domingo, 7 de agosto de 2011

Separe bem quem você é do que você faz. Seja resiliente!

Não basta ter capacidades técnicas como uma segunda língua, uma formação acadêmica e uma especialização reconhecidas, se suas habilidades emocionais não são devidamente trabalhadas. E, para isso, é necessário saber trabalhar sua capacidade de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Porque, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam com extrema competitividade por metas e resultados, o estresse é a realidade observada nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho.
As corporações buscam profissionais dotados da capacidade de se adaptarem a esse ambiente conturbado na busca de constantes resultados, para atender a essa realidade. E o profissional resiliente é que se destaca, por ser capaz de lidar com serenidade com o estresse e as adversidades cotidianas, decorrentes do ambiente de trabalho, moldando-se a cada situação e recuperando o seu estado original.
Resiliência vem da Física e se refere à propriedade dos elementos acumularem energia quando exigidos ou submetidos à extrema pressão, voltando em seguida ao seu estado original, sem qualquer deformação, como um elástico. O grande Aurélio descreve a resiliência como “a capacidade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de uma deformação elástica”.

O equilíbrio humano é como a estrutura de um edifício. Se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras, como doenças psicossomáticas. Essa é a importância da flexibilidade, característica principal do profissional resiliente.
Assim, pode-se considerar que a resiliência é a capacidade do ser humano de enfrentar e superar problemas e adversidades de maneira racional, buscando sempre soluções mais adequadas.

Se você ainda não é resiliente, atente-se. Um profissional resiliente, quando submetido à situação de estresse, a administrará de maneira sensata, sem impulsividade, visualizando o problema como um todo. Essa capacidade certamente lhe proporcionará forças para enfrentar a adversidade e o tornará capaz de apresentar soluções criativas e eficazes.

Uma vez, pude conhecer algumas dicas que me ajudaram no processo (constante) de trabalho da resiliência, e agora as divido com vocês:
      Imagine seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;
      Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem estar;
     Procure manter o lar em harmonia, pois este é o “ponto de apoio” para recuperar-se;
Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança
      Transforme-se em um otimista em potencial;
      Assuma riscos (tenha coragem);
     Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);
     Separe bem quem você é do que você faz;
     Use a criatividade para quebrar a rotina.

    Lembre-se de que resiliência é a arte de transformar toda energia de um problema em uma solução criativa.
Fonte - Adriano Barbosa - http://www.pontopessoal.com.br/


 


quinta-feira, 28 de julho de 2011

Descubra como usar a rede social para convencer as melhores empresas a contratar você.

8 Estratégias para aparecer no LinkedIn

LinkedIn: para ser notado na rede social é preciso abusar em detalhes e palavras chave.
São Paulo – Manter uma página no LinkedIn já virou estratégia obrigatória para todo profissional que queira consolidar a própria carreira.

Pensando nisso, EXAME.com listou 8 dicas para que seu perfil no LinkedIn torne-se relevante na rede. Siga o guia e use a rede social para conquistar seu próximo degrau na carreira.

1. Preencha todo o perfil

Na hora de fazer o cadastro, fique atento para preencher todos os campos. Ganha pontos quem compila o maior número de detalhes em seu perfil. Isso significa, por exemplo, que é importante descrever as atividades que exerceu em cada umas das empresas ou detalhar quais os cursos que já participou.
2. Liste todos os empregos
No currículo convencional, a regra é ser objetivo e direto. Isso é: o candidato só deve agregar as informações que sejam coerentes para o cargo em questão. No LinkedIn, a lógica é oposta.
Colocar o nome de todas as empresas em que trabalhou - mesmo se por um curto período de tempo - é essencial para que o currículo se destaque nos sistemas de busca.
3. Preencha o campo especialidades
Se a proposta é aparecer no sistema de buscas, esse é o espaço para abusar de palavras chave. Para defini-las com precisão, faça um check-up do seu perfil profissional e invista nos termos que melhor definem suas habilidades.

Uma dica para completar esse campo é acessar a ferramenta Habilidades do LinkedIn. Lá, é possível descobrir a lista de habilidades relacionadas à sua área de atuação

4. Responda às questões
O LinkedIn possui uma página dedicada apenas às perguntas dos usuários sobre os mais diferentes assuntos. Aproveite essa oportunidade para fazer contatos e mostrar seus conhecimentos. Procure questões relacionadas à sua especialidade e elabore respostas pertinentes para elas.
5. Tenha boas conexões
Quanto maior o número de conexões, mais chances de aparecer nas buscas você terá. Use todas as ferramentas disponíveis no site para encontrar conhecidos.

No entanto, cuidado para não abusar e adicionar pessoas que você não conhece realmente. A ideia é que a lista de conexões represente a sua rede de contatos real. Você perderá pontos caso um headhunter peça referências para um de seus contatos e ele não saiba dar informações.
6. Participe ativamente dos grupos
Para expandir sua rede de contatos, assuma uma postura ativa nos grupos de discussão do site. Além de ajudar você a conhecer mais pessoas da sua área de atuação, essa estratégia pode ser positiva durante um processo de seleção.

7. Tenha um perfil em outros idiomas

Se você quer que um recrutador brasileiro encontre seu perfil no site, elabore um perfil em português (impecável, por favor). No entanto, para expandir suas chances, invista na elaboração de páginas em outros idiomas também. Mas, cuidado para não escorregar na gramática.

8. Abuse dos aplicativos
Para se tornar mais relevante, utilize os aplicativos disponíveis no site. Se você tem, por exemplo, um blog voltado para a sua área, use a ferramenta Wordpress. É possível ainda mostrar quais livros você está lendo e até as cidades para onde pretende viajar.


Fonte: exame.abril.com.br

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Desmistificando o Mito da Entrevista Perfeita

terça-feira, 5 de julho de 2011

Como se dar bem na entrevista?


As provas de conhecimento (português, matemática, inglês) finalmente terminaram e você conseguiu chegar à reta final do processo seletivo. Parabéns! Agora só falta passar pela entrevista pessoal, que pode ser dividida em duas partes:
- RH: o pessoal da área de Recursos Humanos da empresa geralmente avalia com mais atenção o seu comportamento e a sua personalidade. Apenas responda às perguntas.
- Chefe: nessa conversa você pode e deve mostrar todo o seu conhecimento na área de trabalho. Demonstre profissionalismo e experiência; se necessário use os termos técnicos da sua área.

Apesar da tensão geralmente presente nessa fase - afinal, você quer mostrar o seu melhor para conquistar a vaga – a conversa com o entrevistador não precisa ser um bicho de sete cabeças.
Confira as nossas dicas que vão te ajudar a preparar a cabeça (e o coração) para esse momento tão importante:

- Antes da entrevista, procure se informar sobre a empresa e o cargo que você se inscreveu. Isso vai te ajudar a imaginar o clima da conversa, o perfil das pessoas que podem trabalhar com você e até o jeito de se vestir no dia (mais formal ou informal). Aproveite para conferir o endereço e o meio de transporte, para não chegar atrasado.
- Seja educado e cortês durante a apresentação. Um aperto de mão firme acompanhado por um “bom dia” ou ”boa tarde” são ótimos para introduzir uma conversa. Preste atenção na sua maneira de falar e evite usar gírias.
- Controle a ansiedade e busque a sintonia na conversa com o entrevistador. Concentre-se no assunto, fale com clareza e sinceridade e seja direto nas respostas. Você pode mostrar interesse na vaga pela sua postura corporal (que, apesar de relaxada, deve mostrar profissionalismo) e pelas suas perguntas sobre a atividade a ser exercida. Só tome cuidado para não ser invasivo.
- Mostre seus conhecimentos e suas habilidades, mas não force a barra. O entrevistador tem experiência para detectar contradições, mentiras e expectativas e usar todos os sinais transmitidos para analisar se você se encaixa no perfil que a empresa procura.
- Durante a conversa, não fale mal de ex-chefes ou de empresas anteriores. Evite colocar restrições quanto ao horário de trabalho e explicar a sua pretensão salarial com as suas necessidades financeiras pessoais. Não se esqueça: você quer mostrar competência, profissionalismo. Deixe as questões delicadas para depois.
- Na saída, agradeça o tempo do entrevistador e se despeça da mesma forma que chegou: um aperto de mãos, um “até logo”. Resista ao impulso de entrar em contato no dia seguinte perguntando se você será contratado. Essa atitude pode mostrar insegurança e imaturidade, além de fechar as portas de uma empresa que poderia querer contratá-lo no futuro.

Fonte: www.meubolsoemdia.com.br

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Uso Profissional do Facebook: é possível?

Depois que publiquei o meu post Devemos limitar o nosso número de conexões em redes sociais? recebi alguns retornos de leitores que me relataram utilizar a seguinte estratégia online: (1) concentrar os contatos profissionais em uma rede de cunho mais profissional (o Linkedin, neste caso, foi o mais citado, mas algumas pessoas mencionaram também o Plaxo) e (2) colocar os contatos pessoais em uma rede menos formal (e aqui o Facebook foi a grande escolha). Houve quem me perguntasse se eu achava que essa era uma boa estratégia e a resposta é indubitavelmente sim - partindo do princípio que toda estratégia online que funciona para você é uma boa estratégia. No entanto, existem aqui alguns pontos, ao meu ver, que devem ser levados em consideração. Fazendo o costumeiro reparo que tudo que eu escrevo neste Blog é fruto de minha percepção pessoal, vamos a eles:

1. A divisão entre redes sociais profissionais e pessoais tem se apagado consideravelmente nos últimos tempos. Contatos pessoais e profissionais têm se misturado com muita frequência - não respeitando delimitações de redes. Da mesma maneira que os teus contatos profissionais te alcançam no celular fora do horário e ambiente de trabalho, os seus contatos profissionais vão te encontrar em outros ambientes virtuais que não os profissionais - e cada vez mais. 

2. Muitas pessoas consideram o Linkedin “muito complicado” e preferem uma rede mais simples e intuitiva - como o Facebook, por exemplo. Se você quiser o contato (online) das pessoas você terá de ir aonde elas estiverem. De forma semelhante, as pessoas que se interessarem pelo seu contato online irão atrás de você – aonde você estiver. 

3. As redes sociais passam também, elas mesmas, por ciclos. Pode muito bem ser que, em dois ou três anos, o Linkedin esteja como o Orkut está hoje. Nem o Linkedin de hoje é tão formal quanto costumava ser - e nem o Facebook (FB para os íntimos) é mais tão inocente como quando estreou no Brasil.

4. O potencial de adaptabilidade do Facebook é extraordinário, graças à sua gigantesca base de usuários e aos (muitos) aplicativos que ele abriga. Eu, pessoalmente, não acho impossível que o FB se torne um dos principais focos de networking profissional e canal de negócios a nível mundial em um prazo muito, muito curto. Dois exemplos bem rápidos de como isso pode ser possível:

- O BranchOut é um aplicativo que se propõe a criar uma rede profissional privada dentro do próprio Facebook - e que tem sido chamado de “o Linkedin do Facebook”. Existem muitas outras Ferramentas de recrutamento e networking via Facebook, mas o BranchOut é a que tem recebido maior destaque nos últimos tempos.
- A LikeStore é um serviço nacional lançado recentemente que permite montar lojas no Facebook. O pagamento pode ser feito por meio de cartão de crédito ou transferência bancária sem sair do ambiente do Facebook. Esta funcionalidade (existem outras empresas que se propõe a explorar este aspecto de e-commerce a partir do FB) transforma cada uma dos milhões de fan pages da maior rede social do mundo em um ponto de venda que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana.   

Voltando à pergunta-título deste post, a resposta é sim: não só é possível utilizar o Facebook  como Ferramenta Profissional (e de Negócios) como isso tende a se tornar mais e mais comum em um futuro bem próximo. 

Este é nosso recado de hoje e, se você gostou, se foi útil para você, visite a nossa página no Facebook (clicando aqui neste link) e dê um curtir (pode ser solicitado que você se logue no Facebook). E, já que você está dentro do Facebook, aproveite e compartilhe este post no seu mural e com os seus contatos no FB - porquê não? Lembre-se: informação é para ser compartilhada! Forte Abraço!
Fonte: Noe Alvarenga's Blog


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Profissionalismo – Não dá para não ter

Ser profissional, ter profissionalismo são, aparentemente, quesitos óbvios para quem quer ter sucesso no mercado de trabalho.

Porém, a busca por verdadeiros profissionais ainda é feita com lupa.

Pesquisas com muitas empresas da atualidade mostram que há muita quantidade em detrimento da qualidade.

Para a maioria das vagas disponíveis, o número de currículos recebidos é em média acima de 300. Mas, mesmo com essa quantidade significativa, muitos cargos permanecem em aberto por diversos meses.

Onde estão as lacunas? Por que mesmo após a primeira década do século XXI essa realidade ainda permanece? Afinal, nunca se falou tanto nas características do profissional desejado pelas empresas, como nas exigências do mercado de trabalho e no crescimento constante das competências profissionais!

Uma das defasagens, com certeza, está na preparação segmentada. Uma grande maioria apresenta credenciais nas competências técnicas, quando hoje é necessário contemplar também as comportamentais.

Aliás, conforme diz Stephen Covey, no livro O 8º Hábito, quanto mais o profissional cresce na hierarquia, mais ele necessita das competências comportamentais. Segundo ele,em todas as atividades a inteligência emocional é duas vezes mais importante do que as habilidades puramente cognitivas. Nas posições de liderança, a inteligência emocional responde por 2/3 ou mais dos elementos de um alto desempenho.

Logo, o profissional precisa se desenvolver de maneira integral, nas suas dimensões físicas, mentais, emocionais e espirituais.

É necessário que ele tenha uma visão sistêmica de si mesmo e da empresa em que atua.

Só assim poderá gerar e entregar resultados, de acordo com o perfil do seu cargo e do segmento em que atua.

O Livro Profissionalismo – Não dá para não ter já abordava em 1997 estas questões.

Por isso, continua atual e prático. É um manual, de fácil leitura,que além de abordar o desenvolvimento integral do profissional, oferece caminhos e dicas que podem ser adaptadas ao perfil de todos os profissionais.

Fonte: Bete D’ Elia

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Você sabe o que é Síndrome de Burnout?

 Para quem não sabe ou mesmo nunca ouviu falar nessa definição em inglês, burnout (lê-se bârnáut) significa burn (queima) e out (para fora, até o fim), ou seja, ao pé da letra pode-se traduzi-la como combustão completa. Em português, seu significado seria algo parecido como “perder o fogo” ou “perder a energia”.
Portanto,  síndrome de burnout pode ser entendida como a perda total de interesse pelo trabalho e um profundo desgaste profissional muito comum em pessoas dedicadas ao trabalho, exigentes consigo mesmas e com os outros e com mania de perfeição. Muitas vezes, tais profissionais tornam-se frustados em suas expectativas por não serem reconhecidos no ambiente de trabalho ou não merecerem a atenção que mereciam.
A síndrome foi denominada e detectada pela primeira vez em 1974, pelo pesquisador e psicanalista americano, dr. Freudenberger,  após notar oscilação de humor e desinteresse pelo trabalho entre alguns de seus funcionários da área de saúde.
Tal doença pode se manifestar em qualquer profissional, porém, é mais comum em profissionais que se destinam a cuidar de outras pessoas ou que tenham um contato interpessoal muito intenso e próximo como médicos, enfermeiros, bombeiros, policiais, professores, psicanalistas, entre outros. 
Conheci há muitos anos, quando estava em começo de carreira, uma secretária muito competente que havia estudado enfermagem e que adorava o que fazia.  Atuou por quase sete anos como enfermeira em um grande hospital e sua ala era de doentes terminais. Depois de alguns anos, contou-me que tinha insônia, estava apática, desmotivada, estressada, infeliz e totalmente desinteressada pelo trabalho. Era considerada uma pessoa feliz,  sensível, emotiva, comunicativa, com um astral elevado e cheia de energia e disposição. Tudo isso acabou quando ingressou nesse hospital.  Sua atividade era altamente desgastante e sentia-se mal e responsável quando algum doente falecia e sofria junto com a família. Ela se envolvia muito com a vida dos pacientes e esse sentimento de compaixão era característico da personalidade dela. 
O ponto final se deu no dia do seu aniversário quando soube que um paciente que ela cuidava e por quem sentia muito carinho, havia morrido. Imaginem vocês, como ela passou o dia do seu aniversário.  Com determinação e coragem, resolveu então sair e começar sua carreira do zero. Fez um curso técnico de secretariado e começou a trabalhar na função.  Na empresa onde nos conhecemos,  já estava em seu segundo emprego como secretária e estava muito feliz e satisfeita com a escolha,  embora, segundo ela,  já tivesse mais de trinta e dois anos.  
A lição que ela tirou era que não deveria mais se envolver com os problemas da empresa, dos chefes, dos colegas e amigos, enfim, de ninguém. Iria sim, ajudar no que fosse possível, porém, sem fazer com que o problema fizesse parte da vida dela e, com isso, a influenciasse como acontecia.
Sendo assim, acredito que muitas secretárias já sofreram ou sofrem dessa síndrome e nem sabem, uma vez que estão em constante contato com clientes, fornecedores, executivos e seus familiares.  Junto com eles, aparecem os problemas, ambições, frustações, ansiedades, expectativas, bem como o de toda a  equipe, cada qual com sua expectativa no ambiente de trabalho. E, vocês sabem, muitas vezes, a secretária torna-se uma confidente, um ombro amigo e até uma psicóloga quando alguém quer desabafar.
Somando-se a tudo isso, temos a figura da secretária que também tem seus anseios, metas, frustações e, não raro, o desempenho da empresa, do chefe e de sua equipe afeta, direta ou indiretamente, os objetivos e o humor das secretárias. Nesses casos, nem sempre ela tem com quem conversar e raramente deixa transparecer sua fragilidade.
Se você for uma secretária em começo de carreira que trabalha em uma pequena empresa e que é obrigada a fazer tudo (serviço de telefonia, recepcionista, compra de material, etc.) cuidado com a carga de trabalho e com a energia que dispensa nesse emprego.
Por outro lado, se você já é uma secretária experiente, competente e que trabalha em uma grande empresa ou em uma multinacional também deverá ficar alerta porque, em geral, o quadro de funcionários é enxuto e a secretária é contratada para trabalhar com dois ou três executivos e, muitas vezes, se depara exercendo sua função para quatro ou cinco, além de tomar conta de outras atividades ou mesmo colaborar como assistente da área em que atua, mantendo sempre a  perfeição, rapidez e profissionalismo.
Muitas vezes, isso acontece sem uma conversa prévia por parte do chefe ou do RH, sem aumento de salário e perspectiva de promoção ou cursos que promovam seu desenvolvimento e aperfeiçoamento na área. O comum é receber só promessas vagas e falsas.
Já conheci pessoas, não só secretárias, que saíram de uma empresa onde ficaram por alguns anos sem direito a férias e eram admitidas em outra rapidamente. Não dava tempo para descansar, tirar uns dias para viajar ou relaxar. Com isso,  já ingressavam nas empresas exaustas e tendo de mostrar o mesmo comprometimento e profissionalismo que mantinham na empresa anterior.  As desejadas férias só viriam dali a um ano ou mais e torciam para terem energia  até lá.
Não raro,  essas pessoas já estavam sofrendo dessa síndrome e nem sabiam porque ela é confundida com estresse ou fadiga intensa. Preste muita atenção no seu trabalho e na atividade de seus colegas para alertá-los quanto ao problema e pedir que eles procurem ajuda profissional, seja médica ou psicológica quando o desgaste físico e emocional estiver no limite.
Hoje em dia, as empresas competitivas e modernas estão sempre se desdobrando em mil para se manter ou atingir a liderança e, com isso, se destacar no mercado como a melhor ou uma das melhores. Isso também envolve seus funcionários,  o que gera um trabalho sempre intenso e interminável, com cobranças de dedicação, profissionalismo, comprometimento, hora extra e proatividade a todo o momento. Isso envolve desde o presidente até o cargo mais simples da empresa, enfim, a exigência é para todos e o medo do desemprego é uma constante. Por isso, os workaholics (viciados em trabalho) tornam-se presas fáceis e fortes candidatos a sofrer desse mal.
Além das causas psicológicas como vazio interior, depressão, recolhimento, etc., existem também as físicas como falta de apetite, distúrbios do sono, dores de cabeça, náuseas, tonturas, tremores, falta de ar, palpitações, oscilação de humor, dificuldade de concentração, problemas digestivos, entre outros. Tais sintomas são denominados como doenças psicossomáticas.
Se você quiser saber mais a respeito, converse com médicos, psicólogos ou pesquise em livros e na internet, pois, por ser uma doença relativamente nova, muita gente a confunde com depressão. Fique atento às causas, sintomas e tratamento, pois, a síndrome de burnout é também conhecida como a síndrome do esgotamento profissional, é uma forma de exaustão emocional, um estado de depressão, apatia, perda da auto-estima e falta de interesse pelo trabalho, mesmo se dedicando com afinco a ele. É como se o fizesse de forma mecânica, sem emoção ou comprometimento, gerado por um sentimento de frustação por falta de reconhecimento à sua competência e dedicação ao trabalho. O único aumento que recebe é o da carga horária e de funções.
Eu me lembrei agora de uma colega de trabalho em uma das últimas empresas em que trabalhei. Era era alegre, extrovertida e muito sociável, porém, seu nível de empatia era zero. Quando o assunto era a empresa, ela formava uma barreira de concreto em sua frente e nessa parede não passava nenhum sentimento de compaixão, emoção, sensibilidade, preocupação no que se referia aos problemas do chefe, da equipe, dos colegas ou da empresa. Talvez tenha sido uma forma de defesa que ela tenha desenvolvido ao longo dos anos para se proteger.
Ela sempre dizia que não era problema dela, que não poderia ajudar a resolver e que já tinha problemas pessoais e familiares suficientes para se ocupar.  Mantinha sempre seu horário de almoço e saída,  estava sempre saudável e com boa aparência, além de demonstrar tranquilidade em qualquer situação de conflito ou tensão. Enfim, seus interesses sempre estavam à frente dos interesses da empresa.
Caso a empresa falisse ou ficasse em situação difícil; o chefe fosse demitido ou coisa parecida, ela não se abalaria e iria tentar se manter no emprego ou se recolocar no mercado de trabalho o mais rápido possível. Nesse caso, não sei de que lado você ficaria:  se o da enfermeira que virou secretária ou da secretária que se mantinha fria como uma parede de concreto e não se deixava abalar por nada e por ninguém. Talvez conheça pessoas com essas características, porém, todos sabemos, que ser radical ou ter uma atitude extrema em qualquer situação não é bom, porém, encontrar equilíbrio e mantê-lo nessas circunstâncias á ainda mais complicado.
Particularmente,  já manifestei as duas atitudes e, hoje em dia, procuro o tal equilíbrio, embora seja difícil de encontrá-lo, afinal, todos nós estamos a sua procura. Lembre-se de que o que importa é você, sua saúde, seu bem estar, sua realização pessoal e satisfação profissional, pois a vida, seja ela boa ou ruim, é uma só e trabalho, independente de como ele se apresentar, existem muitos por aí. Pense nisso!
Fonte: www.tudosobresecretariado.com.br

terça-feira, 31 de maio de 2011

FST - BA
FUNDADO O FÓRUM SINDICAL DOS TRABALHADORES
DO ESTADO DA BAHIA FST-BA   
 
  Com a presença de 18 entidades sindicais de diversas categorias profissionais do Estado da Bahia, foi fundado o Fórum Sindical dos Trabalhadores do Estado da Bahia - FST-BA , no dia 27 de maio de 2011 em Salvador - BA, através de uma reunião de organização e fundação, conforme amplamente divulgado, nas dependências da Federação dos Empregados no Comércio do Estado da Bahia - FECOMBASE .
 
Houve uma exposição sobre a história, motivo e necessidade para a criação do FST Nacional aos presentes, pelo Coordenador Licenciado José Augusto da Silva Filho (CNTC), que estava representando no ato o Coordenador Interino Lourenço Ferreira Prado ( CONTEC ), que justificou a sua presença por estar participando de uma atividade sindical representando a sua categoria (Bancários), em Fortaleza - CE.
 
Na sequência, José Augusto fez uma explanação detalhando sobre os principais princípios do FST mostrando a importância deles, para o fortalecimento da estrutura sindical brasileira, do respectivo fortalecimento do próprio Fórum, nas lutas pela manutenção dos direitos trabalhadores (as), novas conquistas, pela autonomia e fortalecimento dos sindicatos, das federações e das confederações, conforme segue:
 
Unicidade Sindical;
Em Defesa do Sistema Confederativo;
Pela Manutenção da Contribuição Sindical;
Organização Sindical por Categoria e Não Apenas por Ramo;
Defesa dos Direitos Trabalhistas, Sindicais e Previdenciários;
Pela Manutenção dos Artºs 7º e 8º da Constituição Federal.
 
Após a explanação foi realizado um amplo debate entre o expositor e os presentes, sobre os temas gerais apresentados e, de outros que preocupam na atual conjuntura, como por exemplo, a unicidade sindical e os riscos da Portaria MTE 186, que ainda não foi julgada no Supremo Tribunal Federal e, de seus efeitos avassaladores em toda a Bahia e no Brasil; dos discursos irresponsáveis de alguns dirigentes sindicais, que promovem investidas contra a manutenção da contribuição sindical e da contribuição assistencial; das práticas antissindicais que ocorrem no país; das crescentes demissões de cipeiros e de dirigentes sindicais, que gozam de seus direitos à estabilidade; exploração da mão-de-obra e de trabalhos escravos; extensas jornadas de trabalho; do aumento a cada ano dos acidentes e doenças ocupacionais, que matam e adoecem a classe trabalhadora; pelo fim do fator previdenciário e, outros grandes temas nacionais.
 
Encerrando os debates que surgiram nas discussões dos temas citados, o Coordenador José Augusto e o Presidente da FECOMBASE Márcio Fatel fizeram seus esclarecimentos.
 
O Coordenador na sequência se dirigiu a todos os presentes, questionando-os se haveria a vontade de se fundar naquele momento o Fórum Sindical dos Trabalhadores do Estado da Bahia. Como a resposta foi unânime, foram eleitos os seguintes Coordenadores pelos presentes:
 
José Ribeiro - FECOMBASE - UGT
Genival Santos Gomes - FETTHEBASA - NCST-BA
Rita de Cássia Moreira da Costa de Goes - FENASSEC
Marcos Antônio Souza Pereira - FENAVENPRO
Jorge Santos da Silva - FENATEST
 
Os Coordenadores eleitos serão convidados pela Coordenação Nacional para uma viagem à Brasília, em data a ser agendada, onde oportunamente irão conhecer a Assessoria Parlamentar e Política, os demais Coordenadores Nacionais do FST, a nova sede do FST e, terão a oportunidade de conhecer de perto, de uma forma prática, as principais ações do Fórum, planos estratégicos de ações junto ao Congresso Nacional e demais atividades sindicais.
 
A Coordenação Nacional parabeniza os dirigentes sindicais da Bahia por essa iniciativa, que em muito fortalecerá as lutas em defesa dos direitos e conquistas dos trabalhadores brasileiros, principalmente nas ações dentro do Congresso Nacional, junto aos parlamentares desse Estado.
 
Os nossos agradecimentos especiais a FECOMBASE e toda a sua Diretoria, por sediarem e apoiarem este histórico acontecimento. Fonte: Assessoria Parlamentar e Política do FST.
 
 
Cordialmente,                           
 
José Augusto da Silva Filho             
Diretor 1º Secretário da CNTC
cntc@cntc.com.br ou augusto@cntc.com.br
( Work Tel#:  (61) 3217-7102)
Fax#: (61) 3217-7122
CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NO COMÉRCIO
Visite nossos Sites http://www.cntc.com.br  
 

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ética dos E-mails

E-mail é fácil de enviar, rápido, eficaz, mas também pode ser fonte de uma boa dor de cabeça. Lembre-se de que é quase impossível recolher um e-mail já enviado. Pense 3 vezes antes do último click.
Assunto - É indispensável e tem que ser claro e objetivo. Muitas pessoas decidirão se vale a pena ler, baseado no interesse gerado pelo assunto.
Para quem? - O e-mail deve ser endereçado para as pessoas que vão agir a partir do seu  recebimento.
 Com Cópia - As cópias devem ser para as pessoas que necessitam tomar conhecimento do assunto, mas que não irão atuar diretamente na sua resolução.
Cópia oculta - Deve ser restrita ao máximo, pois se há razão para a cópia ser oculta, já não é uma boa razão. Lembre-se de que esta pessoa não receberá as respostas.
 Responder para todos - Somente se não tiver opção. O ideal é a cada nova correspondência decidir, individualmente, sobre quem deve receber e quem deve estar ciente.
 Tamanho - Não é por ser grátis que devemos abusar do tamanho. Manter toda correspondência anterior dentro de um e-mail é um desperdício.
Anexos - Vários anexos também aumentam o tamanho do e-mail e atrapalham. Multiplicam-se as cópias e perdem-se os originais. Para garantir a integridade dos originais dê preferência a formatos que não sejam facilmente editáveis, como o PDF.
Seja conciso e consciente do que escreve:
E-mail se presta para comunicações rápidas. Se seu e-mail não couber em uma única páginaimpressa, você está usando o meio errado para comunicação. Prefira um formato mais formal, mesmo que seja anexado a um e-mail. Isto facilita a leitura e aumenta a importância do material enviado. Quando for enviar um e-mail, busque sempre seguir as seguintes instruções:
O primeiro parágrafo de um email deve trazer um resumo do seu conteúdo, que seja suficiente para a maioria dos leitores, principalmente, aqueles que recebem cópia apenas para informação.
Redija o segundo parágrafo para as pessoas que vão agir a partir do seu e-mail. Certifique-se de que esteja claro, objetivo e direto. No terceiro parágrafo defina as responsabilidades, trace prazos e metas. Somente com o e-mail pronto decida os destinatários e para quem serão enviadas as cópias.
Um último conselho: nunca escreva um email no calor da emoção. Espere a temperatura amainar, pense repetidas vezes sobre o texto, conte até 100, leia repetidas vezes e, ainda, espere o dia seguinte para reavaliá-lo.
Artigo extraído do Jornal da Gestão de Carreira – Meu Mentor – Volume 5 – Número 1