Mulher! Todos os grandes senhores te reverenciam no dia de hoje, pois eles nasceram do teu ventre.
Mulher! Além de todos os poderes cósmicos, levas dentro de ti a semente sagrada que provê a vida. Tu és o mais belo pensamento de Deus. Teu coração é manancial de sabedoria. De teu íntimo brota a força amorosa que nutre, regenera e ressuscita.
Parabéns Mulheres!!!
Autor: desconhecido
quinta-feira, 8 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
Saiba quais perguntas devem ser evitadas durante um processo seletivo
Durante
uma entrevista de emprego, o profissional tem a possibilidade de conhecer
melhor a empresa empregadora, já que o próprio
recrutador abordará temas sobre a companhia, trabalho que será desenvolvido e a vaga
disponível. Isso não quer dizer que o candidato não possa perguntar.
Entretanto, é necessário ter cuidado com o tipo de questionamento.
Segundo
a Consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos,
Sueli Navarro Duarte, as perguntas devem ser feitas de maneira educada e que
não intimide o entrevistador.
Ela
explica que os recrutadores não se importam que o candidato exponha as suas
dúvidas, mas que as questões devem ser limitadas.
“As
perguntas devem ser adequadas e não podem interferir muito no processo. O
entrevistador se incomoda quando ele percebe que o candidato está conduzindo a
entrevista”. Lembre-se de que quem está sendo entrevistado é o candidato e não
o recrutador.
Perguntas que devem ser evitadas
Mesmo com cautela, Sueli afirma que existem algumas perguntas devem ser evitadas, como:
Como
é o sistema de trabalho em feriado?: este tipo de pergunta pode causar impressão de que o profissional
não quer saber de trabalhar, está mais interessado em folgar. Para quem está
procurando uma oportunidade de trabalho, isso não é bem visto.
A
empresa demora para dar retorno sobre a aprovação no processo seletivo?: o problema desta frase é que ela
pode soar como mal-educada. O correto é questionar quantas etapas existem no
processo. Cabe ao recrutador informar ao candidato como isso é feito.
Geralmente, as empresas avisam que o profissional foi aprovado por telefone e
reprovado por e-mail. O anúncio de reprovação é por e-mail devido à quantidade
de candidatos que participam do processo.
Quais
são os benefícios que a empresa oferece? Estas informações são passadas pelo recrutador. Em
alguma etapa do processo, o candidato saberá exatamente sobre os benefícios que
a empresa oferece aos seus colaborados.
Meus
colegas de trabalho são “velhos”? A maioria é mulher? É homem?: além de ser falta de educação chamar
as outras pessoas de velhas, este tipo de questionamento pode revelar
preconceito por parte do candidato. Se existe curiosidade sobre os colegas,
pergunte se é uma equipe heterogênea.
Por
fim, Sueli lembra que o candidato não deve fazer comentários sobre o antigo ou
chefe atual ou sobre como a empresa em que trabalha ou trabalhou age. “Não fale
mal de ninguém, isso é antiético”.
Fonte:
Info Money
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Concurso para Secretário Executivo
- Concurso para Secretário Executivo - CREFITO 7 - Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional 7 Região Bahia e Sergipe -www.concepcaoconcursos.com.br/
images/upload/file/CREFITO%207/ Edital%20de%20Abertura/ Edital_13_02_2012(1).pdf
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
O perfil comportamental e seus reflexos no ambiente de trabalho
Todas as pessoas, seja aqui
no Brasil ou em outro país, têm sua natureza, ou seja, seu perfil de
comportamento. E isso é o que as tornam únicas e é a forma mais visível de como
elas são, tanto nos ambientes sociais como nos profissionais. Assim, alguns são
vistos como autoritários, outros como influentes, tranquilos ou, então, muito
perfeccionistas.
E, dessa forma, no mundo
profissional as funções são preenchidas com base em perfis comportamentais, que
é o que determina o sucesso (ou não) no trabalho.
Para entendermos melhor como
essa questão funciona, existem quatro grandes grupos de características
comportamentais presentes nas pessoas. Dentro de cada característica, destaco
os pontos a serem observados pelos gestores. São eles:
Dominância:
pessoas que preferem estilo de comportamento mais competitivo, autoritário,
objetivo, direto e assertivo.
Influência:
pessoas com perfil persuasivo, amistoso, verbal, comunicativo e emocional.
Estabilidade:
pessoas que adotam uma postura mais previsível, bom ouvinte, deliberado,
organizado, persistente, amigável e gentil.
Conformidade:
pessoas que na maioria das vezes são detalhistas, lógicas, perfeccionistas e
focadas em regras e procedimentos.
Vamos ver como isso aparece
no ambiente de trabalho e quais os pontos de atenção mais comuns.
Pessoas
de Alta Dominância
Apresentam força de caráter.
Independentes, irritadiços, negam afetividade, são focados em resultados. No
trabalho, podem apresentar sinais de impaciência, confronto, agressividade.
Buscam o domínio, independência e poder. Essas pessoas deveriam atentar para a
paciência, atenção às pessoas, humildade, consideração, traçar objetivos
coletivos (serem menos individualistas).
O estilo de comunicação pode
ser preciso, áspero, direto ao ponto. Melhor comunicação escrita do que oral.
Não concluem. São breves e por vezes imprecisos.
Pontos a observar - No
trabalho, essas pessoas precisam atentar para o fato de poderem ser vistas como
dominadoras. Se estiverem em função de chefia, precisam compreender que nem
todos se motivam por desafios. Precisam atentar para os sentimentos que podem
ferir e as consequências no desempenho das outras pessoas. Se fizerem parte de
uma equipe, precisam cuidar do seu individualismo e buscar mais o trabalho com
o grupo, evitando comportamentos arrogantes e a competição exacerbada, pois isso
pode fazer com que lhes "puxem o tapete".
Pessoas
de Alta Influência
São pessoas que demonstram
confiança, entusiasmo, afetividade, buscam relacionamento interpessoal e são
focadas em popularidade e comunicação. No trabalho gostam de entusiasmo, elogios,
otimismo e tolerância. Não apreciam muito a objetividade e tendem a ser
dispersivas. Esses indivíduos precisam atentar para uma abordagem direta,
controle de tempo, controle emocional, dados analíticos, mais foco e prazos
realistas.
O estilo de comunicação
usualmente é natural, envolvente. Compartilham com as pessoas e têm dificuldade
em guardar segredos. Mais falam do que executam. Discutem por muito tempo por
vezes sem objetividade.
Pontos a observar - No
ambiente de trabalho devem evitar a exposição excessiva, a verbalização e a
exuberância exacerbada de comportamento (a não ser, é claro, que o trabalho
requeira isso).
Como são pessoas que buscam
a aprovação, a aceitação, precisam buscar a objetividade e muitas vezes
aprender a dizer "não". Se estiverem em função de chefia, precisam
lembrar-se de que a direção, o foco muitas vezes são tão ou mais importantes
para o grupo do que apenas a amizade e as relações interpessoais.
Se fizerem parte de uma
equipe, precisam controlar sua verbalização natural e focarem na tarefa, pois
correm o risco de não serem levados a sério.
Pessoas
de Alta Estabilidade
Usualmente um indivíduo
assim é moderado, consistente, previsível e fácil de lidar. No ambiente
profissional esse indivíduo apresenta características de persistência,
modéstia, conservadorismo e repetição de ações. Luta para manter o status quo e
não aprecia mudanças, pois normalmente é relaxado e feliz com as coisas do
jeito que estão. Não aprecia pressões. Pessoas assim devem buscar mais
entusiasmo, flexibilidade, aceitação de outros estilos comportamentais, além de
novos métodos de trabalho.
Seu estilo de comunicação é
muito quieto, calmo, mas não direto o suficiente. Gentil, não fala mais que o
necessário. Pode ser questionador e dar sugestões.
Pontos
a observar - No trabalho é calmo e tranquilo, mas seu ritmo mais
lento pode exasperar pessoas com senso de urgência mais aguçado. Deve buscar
conhecimentos novos e observar o ritmo do grupo, adequando-se a ele (essa não é
uma tarefa fácil, é bom que se diga). Quando em posição de chefia, pode não ser
muito hábil em delegar e tende a fazer ele mesmo. Pode ser lento e hesitante
até desenvolver confiança. Deve evitar a procrastinação.
Pessoas
de Alta Conformidade
Uma pessoa assim normalmente
evita confronto interpessoal. Sua postura é defensiva e expressão contida. No
trabalho busca a exatidão, a adesão a regras e controles, bem como atingir
resultados com perfeição. Pode ser crítico e não dar a devida atenção a prazos,
em função da qualidade. Pode, por vezes, isolar-se. Teme as emoções e ações não
racionais. Pessoas assim devem atentar para uma maior consciência dos
sentimentos, verbalização, emoção e trabalho em equipe.
Em termos de comunicação, um
indivíduo assim observa à distância para preservar seu conhecimento e sua
privacidade. Questiona pela lógica. Fala apenas o necessário e não se envolve
em conversas mais informais.
Pontos
a observar - No trabalho é perfeccionista e detalhista. Precisa ter
atenção à real necessidade de perfeccionismo e antes de travar algum processo,
perguntar-se "mas, é realmente necessário?" Precisa ter em mente mais
a necessidade do grupo e a visão das situações e dos projetos como um todo,
para evitar "emperrar". Quando em função de chefia pode ser relutante
em delegar, com receio de romper o sistema já estabelecido e de perder o
controle. Isso é algo para refletir.
Fonte: Edson Rodriguez para o RH.com.br
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
8 passos para inovar no mercado de trabalho
A capacidade de
inovar é cada vez mais desejada no mercado de trabalho. Treine essa habilidade
com os oito passos a seguir e se torne craque!
Na dinâmica da inovação é comum as pessoas ficarem sem pique e
entregarem os pontos. Outras, nem dão o primeiro passo. A essa ambiguidade -
"quero o novo, mas não quero abrir mão do velho" -, somam-se a falta
de confiança de pôr a mão na massa e a noção de que "em time que está
ganhando não se mexe". A própria mente começa a se perguntar: "E se
der errado?".
Essa é a hora de se fazer uma outra pergunta: como se preparar para que
o intuito dê certo? Um bom caminho é se informar sobre aquilo que você deseja
fazer. É saudável reconhecer as nossas limitações; afinal, ninguém nasceu apto
a fazer tudo. Mas é preciso buscar ferramentas para se sentir mais preparada.
Confira os oito passos a seguir e se torne craque na hora de inovar:
1. Afaste o conformismo
Sem essa de se acostumar com certa situação por achar que ninguém a
ouve. "Se você está segura do que quer, não desista. Não deixe que um não
a breque" alerta o psicólogo João Marcos Varella (SP).
2. Olhe para si mesma com carinho
Você verá que tem habilidades latentes que podem ser úteis nos momentos
de transição. "Geralmente, numa situação de forte stress, a pessoa se
surpreende com sua garra e energia", revela Varella.
3. Some forças
Muitas vezes, nos sentimos mais confortáveis falando com quem enfrenta
os mesmos problemas. "Os grupos de apoio, inclusive os virtuais, são
grandes aliados nessa fase. As pessoas se sentem mais compreendidas, menos
sozinhas", diz a psicóloga Cecília Zylberstajn.
4. Seja objetiva
"Converse com seu inconsciente com clareza: sou vencedora, sou
magra, sou feliz", ensina Cesar Romão, mestre em psicologia organizacional
(SP). "Se você pensar 'acho que quero isso, acho que quero aquilo', o
inconsciente não permitirá que você aja com firmeza."
5. Direcione o seu foco
Nada de gastar tempo e energia pensando naquilo que não gostaria que lhe
acontecesse. "As pessoas vivem para evitar o que não querem. Isso traz, lá
na frente, a insatisfação e também impede que percebam novas
oportunidades", explica Romão.
6. Experimente
Não tenha medo de apostar em algo diferente. Errou? Tente de novo. O que
não vale é paralisar. "Observe, mas cuidado para não ficar sempre
inventando uma nova situação, pulando de galho em galho. A falta de habilidade
para criar vínculos também não é saudável", esclarece Cecília.
7. Olhe para trás
Repasse suas experiências e analise os resultados alcançados. "A
inovação pode começar daí: recriando em cima daquilo que deu certo e refazendo
algo de outra forma. Sua bagagem de vida é uma aliada na hora de encarar um
novo desafio", avisa Varella.
8. Seja flexível
Olhe o mundo com a disposição de realmente entendê-lo. Abra a mente,
deixe fluir as emoções, recicle conhecimentos. "Não se acomode na sua zona
de conforto", aconselha Romão.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Empresas de internet decretam o fim do currículo no Brasil
Seguindo a tendência mundial, companhias brasileiras passam a utilizar,
cada vez mais, um único critério em seus processos seletivos: a presença na web
Pouco mais de um ano atrás, o estudante de sistemas de informação
Estevão Mascarenhas, então com 19 anos, passou por uma situação curiosa. Ele
começou a interagir nas redes sociais, sem saber, com seu futuro patrão. No fim
de 2010, Horácio Poblete, presidente dastartup Ledface, começou a
seguir o jovem no Twitter por indicação de amigos – que, por sua vez, não
tinham qualquer ligação direta com o universitário. Empregador e funcionário em
potencial começaram a discutir empreendedorismo pela rede de microblogs, até
que Horácio tivesse intimidade o suficiente para solicitar a Estevão que o
adicionasse em seu Facebook. Depois de três meses de observação virtual
intensa, o executivo finalmente se convenceu de que o estudante era um
profissional que, além de qualificado tecnicamente, identificava-se com os
valores da empresa. A proposta veio em seguida. Estevão largou a faculdade na
Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), em Minas Gerais, e mudou-se para
Campinas, em São Paulo, de emprego novo, sem ter enviado ao menos um currículo.
Casos como esse são cada vez mais comuns no país. Não chega a ser
novidade que as companhias 'bisbilhotem' os candidatos nas redes sociais antes
de chama-los para entrevistas. De acordo com uma pesquisa da empresa de
recrutamento americana Robert Half, 63% das companhias brasileiras consultam
perfis de candidatos nas redes de relacionamento. Mas até então esse
procedimento era complementar. “No final, os recrutadores cruzavam os dados do
currículo, as impressões da entrevista formal e as individualidades dos
candidatos com base em suas informações de perfis na web”, explica Bernardo
Entschev, CEO da recrutadora de executivos De Bernt Entschev. Hoje, no entanto,
já existem empregadores – ao menos no caso de grupos que trabalham diretamente
com tecnologia da informação – que vão além. Elas ousam dispensar completamente
o currículo. A ideia é analisar, não só a capacidade técnica, mas também
valores, o nível cultural e a intimidade do candidato com a internet apenas por
intermédio de suas pegadas na web.
EUA na dianteira – No Brasil, o processo é, por enquanto,
restrito a empresas focadas no mundo digital, sobretudo para vagas de
estrategistas de mídias sociais. Nos Estados Unidos, porém, até o mercado
financeiro adotou a nova política. Recentemente, a empresa de capital de risco
Union Square Ventures – que já investiu em pesos pesados da internet como
Twitter, Foursquare e Zynga – pediu que os candidatos a uma vaga de analista de
investimentos enviassem apenas links que representassem sua interação na web,
como contas no Twitter ou no Tumblr.
A rede social LinkedIn é a escolha mais óbvia para o recrutamento via
rede social justamente porque já contém uma espécie de currículo embutido.
Contudo, não é este histórico profissional o ponto forte dela, dizem os
especialistas. O que os recrutadores buscam é saber com com quem o candidato
está conectado, quantas recomendações ele tem de pessoas influentes e se
participa ativamente de grupos e discussões relacionadas à vaga que pleiteia.
“Além de LinkedIn, costumo pedir a URL de algum agregador de todos os perfis do
candidato em redes sociais, como Twitter, Facebook e Tumblr, para que possa
analisar a presença online dele”, diz Alexandre Inagaki, especialista que
presta consultoria em mídias sociais para clientes como Bradesco e Coca-Cola.
Inagaki explica que, a partir das URLs de referência, consegue analisar, além
da rede de contatos, a bagagem cultural, a capacidade de produzir conteúdos
originais de qualidade e a performance do candidato na hora de adaptá-los a
diferentes linguagens. “Contrato pessoas residentes em qualquer lugar do país”,
completa.
Na startup GetNinjas, uma espécie de Mercado Livre para
serviços, todos os candidatos precisam ter a "internet na veia";
mesmo que não estejam concorrendo a uma vaga para analista de mídias sociais. O
presidente da empresa, Eduardo L’Hotellier, instalou um plug-inchamado
Rapportive em seu e-mail que 'denuncia' os candidatos com base na forma como
interagem nas redes sociais. No último processo seletivo para estagiário de
marketing, em que os candidatos foram requisitados a enviar os perfis no
LinkedIn, o empresário eliminou diversos interessados observando apenas seus
últimos tweets (textos postados no Twitter).
Os processos seletivos na agência de publicidade focada em mídias sociais
It’s digital são ainda mais inusitados. “Muitas vezes, pedimos apenas os dados
de contato e fazemos uma pergunta aberta, como, por exemplo, ‘o que você tem
feito de interessante?' ou ‘você tem algum projeto paralelo?'. Com uma pergunta
tão aberta, as pessoas acabam deixando os chavões de lado, e trazendo
informações mais ricas para nós”, explica o diretor da agência, Lucas Couto.
Fonte: veja.abril.com.br
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Facebook é uma boa rede para encontrar emprego
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Só no ano
passado, 84% dos recrutadores buscaram candidatos pela rede social e 48%
fizeram pelo menos uma contratação através do site
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Está à procura de emprego, mas não
sabe como espalhar seu currículo? Talvez a resposta para este problema seja
mais simples do que você imagina: o Facebook. Não é de hoje que a rede social
de Mark Zuckerberg tem atraído os olhares das empresas quando o assunto é
contratar funcionários. É claro que outros sites, em especial o LinkedIn,
possuem um foco mais abrangente no preenchimento de dados profissionais, mas
é incontestável que o maior site de relacionamentos do mundo reina soberano
na mão dos recrutadores.
Para se ter uma noção, um infográfico desenvolvido pela HireRabbit, uma companhia especializada em pesquisa e recrutamento pelas redes sociais, mostra que 48% de todos os candidatos a um trabalho e 63% das pessoas com um perfil já procuraram por emprego usando o Facebook, só no ano passado. Por outro lado, 84% dos recrutadores buscaram candidatos pela rede social, 48% efetuaram pelo menos uma contratação através do site (só no ano passado) e 16% receberam indicações de outros amigos conectados no site. Fora isso, o site é o segundo com maior número de atividades em todo o mundo com 85% de todos os internautas cadastrados. Desta porcentagem, 74% utilizam a rede diariamente (um em cada sete minutos são gastos no site) e 57% dos usuários têm mais de 100 amigos. Mas, como fazer para que o seu perfil seja notado pelas companhias? O primeiro passo é deixar o design mais completo, principalmente no que diz respeito ao seu currículo profissional. Também fique atento aos seus interesses e páginas que curtiu, além de se manter ativo na rede social. Se quiser saber mais, fizemos uma matéria com dicas sobre como otimizar sua conta do Facebook. Para acessá-la, clique aqui. Já para checar o infográfico clique aqui. fonte: www.olhardigital.uol.com.br |
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Saber falar em público é essencial
Anteriormente exigida apenas para gestores, a competência de saber falar
em público, seja em reuniões, apresentações ou palestras, vem sendo requisitada
também por profissionais de outros níveis hierárquicos, como analistas e
assistentes. As mudanças constantes no mundo dos negócios exigem um maior
preparo por parte dos profissionais, inclusive no tocante à comunicação.
Nos dias de hoje,
mesmo nas atividades ditas mais técnicas, as pessoas precisam compartilhar
conhecimentos. Negociar, liderar e saber se expressar com clareza são
competências cada vez mais exigidas para os profissionais, independente da área
de atuação. “Por conta da concorrência, a pessoa deve ter empregabilidade e um
dos fatores principais é saber se relacionar e se expressar em público. Hoje,
qualquer que seja a atividade, é necessário que os indivíduos se relacionem,
façam marketing pessoal, executem apresentações e participem de reuniões. A
dinâmica do mercado atual imprime esta necessidade”, aponta Reinaldo
Passadori, especialista
em Comunicação Verbal e Diretor do Instituto Reinaldo Passadori.
De nada adianta ter
diversos diplomas, cursos de MBA e
especializações, se o profissional não sabe se expressar. Empresas que não têm
colaboradores com este perfil vêm investindo nesta competência para que sejam
mais aptos a desenvolver a habilidade de se expressar bem diante das situações
do dia a dia. ““Falar com propriedade, segurança, técnica e objetividade faz
com que o indivíduo marque presença e valorize o que sabe. Ganha muito mais
prestígio a pessoa que se comunica bem e sabe menos do que a que tem muito
conteúdo, mas não sabe expor isto a seus colegas”, conta Passadori. Para ele, a
timidez pode ser considerada o principal agente de dificuldade: “o medo, a
insegurança e a ansiedade fazem com que a pessoa se retraia e não tenha
plenitude no desenvolvimento de suas ideias”.
Confira, abaixo,
dicas básicas para desempenhar um bom papel no ato de falar em público:
Eleve sua autoestima:
Perceba quais são as
suas maiores virtudes para usar isto a seu favor no ato de uma apresentação ou
reunião;
Treine:
Enfrente situações e
perceba que, por mais que seja difícil, esta prática irá desenvolver esta
competência cada vez mais;
Se prepare:
Tenha consciência de
qual é a intenção de seu discurso e analise o público alvo da mensagem
(expectativa e vocabulário das pessoas);
Calcule o tempo:
Analise a duração do
que vai falar para que discorra de forma equilibrada;
Utilize recursos:
Ferramentas
audiovisuais, como projetores, potencializa a apresentação e dá suporte do
discurso se usadas de forma criativa.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Como alavancar a carreira em 2012
O ano
de 2012 chegou e, com ele, toda a motivação de um novo período profissional.
Crescer dentro da empresa, mudar para um emprego melhor, alcançar o cargo de
liderança tão almejado ou ter o próprio negócio: todas estas são opções para
quem deseja crescer na carreira e obter êxito em sua atividade. Conversamos com
especialistas no assunto, que indicam as melhores maneiras para atingir o
sucesso profissional.
Saber exatamente o que busca é essencial. A pessoa
necessita ter ideia dos seus pontos fortes e do seu desenvolvimento, assim como
qual perfil de organização a atrai. “Ela pode fazer isso estando simplesmente
atenta a ela mesma, pesquisando o mercado e, eventualmente, com formações
adicionais. Também é válido o recurso de buscar profissionais que a ajudem
neste processo, quer sejam consultores de carreira, coaches ou algum
profissional de confiança que a desafie a ir mais longe”, indica Susana
Azevedo, especialista em coaching para executivos.
O mercado de trabalho é ditado por tendências,
baseadas nas necessidades pontuais das empresas. Hoje, com as organizações cada
vez mais descentralizadas e com menos distância entre níveis hierárquicos, as
competências ligadas à comunicação e gestão de conflitos são importantes, mas
uma delas se destaca: a liderança. “Grandes talentos que não disponham de
espírito de equipe e capacidade de liderança podem arruinar as organizações.
Portanto, as empresas
devem estar atentas na escolha de seus líderes para que estes profissionais
sejam capazes de oferecer boas orientações e dar continuidade aos negócios”, opina
Sandra Lucena Souto, diretora Comercial e de Marketing da ProPay,
consultoria em RH. Para ela, uma companhia com problemas de liderança ou
com líderes que não estejam preparados, pode ter seus dias contados. “É um
risco muito grande”.
Aprimorar os conhecimentos e desenvolver
habilidades por meio de cursos e graduações ainda é um ótimo caminho. O mercado
atual exige como nunca conhecimento técnico e específico de determinadas
funções, e buscar educação profissional é uma alternativa valorizada pelas empresas.
De acordo com Dr. Valderes Fernandes Pinheiro, diretor acadêmico da
Faculdade Impacta Tecnologia, a pós-graduação se tornou fator determinante
para a carreira do profissional. “Cursar um MBA
também é importante para pessoas que almejam atuar em cargo de gestão, pois dá
uma visão global do negócio da empresa, além de aprimorar questões de
liderança”, aponta.
Ainda sobre educação, com a massificação das
universidades, atualmente existem inúmeros cursos e faculdades e
cabe ao indivíduo saber selecionar qual oferece as melhores opções e recursos
para seu objetivo. “Hoje, existem muitas instituições que dizem oferecer um
MBA, mas é apenas fachada. O maior foco destes cursos deve ser desenvolver
competências de liderança e visão de mercado, mas não é o que ocorre na
prática”, relata Dr. Valderes.
Novas tecnologias
Sem dúvidas, dominar este advento nos negócios é
essencial. Dia após dia, novidades em soluções tecnológicas surgem no universo
corporativo e cabe aos profissionais serem críticos na escolha das tecnologias
que usarão e que terão acesso para ganhar mais produtividade e também para
reduzir riscos e custos.
“Atualmente, ter acesso às tecnologias mais
avançadas é essencial para qualquer modelo de negócio. Além disso, estar
atualizado com os assuntos e tendências mais modernas é de grande apoio no
momento da tomada de decisão”, diz Sandra.
A tecnologia é uma ferramenta que pode e deve ser
usada nas práticas profissionais, não como um fim, mas como um meio, alerta
Susana Azevedo: ”A tecnologia não substitui a conversa entre as pessoas, mas
aumenta a possibilidade dela ocorrer em situações de distância física, por
exemplo”.
Fonte: Portal Carreira & Sucesso
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Sete itens que não podem faltar na lista de 2012
Fim de ano. A famosa
lista de metas começa a entrar em pauta para muitas pessoas e empresas. Você já
fez seu planejamento?
Já
reparou que todo o começo de ano segue o mesmo ritual? A grande maioria das pessoas
se enche de pensamentos positivos, energias renovadas e, claro, muitos
objetivos e metas para serem alcançados na vida pessoal e na profissão.
Com as
empresas - independente do seu tamanho e segmento - não é diferente. Esse é o
momento de fazer o balanço daquilo que deu certo, das estratégias que não
funcionaram e de elaborar as novas metas e perspectivas para o próximo ano.
Alguns
de vocês podem até questionar que esses planejamentos de final de ano são uma
furada e que a maior parte das pessoas não segue aquilo que promete. Mas
acredite: ter planos para o futuro pode fazer a diferença para o seu
crescimento ou da empresa. E se você cumprir pelo menos 70% daquilo proposto
chegará ao próximo dezembro/janeiro com muitas coisas para comemorar.
Elaborei sete itens que considero indispensáveis na lista de
começo de ano para profissionais e empresas colocarem em prática – e que podem
ser somadas aos seus itens particulares. Mas uma dica rápida: escreva tudo no
papel. Isso vai ajudá-lo(a) no acompanhamento do que realmente está fazendo ao
longo do ano, mensurar os resultados obtidos e se cobrar daquela promessa que
ainda não foi cumprida.
1º item: Desenvolver habilidades
técnicas e comportamentais
Capacitação
é um dos principais fatores críticos de sucesso nas carreiras e nas empresas.
Ela é capaz de expandir nossos horizontes, dar bagagem para resolução de
problemas e aprimoramento das atividades realizadas. Então, desenvolver
constantemente nossas habilidades e as das equipes na empresa é fundamental para
o crescimento.
Nesse
contexto, é preciso apurar as competências técnicas (aquelas relacionadas a
cursos, especializações, novo idioma e formação acadêmica) e também as
habilidades comportamentais (nível de equilíbrio e a capacidade de lidar com as
próprias emoções e atitudes).
2º item: Manter o foco nas prioridades
"É
melhor uma andorinha na mão do que duas voando". Na prática, o dito
popular é a pura verdade. Aqueles que vislumbram muitas coisas acabam não
realizando nada ou fazendo malfeito. Então, ao invés de tentar fazer 30 coisas
ao mesmo tempo, analise quais são os seus reais objetivos e foque nas
prioridades. E isso vale para as empresas. Fortalecer o mix de atividades é
positivo, mas será que seu negócio é capaz de manter a qualidade do serviço ao atuar
em diferentes segmentos?
3º
item: Ampliar minha
rede on-line
Somos
78 milhões de internautas brasileiros e esse número está crescendo a cada dia,
segundo dados do Ibope. Então, ficar fora da internet e das redes sociais -
seja para desenvolver o seu network ou conquistar clientes - está fora de
questão. As oportunidades vindas da web são muitas e é bom ficar de olhos bem
abertos para elas.
No caso
das empresas, a internet ajuda na divulgação da marca, possibilita campanhas
promocionais mais segmentadas e potencializa negócios. Inclusive, as redes
sociais estão se consolidando como uma excelente plataforma de interação com
consumidores. Há também o e-commerce que, por exemplo, é outra boa saída para
diversos empreendimentos que querem se expandir sem um custo tão elevado. De
acordo com dados divulgados pelo e-Bit, o Brasil deve faturar no Natal R$ 2,6
bilhões através do comércio eletrônico - crescimento de 20% comparado a 2010.
4º item - Trabalhar mais em equipe
Você pode ser muito bom no que faz, mas sem demagogia... Pode
ser ainda melhor se trabalhar em conjunto com outras pessoas. Essa continua
sendo uma vantagem competitiva grandiosa. A razão é simples: uma equipe é
formada de pessoas que trazem consigo histórias de vida e competências
diferentes. Essas características individuais quando somadas podem formar uma
equipe coesa e eficiente. Como destaca bem a professora de Gestão em Harvard
Rosabeth Moss Kanter, "não é o talento individual, é o talento coletivo que
faz a diferença em equipes vencedoras e empresas vencedoras".
5º Item – Cuidar da minha saúde
Muita gente mesmo considera necessário cuidar da saúde apenas
quando se está doente. Ledo engano. Cuidar da saúde é essencial para aguentar
em 100% a rotina do dia a dia. Seja através dos famosos check-up para prevenir
doenças ou nas mudanças da alimentação. Além disso, não precisa ser médico para
saber que a prática de atividade física regular previne doenças cardíacas,
entre outros benefícios. Parece bem clichê esse item, mas, na realidade, é o
mais importante. Apenas com saúde podemos correr atrás de todos os nossos
planejamentos.
6º Item - Controlar meu estresse
Não
adianta! Não existe mundo sem estresse e já posso afirmar: você passará momentos
de 2012 com pelo menos um incomodando o seu juízo. Não ache que é praga, longe
disso! Porém, o estresse está presente na vida das pessoas - seja no trabalho,
nos estudos ou na vida pessoal.
A
questão é tentar controlá-lo o máximo possível e não se esquentar com coisas
poucas e insignificantes. Abílio Diniz numa palestra que assisti disse uma
frase que ficou marcada para mim: "tente se estressar com as coisas
realmente importantes, pode ter certeza, se você colocá-las no papel, não vai
escrever nem a primeira página".
7º Item – Colocar o planejamento em prática
"Não podemos prever
o futuro, mas podemos criá-lo". A célebre frase de Peter Drucker,
considerado o pai da Administração moderna, define bem esse tópico. Nosso
futuro é moldado através das nossas atitudes e ações. Para criarmos ela da
forma que desejamos, precisamos por em prática nossas metas, objetivos e –
obviamente - a lista que preparamos para o próximo ano.
Agora é com vocês!
Fonte: Fábio
Bandeira de Melo -www.administradores.com.br
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