Eis a dúvida. O que é mais importante: possuir
experiência profissional ou inteligência emocional? Ambos são fundamentais, na
verdade. Porém, se pararmos para pensar na trajetória de vida profissional,
perceberemos que experiência não é algo que se adquire da noite para o dia e
para conquistar uma experiência memorável é fundamental ter domínio sobre as
próprias emoções.
Aliás, inteligência
emocional é algo que precisamos ter em todos os campos da nossa vida: desde
relacionamentos amorosos e familiares, passando pelas relações profissionais e
trazendo para as situações mais corriqueiras do nosso dia a dia... uma pessoa
que fura uma fila no supermercado, uma fechada no trânsito, um arrogante no
elevador.
Porém, no ambiente
profissional tudo parece se expandir, uma gotinha pode parecer uma enxurrada,
se não soubermos lidar da maneira correta com essa ou aquela situação. E para
isso, o que vale é ter a tal inteligência emocional. Mas, o que quer dizer ser
inteligente emocionalmente?
Eu diria que
significa, principalmente, não misturar as estações e saber ponderar sobre cada
situação analisando-a por si só. Ou seja, não dá para decidir algo profissional
levando em conta suas preferências pessoais. Ao tomar uma decisão é preciso se
basear em dados e fatos, não em fofocas, ou na emoção do momento. Sabe aquela
história de “tomar uma decisão de cabeça quente”? Pois é, o inteligente
emocional não faz isso. Ele consegue parar, pensar (por dias, se for preciso) e
só tomar sua decisão quando já tiver ponderado sobre todos os aspectos práticos
que envolvem a situação, sem se basear no que “pensa” seu coração, mas sim sua
razão.
Aliás, essa é a
palavra que guia as pessoas que possuem essa inteligência: racionalidade. São
pessoas sempre muito práticas, racionais e, acima de tudo, tranquilas. Elas não
explodem, não choram, enfim, não se emocionam num momento de conflito.
Conseguem levar em consideração os interesses da empresa e do bem comum.