sexta-feira, 1 de julho de 2011

Uso Profissional do Facebook: é possível?

Depois que publiquei o meu post Devemos limitar o nosso número de conexões em redes sociais? recebi alguns retornos de leitores que me relataram utilizar a seguinte estratégia online: (1) concentrar os contatos profissionais em uma rede de cunho mais profissional (o Linkedin, neste caso, foi o mais citado, mas algumas pessoas mencionaram também o Plaxo) e (2) colocar os contatos pessoais em uma rede menos formal (e aqui o Facebook foi a grande escolha). Houve quem me perguntasse se eu achava que essa era uma boa estratégia e a resposta é indubitavelmente sim - partindo do princípio que toda estratégia online que funciona para você é uma boa estratégia. No entanto, existem aqui alguns pontos, ao meu ver, que devem ser levados em consideração. Fazendo o costumeiro reparo que tudo que eu escrevo neste Blog é fruto de minha percepção pessoal, vamos a eles:

1. A divisão entre redes sociais profissionais e pessoais tem se apagado consideravelmente nos últimos tempos. Contatos pessoais e profissionais têm se misturado com muita frequência - não respeitando delimitações de redes. Da mesma maneira que os teus contatos profissionais te alcançam no celular fora do horário e ambiente de trabalho, os seus contatos profissionais vão te encontrar em outros ambientes virtuais que não os profissionais - e cada vez mais. 

2. Muitas pessoas consideram o Linkedin “muito complicado” e preferem uma rede mais simples e intuitiva - como o Facebook, por exemplo. Se você quiser o contato (online) das pessoas você terá de ir aonde elas estiverem. De forma semelhante, as pessoas que se interessarem pelo seu contato online irão atrás de você – aonde você estiver. 

3. As redes sociais passam também, elas mesmas, por ciclos. Pode muito bem ser que, em dois ou três anos, o Linkedin esteja como o Orkut está hoje. Nem o Linkedin de hoje é tão formal quanto costumava ser - e nem o Facebook (FB para os íntimos) é mais tão inocente como quando estreou no Brasil.

4. O potencial de adaptabilidade do Facebook é extraordinário, graças à sua gigantesca base de usuários e aos (muitos) aplicativos que ele abriga. Eu, pessoalmente, não acho impossível que o FB se torne um dos principais focos de networking profissional e canal de negócios a nível mundial em um prazo muito, muito curto. Dois exemplos bem rápidos de como isso pode ser possível:

- O BranchOut é um aplicativo que se propõe a criar uma rede profissional privada dentro do próprio Facebook - e que tem sido chamado de “o Linkedin do Facebook”. Existem muitas outras Ferramentas de recrutamento e networking via Facebook, mas o BranchOut é a que tem recebido maior destaque nos últimos tempos.
- A LikeStore é um serviço nacional lançado recentemente que permite montar lojas no Facebook. O pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito ou transferência bancária sem sair do ambiente do Facebook. Esta funcionalidade (existem outras empresas que se propõe a explorar este aspecto de e-commerce a partir do FB) transforma cada uma dos milhões de fan pages da maior rede social do mundo em um ponto de venda que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.   

Voltando à pergunta-título deste post, a resposta é sim: não só é possível utilizar o Facebook  como Ferramenta Profissional (e de Negócios) como isso tende a se tornar mais e mais comum em um futuro bem próximo. 

Este é nosso recado de hoje e, se você gostou, se foi útil para você, visite a nossa página no Facebook (clicando aqui neste link) e dê um curtir (pode ser solicitado que você se logue no Facebook). E, já que você está dentro do Facebook, aproveite e compartilhe este post no seu mural e com os seus contatos no FB - porquê não? Lembre-se: informação é para ser compartilhada! Forte Abraço!
Fonte: Noe Alvarenga's Blog


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Profissionalismo – Não dá para não ter

Ser profissional, ter profissionalismo são, aparentemente, quesitos óbvios para quem quer ter sucesso no mercado de trabalho.

Porém, a busca por verdadeiros profissionais ainda é feita com lupa.

Pesquisas com muitas empresas da atualidade mostram que há muita quantidade em detrimento da qualidade.

Para a maioria das vagas disponíveis, o número de currículos recebidos é em média acima de 300. Mas, mesmo com essa quantidade significativa, muitos cargos permanecem em aberto por diversos meses.

Onde estão as lacunas? Por que mesmo após a primeira década do século XXI essa realidade ainda permanece? Afinal, nunca se falou tanto nas características do profissional desejado pelas empresas, como nas exigências do mercado de trabalho e no crescimento constante das competências profissionais!

Uma das defasagens, com certeza, está na preparação segmentada. Uma grande maioria apresenta credenciais nas competências técnicas, quando hoje é necessário contemplar também as comportamentais.

Aliás, conforme diz Stephen Covey, no livro O 8º Hábito, quanto mais o profissional cresce na hierarquia, mais ele necessita das competências comportamentais. Segundo ele,em todas as atividades a inteligência emocional é duas vezes mais importante do que as habilidades puramente cognitivas. Nas posições de liderança, a inteligência emocional responde por 2/3 ou mais dos elementos de um alto desempenho.

Logo, o profissional precisa se desenvolver de maneira integral, nas suas dimensões físicas, mentais, emocionais e espirituais.

É necessário que ele tenha uma visão sistêmica de si mesmo e da empresa em que atua.

Só assim poderá gerar e entregar resultados, de acordo com o perfil do seu cargo e do segmento em que atua.

O Livro Profissionalismo – Não dá para não ter já abordava em 1997 estas questões.

Por isso, continua atual e prático. É um manual, de fácil leitura,que além de abordar o desenvolvimento integral do profissional, oferece caminhos e dicas que podem ser adaptadas ao perfil de todos os profissionais.

Fonte: Bete D’ Elia

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Você sabe o que é Síndrome de Burnout?

 Para quem não sabe ou mesmo nunca ouviu falar nessa definição em inglês, burnout (lê-se bârnáut) significa burn (queima) e out (para fora, até o fim), ou seja, ao pé da letra pode-se traduzi-la como combustão completa. Em português, seu significado seria algo parecido como “perder o fogo” ou “perder a energia”.
Portanto,  síndrome de burnout pode ser entendida como a perda total de interesse pelo trabalho e um profundo desgaste profissional muito comum em pessoas dedicadas ao trabalho, exigentes consigo mesmas e com os outros e com mania de perfeição. Muitas vezes, tais profissionais tornam-se frustados em suas expectativas por não serem reconhecidos no ambiente de trabalho ou não merecerem a atenção que mereciam.
A síndrome foi denominada e detectada pela primeira vez em 1974, pelo pesquisador e psicanalista americano, dr. Freudenberger,  após notar oscilação de humor e desinteresse pelo trabalho entre alguns de seus funcionários da área de saúde.
Tal doença pode se manifestar em qualquer profissional, porém, é mais comum em profissionais que se destinam a cuidar de outras pessoas ou que tenham um contato interpessoal muito intenso e próximo como médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais, professores, psicanalistas, entre outros. 
Conheci há muitos anos, quando estava em começo de carreira, uma secretária muito competente que havia estudado enfermagem e que adorava o que fazia.  Atuou por quase sete anos como enfermeira em um grande hospital e sua ala era de doentes terminais. Depois de alguns anos, contou-me que tinha insônia, estava apática, desmotivada, estressada, infeliz e totalmente desinteressada pelo trabalho. Era considerada uma pessoa feliz,  sensível, emotiva, comunicativa, com um astral elevado e cheia de energia e disposição. Tudo isso acabou quando ingressou nesse hospital.  Sua atividade era altamente desgastante e sentia-se mal e responsável quando algum doente falecia e sofria junto com a família. Ela se envolvia muito com a vida dos pacientes e esse sentimento de compaixão era característico da personalidade dela. 
O ponto final se deu no dia do seu aniversário quando soube que um paciente que ela cuidava e por quem sentia muito carinho, havia morrido. Imaginem vocês, como ela passou o dia do seu aniversário.  Com determinação e coragem, resolveu então sair e começar sua carreira do zero. Fez um curso técnico de secretariado e começou a trabalhar na função.  Na empresa onde nos conhecemos,  já estava em seu segundo emprego como secretária e estava muito feliz e satisfeita com a escolha,  embora, segundo ela,  já tivesse mais de trinta e dois anos.  
A lição que ela tirou era que não deveria mais se envolver com os problemas da empresa, dos chefes, dos colegas e amigos, enfim, de ninguém. Iria sim, ajudar no que fosse possível, porém, sem fazer com que o problema fizesse parte da vida dela e, com isso, a influenciasse como acontecia.
Sendo assim, acredito que muitas secretárias já sofreram ou sofrem dessa síndrome e nem sabem, uma vez que estão em constante contato com clientes, fornecedores, executivos e seus familiares.  Junto com eles, aparecem os problemas, ambições, frustações, ansiedades, expectativas, bem como o de toda a  equipe, cada qual com sua expectativa no ambiente de trabalho. E, vocês sabem, muitas vezes, a secretária torna-se uma confidente, um ombro amigo e até uma psicóloga quando alguém quer desabafar.
Somando-se a tudo isso, temos a figura da secretária que também tem seus anseios, metas, frustações e, não raro, o desempenho da empresa, do chefe e de sua equipe afeta, direta ou indiretamente, os objetivos e o humor das secretárias. Nesses casos, nem sempre ela tem com quem conversar e raramente deixa transparecer sua fragilidade.
Se você for uma secretária em começo de carreira que trabalha em uma pequena empresa e que é obrigada a fazer tudo (serviço de telefonia, recepcionista, compra de material, etc.) cuidado com a carga de trabalho e com a energia que dispensa nesse emprego.
Por outro lado, se você já é uma secretária experiente, competente e que trabalha em uma grande empresa ou em uma multinacional também deverá ficar alerta porque, em geral, o quadro de funcionários é enxuto e a secretária é contratada para trabalhar com dois ou três executivos e, muitas vezes, se depara exercendo sua função para quatro ou cinco, além de tomar conta de outras atividades ou mesmo colaborar como assistente da área em que atua, mantendo sempre a  perfeição, rapidez e profissionalismo.
Muitas vezes, isso acontece sem uma conversa prévia por parte do chefe ou do RH, sem aumento de salário e perspectiva de promoção ou cursos que promovam seu desenvolvimento e aperfeiçoamento na área. O comum é receber só promessas vagas e falsas.
Já conheci pessoas, não só secretárias, que saíram de uma empresa onde ficaram por alguns anos sem direito a férias e eram admitidas em outra rapidamente. Não dava tempo para descansar, tirar uns dias para viajar ou relaxar. Com isso,  já ingressavam nas empresas exaustas e tendo de mostrar o mesmo comprometimento e profissionalismo que mantinham na empresa anterior.  As desejadas férias só viriam dali a um ano ou mais e torciam para terem energia  até lá.
Não raro,  essas pessoas já estavam sofrendo dessa síndrome e nem sabiam porque ela é confundida com estresse ou fadiga intensa. Preste muita atenção no seu trabalho e na atividade de seus colegas para alertá-los quanto ao problema e pedir que eles procurem ajuda profissional, seja médica ou psicológica quando o desgaste físico e emocional estiver no limite.
Hoje em dia, as empresas competitivas e modernas estão sempre se desdobrando em mil para se manter ou atingir a liderança e, com isso, se destacar no mercado como a melhor ou uma das melhores. Isso também envolve seus funcionários,  o que gera um trabalho sempre intenso e interminável, com cobranças de dedicação, profissionalismo, comprometimento, hora extra e proatividade a todo o momento. Isso envolve desde o presidente até o cargo mais simples da empresa, enfim, a exigência é para todos e o medo do desemprego é uma constante. Por isso, os workaholics (viciados em trabalho) tornam-se presas fáceis e fortes candidatos a sofrer desse mal.
Além das causas psicológicas como vazio interior, depressão, recolhimento, etc., existem também as físicas como falta de apetite, distúrbios do sono, dores de cabeça, náuseas, tonturas, tremores, falta de ar, palpitações, oscilação de humor, dificuldade de concentração, problemas digestivos, entre outros. Tais sintomas são denominados como doenças psicossomáticas.
Se você quiser saber mais a respeito, converse com médicos, psicólogos ou pesquise em livros e na internet, pois, por ser uma doença relativamente nova, muita gente a confunde com depressão. Fique atento às causas, sintomas e tratamento, pois, a síndrome de burnout é também conhecida como a síndrome do esgotamento profissional, é uma forma de exaustão emocional, um estado de depressão, apatia, perda da auto-estima e falta de interesse pelo trabalho, mesmo se dedicando com afinco a ele. É como se o fizesse de forma mecânica, sem emoção ou comprometimento, gerado por um sentimento de frustação por falta de reconhecimento à sua competência e dedicação ao trabalho. O único aumento que recebe é o da carga horária e de funções.
Eu me lembrei agora de uma colega de trabalho em uma das últimas empresas em que trabalhei. Era era alegre, extrovertida e muito sociável, porém, seu nível de empatia era zero. Quando o assunto era a empresa, ela formava uma barreira de concreto em sua frente e nessa parede não passava nenhum sentimento de compaixão, emoção, sensibilidade, preocupação no que se referia aos problemas do chefe, da equipe, dos colegas ou da empresa. Talvez tenha sido uma forma de defesa que ela tenha desenvolvido ao longo dos anos para se proteger.
Ela sempre dizia que não era problema dela, que não poderia ajudar a resolver e que já tinha problemas pessoais e familiares suficientes para se ocupar.  Mantinha sempre seu horário de almoço e saída,  estava sempre saudável e com boa aparência, além de demonstrar tranquilidade em qualquer situação de conflito ou tensão. Enfim, seus interesses sempre estavam à frente dos interesses da empresa.
Caso a empresa falisse ou ficasse em situação difícil; o chefe fosse demitido ou coisa parecida, ela não se abalaria e iria tentar se manter no emprego ou se recolocar no mercado de trabalho o mais rápido possível. Nesse caso, não sei de que lado você ficaria:  se o da enfermeira que virou secretária ou da secretária que se mantinha fria como uma parede de concreto e não se deixava abalar por nada e por ninguém. Talvez conheça pessoas com essas características, porém, todos sabemos, que ser radical ou ter uma atitude extrema em qualquer situação não é bom, porém, encontrar equilíbrio e mantê-lo nessas circunstâncias á ainda mais complicado.
Particularmente,  já manifestei as duas atitudes e, hoje em dia, procuro o tal equilíbrio, embora seja difícil de encontrá-lo, afinal, todos nós estamos a sua procura. Lembre-se de que o que importa é você, sua saúde, seu bem estar, sua realização pessoal e satisfação profissional, pois a vida, seja ela boa ou ruim, é uma só e trabalho, independente de como ele se apresentar, existem muitos por aí. Pense nisso!
Fonte: www.tudosobresecretariado.com.br

terça-feira, 31 de maio de 2011

FST - BA
FUNDADO O FÓRUM SINDICAL DOS TRABALHADORES
DO ESTADO DA BAHIA FST-BA   
 
  Com a presença de 18 entidades sindicais de diversas categorias profissionais do Estado da Bahia, foi fundado o Fórum Sindical dos Trabalhadores do Estado da Bahia - FST-BA , no dia 27 de maio de 2011 em Salvador - BA, através de uma reunião de organização e fundação, conforme amplamente divulgado, nas dependências da Federação dos Empregados no Comércio do Estado da Bahia - FECOMBASE .
 
Houve uma exposição sobre a história, motivo e necessidade para a criação do FST Nacional aos presentes, pelo Coordenador Licenciado José Augusto da Silva Filho (CNTC), que estava representando no ato o Coordenador Interino Lourenço Ferreira Prado ( CONTEC ), que justificou a sua presença por estar participando de uma atividade sindical representando a sua categoria (Bancários), em Fortaleza - CE.
 
Na sequência, José Augusto fez uma explanação detalhando sobre os principais princípios do FST mostrando a importância deles, para o fortalecimento da estrutura sindical brasileira, do respectivo fortalecimento do próprio Fórum, nas lutas pela manutenção dos direitos trabalhadores (as), novas conquistas, pela autonomia e fortalecimento dos sindicatos, das federações e das confederações, conforme segue:
 
Unicidade Sindical;
Em Defesa do Sistema Confederativo;
Pela Manutenção da Contribuição Sindical;
Organização Sindical por Categoria e Não Apenas por Ramo;
Defesa dos Direitos Trabalhistas, Sindicais e Previdenciários;
Pela Manutenção dos Artºs 7º e 8º da Constituição Federal.
 
Após a explanação foi realizado um amplo debate entre o expositor e os presentes, sobre os temas gerais apresentados e, de outros que preocupam na atual conjuntura, como por exemplo, a unicidade sindical e os riscos da Portaria MTE 186, que ainda não foi julgada no Supremo Tribunal Federal e, de seus efeitos avassaladores em toda a Bahia e no Brasil; dos discursos irresponsáveis de alguns dirigentes sindicais, que promovem investidas contra a manutenção da contribuição sindical e da contribuição assistencial; das práticas antissindicais que ocorrem no país; das crescentes demissões de cipeiros e de dirigentes sindicais, que gozam de seus direitos à estabilidade; exploração da mão-de-obra e de trabalhos escravos; extensas jornadas de trabalho; do aumento a cada ano dos acidentes e doenças ocupacionais, que matam e adoecem a classe trabalhadora; pelo fim do fator previdenciário e, outros grandes temas nacionais.
 
Encerrando os debates que surgiram nas discussões dos temas citados, o Coordenador José Augusto e o Presidente da FECOMBASE Márcio Fatel fizeram seus esclarecimentos.
 
O Coordenador na sequência se dirigiu a todos os presentes, questionando-os se haveria a vontade de se fundar naquele momento o Fórum Sindical dos Trabalhadores do Estado da Bahia. Como a resposta foi unânime, foram eleitos os seguintes Coordenadores pelos presentes:
 
José Ribeiro - FECOMBASE - UGT
Genival Santos Gomes - FETTHEBASA - NCST-BA
Rita de Cássia Moreira da Costa de Goes - FENASSEC
Marcos Antônio Souza Pereira - FENAVENPRO
Jorge Santos da Silva - FENATEST
 
Os Coordenadores eleitos serão convidados pela Coordenação Nacional para uma viagem à Brasília, em data a ser agendada, onde oportunamente irão conhecer a Assessoria Parlamentar e Política, os demais Coordenadores Nacionais do FST, a nova sede do FST e, terão a oportunidade de conhecer de perto, de uma forma prática, as principais ações do Fórum, planos estratégicos de ações junto ao Congresso Nacional e demais atividades sindicais.
 
A Coordenação Nacional parabeniza os dirigentes sindicais da Bahia por essa iniciativa, que em muito fortalecerá as lutas em defesa dos direitos e conquistas dos trabalhadores brasileiros, principalmente nas ações dentro do Congresso Nacional, junto aos parlamentares desse Estado.
 
Os nossos agradecimentos especiais a FECOMBASE e toda a sua Diretoria, por sediarem e apoiarem este histórico acontecimento. Fonte: Assessoria Parlamentar e Política do FST.
 
 
Cordialmente,                           
 
José Augusto da Silva Filho             
Diretor 1º Secretário da CNTC
cntc@cntc.com.br ou augusto@cntc.com.br
( Work Tel#:  (61) 3217-7102)
Fax#: (61) 3217-7122
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NO COMÉRCIO
Visite nossos Sites http://www.cntc.com.br  
 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ética dos E-mails

E-mail é fácil de enviar, rápido, eficaz, mas também pode ser fonte de uma boa dor de cabeça. Lembre-se de que é quase impossível recolher um e-mail já enviado. Pense 3 vezes antes do último click.
Assunto - É indispensável e tem que ser claro e objetivo. Muitas pessoas decidirão se vale a pena ler, baseado no interesse gerado pelo assunto.
Para quem? - O e-mail deve ser endereçado para as pessoas que vão agir a partir do seu  recebimento.
 Com Cópia - As cópias devem ser para as pessoas que necessitam tomar conhecimento do assunto, mas que não irão atuar diretamente na sua resolução.
Cópia oculta - Deve ser restrita ao máximo, pois se há razão para a cópia ser oculta, já não é uma boa razão. Lembre-se de que esta pessoa não receberá as respostas.
 Responder para todos - Somente se não tiver opção. O ideal é a cada nova correspondência decidir, individualmente, sobre quem deve receber e quem deve estar ciente.
 Tamanho - Não é por ser grátis que devemos abusar do tamanho. Manter toda correspondência anterior dentro de um e-mail é um desperdício.
Anexos - Vários anexos também aumentam o tamanho do e-mail e atrapalham. Multiplicam-se as cópias e perdem-se os originais. Para garantir a integridade dos originais dê preferência a formatos que não sejam facilmente editáveis, como o PDF.
Seja conciso e consciente do que escreve:
E-mail se presta para comunicações rápidas. Se seu e-mail não couber em uma única páginaimpressa, você está usando o meio errado para comunicação. Prefira um formato mais formal, mesmo que seja anexado a um e-mail. Isto facilita a leitura e aumenta a importância do material enviado. Quando for enviar um e-mail, busque sempre seguir as seguintes instruções:
O primeiro parágrafo de um email deve trazer um resumo do seu conteúdo, que seja suficiente para a maioria dos leitores, principalmente, aqueles que recebem cópia apenas para informação.
Redija o segundo parágrafo para as pessoas que vão agir a partir do seu e-mail. Certifique-se de que esteja claro, objetivo e direto. No terceiro parágrafo defina as responsabilidades, trace prazos e metas. Somente com o e-mail pronto decida os destinatários e para quem serão enviadas as cópias.
Um último conselho: nunca escreva um email no calor da emoção. Espere a temperatura amainar, pense repetidas vezes sobre o texto, conte até 100, leia repetidas vezes e, ainda, espere o dia seguinte para reavaliá-lo.
Artigo extraído do Jornal da Gestão de Carreira – Meu Mentor – Volume 5 – Número 1

terça-feira, 3 de maio de 2011

A Arte de Escrever depressa- Ofício de Taguigrafo

Ofício de taquígrafo continua ganhando fôlego, apesar das novas tecnologias

Manoela Alcântara

Primordiais na rotina de órgãos públicos, profissionais da área chegam a ganhar salário inicial de R$ 17 mil.

Escrever, digitar ou até mesmo transcrever a fala de um interlocutor de forma simultânea parece uma tarefa impossível. Mas os taquígrafos fazem isso sem nenhuma dificuldade. Por meio de símbolos que reproduzem os sons das palavras, eles conseguem colocar no papel uma palestra, um discurso parlamentar, uma conversa ou qualquer tipo de oratória em tempo real, acompanhando a velocidade da fala. Mesmo com todas as tecnologias atuais, a profissão está longe de se tornar obsoleta. Pela transcrição fidedigna e pela rapidez, esses profissionais são requisitados por associações, por escritórios de direito e, sobretudo, por órgãos públicos dos Poderes Legislativo e Judiciário, onde são essenciais.

São os taquígrafos, por exemplo, que fazem as atas das comissões, das audiências e do parlamento, e comprovam o trabalho que os parlamentares estão realizando, atestam a veracidade dos diálogos e ainda divulgam para a sociedade o que acontece no dia a dia. Tanta responsabilidade dá a esses trabalhadores um salário inicial que pode ultrapassar os R$ 17 mil no serviço público e um amplo leque de opções de atuação para os autônomos. Normalmente, por uma hora de serviços prestados, os taquígrafos cobram entre R$ 140 e R$ 180.

Mesmo assim, ainda faltam profissionais qualificados no mercado. Com o anúncio de 10 vagas, além de cadastro de reserva, para a seleção do Senado Federal, que deve acontecer em 2012, a procura por cursos na área aumentou. Mas o professor e fundador da Academia de Línguas e Letras, Antônio Walter Queiróz Galvão, 84 anos, faz um alerta: quem quiser conseguir ser aprovado na prova prática do certame precisa começar logo. “Uma pessoa comum fala 80 palavras por minuto em uma conversação. Para esse concurso, é exigida a captação de 110 a 120 palavras por minuto por meio da taquigrafia. Isso só se consegue após o curso e muito tempo de treinamento”, enfatiza ele.

O aprendizado da técnica pode acontecer em intervalos variados, dependendo do empenho do aluno. Para escrever em uma velocidade normal, é preciso estudar por, pelo menos, seis meses. Os outros seis de aperfeiçoamento são de prática intensa e treinamento. Embora existam mais de 60 métodos diferentes para escrever por meio de símbolos, os sistemas mais utilizados no Brasil são o Taylor, o Oscar Leite Alves, o Duprat e o Martí, ensinados por escolas específicas ou por taquígrafos que exerceram a profissão por muito tempo e decidiram se dedicar ao aprendizado.

Para fazer um trabalho de qualidade nessa área, é preciso também conhecer bem a língua portuguesa, a fonética e a linguística. “Até para passar em uma prova de concurso é necessário ser aprovado primeiro em um teste de nível superior e em uma prova de português para depois mostrar os conhecimentos como taquígrafo na prova prática”, analisa a professora e ex-diretora da área de taquigrafia do Senado Lizete Castro. Segundo ela, a exigência de nível superior se justifica por causa da necessidade de contextualização exigida pelos profissionais desse ramo. “Não é só escrever o que as pessoas falam, tem que interpretar, normatizar e corrigir o português. Quem não sabe ortografia não consegue entender o sistema, fazer a junção das palavras”, afirma.

Carreira renovada

Ouvir perguntas sobre o porquê da taquigrafia não ser substituída por gravadores é muito comum para quem não entende o que esses profissionais fazem. Ao contrário das longas horas de degravação que uma pessoa comum demoraria e da necessidade de ficar voltando o áudio diversas vezes para entender o que foi dito, com a técnica isso não é necessário. Para aliar essa agilidade a benefícios para a população, André Valter Galvão, 41 anos, filho do professor Galvão, ajudou a aliar a velocidade da internet à da taquigrafia.

Como diretor do setor dessa especialidade na Câmara dos Deputados, ele foi um dos idealizadores da implantação de um sistema no qual os taquígrafos da Casa atualizam as notícias na Agência Câmara de dois em dois minutos, possibilitando o contato da população com o que é dito no parlamento. “Nós oferecemos as informações puras, sem edições ou cortes. Colocamos (exatamente) o que foi dito”, explica. “Se um deputado quer passar uma informação, não adianta que isso seja divulgado três ou quatro dias depois. Como aconteceria com a degravação de fitas. Mas nós publicamos isso com agilidade pelo que a técnica nos proporciona. Se uma sessão termina as 20h, por exemplo, no máximo até às 20h10 todo o conteúdo estará divulgado no nosso site”, relata André, que é o atual revisor de sua área na Câmara.

Ele foi alfabetizado em taquigrafia pelo pai quando ainda tinha 12 anos e se apaixonou pela técnica. Mesmo assim não deixou de se capacitar. Formou-se em direito,
atua como advogado e ainda dá aulas na Academia de Línguas e Letras. “Nós vivemos no mundo da informação, cumprimos um papel de passá-la de forma ágil e não podemos parar no tempo. Assim como em toda profissão, a atualização é importante”, ressalta André Galvão. Segundo ele, como a profissão exige muito da audição, da visão e da capacidade de concentração, é preciso que os futuros profissionais entendam que, ao entrar para o ramo, os cuidados com a saúde têm que ser constantes.

É preciso fazer exercícios para não desenvolver uma Lesão por Esforço Repetitivo (LER) e forçar uma aposentadoria antecipada. Para isso, há um sistema de rodízio que precisa ser cumprido à risca para que ninguém seja sobrecarregado. Afinal, todos os registros são feitos a lápis e em um papel especial para que a leitura possa ser feita corretamente. Justamente para regulamentar essas peculiaridades, o deputado Valtenir Pereira (PSB-MT) propôs, no ano passado, a votação do Projeto de Lei nº 7358/10, prevendo a aposentadoria especial para taquígrafos aos 25 anos de trabalho e carga horária fixa de 6 horas diárias e 30 semanais. Mas a proposta foi arquivada.

Atualmente, não há normas diferenciadas para a carreira e a aposentadoria se enquadra nas regras gerais. Um estudo do professor Gentil Luiz João Feijó, da Faculdade Fluminense de Medicina, revela que o desgaste físico e psíquico a que é submetido o taquígrafo pode levá-lo à invalidez em um prazo relativamente curto.

Taquigrafando a história

Nascido em 1927, Antônio Walter Queiróz Galvão começou a se interessar pela taquigrafia quando ainda tinha 14 anos. Por meio de um anúncio de jornal oferecendo um curso gratuito, ele aprendeu primeiro a profissão de estereógrafo (quando a pessoa consegue captar cerca 80 palavras por minuto) e, logo após, a de taquígrafo. Não demorou para que Antônio conseguisse seu primeiro emprego na área. Com 18 anos, ele já era perito contador (mais uma de suas habilidades) da WM Jackson, no Rio de Janeiro. Além da função inicial, taquigrafava, datilografava e respondia cerca de 40 cartas por dia, ditadas pelo seu chefe da época. Em 1957, ele ingressou como servidor público do Tribunal Federal de Recursos, hoje Superior Tribunal de Justiça (STJ), quando passou em primeiro lugar. Dois anos depois, foi convocado a sair do Rio e se mudar para Brasília para trabalhar na sede do órgão. Chegou à capital em 1960 e foi o único taquígrafo que registrou a primeira reunião do STJ, em 21 de abril de 1 960. Com o decorrer do tempo, formou-se em contabilidade e direito, fundou a Academia de Línguas e Letras, que hoje atende cerca de 50 alunos de taquigrafia por mês, além dos outros estudantes de línguas estrangeiras. Antônio Galvão também ensinou seus quatro filhos a dominarem a técnica.
Fonte: Correio Brasiliense-DF

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Dia Internacional do Profissional de Secretariado

Dia 27 de abril é comemorado Dia Internacional do Profissional de Secretariado.

Esse dia foi criado durante o 3º SUMMIT (International Office Professionals Summit) da África do Sul, evento realizado pela International Association of Administrative Professionals – IAAP, a principal Associação mundial da categoria. É uma data móvel que recai na quarta-feira da última semana cheia do mês de abril.

Parbéns a todos que fazem parte dessa categoria, que lutam constantemente por mais valorização e reconhecimento dessa importante profissão que desenvolve um relevante papel na sociedade.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Netiqueta: cuidado, seus posts nas redes sociais não podem ser tratados como conversas particulares

Estamos numa era de extrema valorização de celebridades, de muita exposição e é raro encontrar quem consiga, ou queira, fugir dos holofotes. A maioria quer participar, ser vista, ser ouvida e são as redes sociais as responsáveis por transformar este desejo em  possibilidade real. Estes canais são uma nova maneira de existir, de se mostrar, de ter alguma voz e importância no mundo fugindo ao pior castigo da nossa era: o anonimato.

Hoje o limite entre o público e o privado é tão tênue que podemos dizer que estamos revivendo a Etiqueta do Antigo Regime, a mesma do século 16 na corte Versalhes do Rei Luis 14, o Rei Sol. Então, não existia diferença entre o espaço público e privado. A prova foi a célebre frase que ele deixou para a história: “O Estado sou Eu”.

O rei acordava com a corte inteira em seu quarto e ia ao banheiro acompanhado; a rainha tinha filhos na frente de todos e discutia seus relacionamentos e sua vida íntima como programa de governo. Como faz muita gente no Twitter hoje, não é mesmo?

Naquela ocasião, esta prática tinha uma razão de ser: era como o rei exercia seu poder conhecendo cada gesto de seus súditos e assim dominando a Corte. Já hoje, há apenas a vontade de ter um lugarzinho ao sol e fugir da solidão tendo também uma pequena Corte - no caso, os seguidores e amigos virtuais - e de partilhar com eles cada passo da vida. Até nas coisas mais insignificantes como “Estou com calor”, “Cheguei no escritório” – como se alguma dessas informações fossem interessantes a alguém!

A primeira coisa a lembrar na questão da netiqueta é que qualquer post em uma rede social não é igual a uma conversa particular, com algum amigo, porque se trata de um espaço público. Está na internet, então está para todo mundo! Cada palavra, cada foto, cada link, faz parte de um perfil que você está fornecendo para quem quer que seja. Um perfil que pode ser usado como instrumento online de avaliação para contratações profissionais, por exemplo.

Cabe aqui uma ressalva para quem está procurando um primeiro emprego: as informações presentes no seu perfil online são ainda mais delicadas, pois não há ainda no seu currículo experiência profissional para contrabalançar qualquer informação tola que apareça na internet. As pessoas que já estão no mercado de trabalho estão ao menos garantidas por um currículo que comprova sua competência.

Portanto, ao se jogar no Facebook ou no Twitter vá com calma; domine bem sua tecnologia e saiba usá-la aproveitando seus recursos de privacidade e proteção.
 Fonte: Glória Kalil