar sua pele e a mão pode escapar para dentro da roupa”, diz Ana Cury. Evite igualmente roupas com brilho em excesso.
Convite: Chamar de convite é maneira de dizer. Para as festas corporativas, em geral, os funcionários são convocados, mesmo que sutilmente. Ou seja, a presença é obrigatória e demonstra que você se orgulha de fazer parte daquele time. Principalmente se a companhia é pequena ou a festa é só de uma área. “Comparecer é uma questão de política de boa vizinhança”, diz a expert em etiqueta Gloria Kalil. Outra questão que pode deixar dúvidas é quanto a levar ou não parentes. Se o convite não deixa claro, pergunte. O que não pode é arrastar a prole para o evento e correr o risco de ser o único.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Curso de Secretariado Executivo do IFMT tem concorrencia record - 64,3 por 1

Vestibular do IFMT

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O curso mais concorrido no Vestibular do IFMT é o Bacharelado em Secretariado Executivo - noturno (Campus Cuiabá- Cel. Octayde Jorge da Silva), onde 1.157 candidatos concorrem a 18 vagas. A concorrência nesse curso é de 64,3 candidatos por 1 vaga.