terça-feira, 15 de maio de 2012

Saiba como o profissional deve agir após a entrevista


O candidato envia diversos currículos, se prepara e começa a ser chamado para fazer entrevistas. Participa de alguns processos seletivos, e de um deles sai extremamente satisfeito com seu desempenho e com esperança de que dê certo. No entanto, o recrutador não dá nenhuma resposta de imediato e pede para que ele aguarde, pois a empresa entrará em contato, gerando grande expectativa e ansiedade. Como o profissional deve agir até que o retorno aconteça?

 É comum que, mesmo quando o selecionador já define qual o profissional mais adequado para a vaga durante a entrevista, ele deixe para tomar uma decisão mais assertiva depois de conhecer todos os selecionados. Além disso, em algumas empresas, não é o RH que toma essa decisão, por isso é necessário aguardar uma resposta do gestor da área, ou até mesmo do dono ou presidente da organização, por isso é importante que o candidato seja paciente e não desanime até ser contatado.

 De acordo com os dados da mais recente Pesquisa dos Executivos, da Catho Online, o tempo médio entre o primeiro contato da empresa e a oferta de emprego é de 1,5 semanas. Este período teve uma grande queda desde 2007, quando o período de espera era de quase 3 semanas.

 Para Vanessa Pina, diretora de Capital Humano e Administração da Sul América,é importante que a própria empresa estabeleça um prazo para retornar, criando assim um compromisso com o candidato. “Não existe um prazo definido para que a organização dê um retorno aos candidatos. Este tempo varia de acordo com cada processo seletivo e necessidade de fechamento da posição. Porém, o ideal é que a empresa estabeleça, a cada etapa, um prazo para que o retorno seja dado, sendo positivo ou negativo”, afirma.

 O relacionamento entre empresa e profissional começa desde a entrevista, sendo assim a organização deve assumir esta responsabilidade e cumprir os prazos definidos. “Estamos vivendo uma era de pleno emprego, onde não só a empresa escolhe quem irá contratar, mas os candidatos também escolhem as empresas e mercados onde têm interesse de atuar. Sendo assim, manter uma relação de confiança e respeito durante todo o processo seletivo é fundamental”, explica Vanessa.

 Atitudes adequadas

 Existem algumas empresas que, por conta da correria ou por falta de planejamento, acabam retornando apenas para os candidatos aprovados, tendo uma atitude errada por deixar os demais aguardando um contato que, na verdade, não acontecerá. Situações com estas frustram o profissional, e causam uma ansiedade desnecessária, por isso é importante que, após determinado período, o candidato busque informações sobre o andamento do processo.

“É válido questionar, ainda durante o processo seletivo, se a empresa entra em contato para passar  o retorno positivo/ negativo e quais as formas de contato (telefone, e-mail, SMS). Com estas informações, o candidato pode contatar a empresa após o período acordado, para questionar, de forma sutil, se existe algum posicionamento”, sugere Patrícia Kost, gerente de RH da BExpert, empresa de tecnologia.

Atitudes inadequadas

Devido à ansiedade, principalmente quando o candidato tem grande interesse pela vaga, é comum que acabe cometendo alguns erros ou agindo de forma impulsiva. Sendo assim, é importante sempre manter a calma e avaliar se já é realmente a hora de ir atrás de um retorno, ou se é adequado aguardar por mais um ou dois dias.

 “Ficar pressionando demais, solicitar retorno antes do prazo ou pedir feedback logo após a entrevista, por exemplo, são atitudes que podem demonstrar ansiedade e insegurança. Isso poderá  certamente prejudicar o candidato no processo seletivo”, define Vanessa. Comportamentos deste tipo são inadequados e podem até prejudicam a imagem do candidato.

 “Também é fundamental que o candidato fique atendo aos meios de contato que disponibilizou no currículo ou na entrevista, pois pode cometer uma grande gafe e mostrar impaciência e até falta de organização caso a empresa já tenha feito tentativas de contato e o profissional foi quem não se atentou e deixou de dar um retorno”,  finaliza Elisabete de Oliveira, psicóloga e consultora da M&S.

 Fonte:  Portal Carreira & Sucesso

sábado, 12 de maio de 2012

Dia das Mães


No segundo domingo de maio comemora-se o dia das mães.

A data surgiu em virtude do sofrimento de uma americana que, após perder a mãe, passou por um processo depressivo. As amigas mais próximas de Anna M. Jarvis, para livrá-la de tal sofrimento, fizeram uma homenagem para sua mãe, que havia trabalhado na guerra civil do país. A festa fez tanto sucesso que em 1914, o presidente Thomas Woodrow Wilson oficializou a data, e a comemoração se difundiu pelo mundo afora.

As mães são homenageadas desde os tempos mais antigos. Os povos gregos faziam uma comemoração à mãe dos deuses, Reia. Na Idade Média os trabalhadores que moravam longe de suas famílias ganhavam um dia para visitar suas mães, que os ingleses chamavam de “mothering day”.
Mãe é a mulher que gera e dá à luz um filho, mas também pode ser aquela que cria um ente querido como se fosse sua geradora, dando-lhe carinho e proteção.

As mães merecem respeito e muito amor de seus filhos, pois fazem tudo para agradá-los, sofrem com seus sofrimentos e querem que estes estejam sempre bem.
Com o passar dos anos, o dia das mães aqueceu o comércio de todo o mundo, pois os filhos sempre compram presentes para agradá-las e para agradecer toda forma de carinho e dedicação que recebem ao longo da vida.

Nas diferentes localidades do mundo, a comemoração é feita em dias diferentes. Na Noruega é comemorada no segundo domingo de fevereiro; na África do Sul e Portugal, no primeiro domingo de maio; na Suécia, no quarto domingo de maio; no México é uma data fixa, dia 10 de maio. Na Tailândia, no dia 12 de agosto, em comemoração ao aniversário da rainha Mom Rajawongse Sirikit. Em Israel não existe um dia próprio para as mães, mas sim um dia para a família.

No Brasil, assim como nos Estados Unidos, Japão, Turquia e Itália, a data é comemorada no segundo domingo de maio. Aqui, a data foi instituída pela associação cristã de moços, em maio de 1918, sendo oficializada pelo presidente Getúlio Vargas, no ano de 1932.

Fonte: www.brasilescola.com

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Alunas do Curso de Secretariado Executivo da UFBA lançam livro


Secretariado Executivo e os Eventos Corporativos

 Oriundo de um projeto da disciplina Gestão Secretarial cujos conteúdos trabalham a Gestão de Eventos, o Cerimonial e o Protocolo, a elaboração de uma publicação consiste na perspectiva de uma avaliação processual. Nessa modalidade o aluno tem a sua participação vinculada à construção do saber em detrimento da aferição sistemática do seu saber. A proposta da docente Karine Freitas e das alunas do curso de Secretariado Executivo da Universidade Federal da Bahia se constituiu na possibilidade de elaborar um instrumento em favor da coletividade. Em seu exercício profissional os secretários têm se deparado com demandas cada vez mais específicas que exigem conhecimentos especializados, novas competências e habilidades. Sob esse prisma é necessário que o Secretário Executivo gerencie eventos de todo tipo e porte. O livro Eventos Corporativos: Planejamento e Elaboração de Pequenos Eventos é fruto do empenho dos alunos em pesquisar um tema tão rico e necessário às organizações e aos profissionais de Secretariado Executivo na contemporaneidade.  O evento de lançamento acontecerá no dia 05 de maio de 2012, às 09:30h, no foyer da Sala de Arte Cinema UFBA.

Curso de Secretariado Executivo da UFBA – Salvador  -  BA

 Endereço: Av. reitor Miguel Calmon, S/N
 Coordenadora do Evento:  Karine Freitas Souza
Assessores: Alunas do Curso de Secretariado Executivo UFBA

Fonte: Assessoria de Imprensa da UFBA

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Experiência profissional X inteligência emocional


 Eis a dúvida. O que é mais importante: possuir experiência profissional ou inteligência emocional? Ambos são fundamentais, na verdade. Porém, se pararmos para pensar na trajetória de vida profissional, perceberemos que experiência não é algo que se adquire da noite para o dia e para conquistar uma experiência memorável é fundamental ter domínio sobre as próprias emoções.

Aliás, inteligência emocional é algo que precisamos ter em todos os campos da nossa vida: desde relacionamentos amorosos e familiares, passando pelas relações profissionais e trazendo para as situações mais corriqueiras do nosso dia a dia... uma pessoa que fura uma fila no supermercado, uma fechada no trânsito, um arrogante no elevador.

Porém, no ambiente profissional tudo parece se expandir, uma gotinha pode parecer uma enxurrada, se não soubermos lidar da maneira correta com essa ou aquela situação. E para isso, o que vale é ter a tal inteligência emocional. Mas, o que quer dizer ser inteligente emocionalmente?

Eu diria que significa, principalmente, não misturar as estações e saber ponderar sobre cada situação analisando-a por si só. Ou seja, não dá para decidir algo profissional levando em conta suas preferências pessoais. Ao tomar uma decisão é preciso se basear em dados e fatos, não em fofocas, ou na emoção do momento. Sabe aquela história de “tomar uma decisão de cabeça quente”? Pois é, o inteligente emocional não faz isso. Ele consegue parar, pensar (por dias, se for preciso) e só tomar sua decisão quando já tiver ponderado sobre todos os aspectos práticos que envolvem a situação, sem se basear no que “pensa” seu coração, mas sim sua razão.

Aliás, essa é a palavra que guia as pessoas que possuem essa inteligência: racionalidade. São pessoas sempre muito práticas, racionais e, acima de tudo, tranquilas. Elas não explodem, não choram, enfim, não se emocionam num momento de conflito. Conseguem levar em consideração os interesses da empresa e do bem comum.
Fonte:  www.meiafina.com.br / Virgínia Magalhães


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Perfil do Facebook pode refletir desempenho profissional

Avaliar o perfil do Facebook de um profissional pode ser uma boa forma de medir o desempenho que ele terá no trabalho, segundo um estudo feito por professores das universidades americanas de Northern Illinois, Evansville e Auburn.

Na pesquisa, três recrutadores especialistas em mídias sociais analisaram o perfil de 56 estudantes universitários usuários do Facebook por cerca de cinco minutos e usaram as informações disponíveis na rede para avaliar a personalidade desses jovens. A partir do número de amigos, interesses, fotos e interações no mural, os especialistas identificaram cinco traços de personalidade: receptividade, consciência, extroversão, afabilidade e estabilidade emocional.

Seis meses depois, esses relatórios foram comparados a uma avaliação do desempenho dos jovens no trabalho, feita pelos seus empregadores. O estudo encontrou fortes relações entre os dois materiais e muitas vezes os perfis identificados pelos recrutadores por meio do Facebook foram mais precisos do que outros testes de personalidade comumente usados por profissionais de RH na seleção de candidatos.

Um exemplo de como o perfil na rede social pode ser relevante para o mapeamento da personalidade é a relação entre receptividade e curiosidade intelectual com a variedade de livros, citações famosas e posts que mostram a abertura do usuário a experiências novas. Outra relação se dá entre o número de amigos e interações frequentes e o nível de extroversão da pessoa.

Segundo o estudo, a falta de conscientização pode aparecer nos perfis na forma de pouco cuidado na hora de se comunicar e falta de disciplina. Já o conteúdo que indica uma tendência a mudanças bruscas de humor pode demonstrar pouca estabilidade emocional.

Autor:Letícia Arcoverde
Fonte:http://www.gruposoma.net

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Como se portar nas Redes Sociais


Hoje, avaliar perfis de profissionais em sites como Facebook e Twitter são consideradas fontes alternativas pelos RHs. As organizações começaram a compreender que os indivíduos são constituídos por vida profissional e pessoal e o lado particular das pessoas também pode ser levado em consideração na hora de uma seleção ou promoção.

As etapas de um processo seletivo são compostas por apresentação do currículo, dinâmica de grupo e entrevista. Para se destacar nesta mecânica, os profissionais tendem a se moldar como sujeitos ideais àquela vaga, se adaptando conforme os requisitos da companhia. A consequência disto é a venda de uma imagem com muitas inverdades, pois separam o lado particular do profissional. “Em um passado recente, as empresas contratavam por conta da formação ou do currículo, mas começaram a perceber, no dia a dia, que muitos contratados não eram tão envolvidos com os valores da companhia e que não se relacionavam bem com os outros funcionários, por exemplo. As Redes Sociais apresentam a oportunidade para que os recrutadores conheçam as pessoas como elas realmente são, o que auxilia no processo de seleção”, explica Branca Barão, especialista em comportamento humano, criatividade e inovação.

De acordo com a Pesquisa dos Executivos, realizada pela Catho Online com mais de 46 mil respondentes, dentre os profissionais desempregados, em uma escala de 0 a 10 – em que 0 não influencia e 10 influencia muito – a importância da reputação/imagem/comportamento nas redes sociais teve nota 6. Porém, dentre os recrutadores respondentes, apenas 14,6% checam perfis de candidatos nas redes sociais, sendo que a relevância das informações contidas nas redes fica em apenas 3,7, em uma escala de 0 a 10.

Além de ter se mostrado um canal direto e objetivo na hora de avaliar, mesmo que superficialmente, um candidato na questão comportamental, estes sites são menos custosos se comparados a análises dentro do uma seleção. Eles tornaram-se uma fonte alternativa de informação, apesar dos candidatos não terem total consciência disto. “Muitas pessoas ainda não enxergam as redes como canal de promoção ou que traga prejuízos para a carreira. Não existe uma preocupação muito forte com isto, mesmo porque ainda há muita confusão sobre o que podem compartilhar na questão profissional e pessoal”, diz Renato Ricci, coach e diretor do Positive Change Institute Brasil.

Existem cuidados a serem tomados na hora de postar uma foto, vídeo ou opinião sobre algum assunto – estas ações devem ser ponderadas, considerando as pessoas e ambiente em que o profissional vive. A questão é fazer um trabalho de autoconhecimento e saber expor o melhor para que os outros vejam, sendo verdadeiro consigo mesmo. “O Facebook, por exemplo, deve refletir o comportamento e o bom senso da pessoa. Da mesma forma que um indivíduo não pode ficar bêbado em uma festa da empresa, ele também não deve postar fotos de caráter racista, por exemplo”, opina Barão.

Pode-se dizer que, hoje, a empresas levam em consideração o que está no perfil do candidato e a análise da vida pessoal pesa mais do que tempos atrás. Muitas atitudes nas redes, inclusive, podem ter caráter eliminatório.Para Ricci, citar opiniões discriminatórias e piadas de mau gosto podem vir de encontro com os valores da organizações onde atua, o que pode passar uma imagem extremamente negativa. “Falar mal de uma empresa onde trabalhou também não pega bem e pode mostrar que esta pessoa faria o mesmo com a corporação onde atua no momento”, conta.

Comportamento depende do segmento

A atuação e exposição de um profissional nas redes sociais também pode variar de acordo com a área em que trabalha. Um atuante em Marketing ou Comunicação, por exemplo, tem mais liberdade de expor ideias vistas como polêmicas e controversas do que uma pessoa que trabalha em áreas mais conservadoras, como Jurídica ou Administrativa.

“Os RHs podem usar o perfil de um candidato como primeiro parâmetro. A Rede Social é um grande currículo, atualizado todos os dias. Os selecionadores conseguem visualizar os assuntos que interessam a pessoa e isto pode facilitar e contar pontos para o candidato”, finaliza Ricci.


Fonte: Autor Caio Lauer   Portal Carreira & Sucesso

quinta-feira, 19 de abril de 2012

SecretáriaXTatuagem


Uma leitora fez uma excelente sugestão de um post sobre tatuagens e quer saber até onde elas atrapalham o profissional, principalmente, o secretário executivo. Particularmente, acho que tatuagem é igual bebida alcoólica, vicia, atrapalha, mas pode sim, ser usada com moderação.

Há muitos anos a tatuagem não é mais sinônimo de marginalidade e sim, uma demonstração de atitude, uma marca pessoal. Um profissional pode ser competente ou incompetente independente de ele ter ou não tatuagem. Porém, há preconceito, e dependendo da função que este profissional quer exercer, a tatuagem pode sim ser um motivo para eliminação.

Àquele que pretende ingressar em um cargo público, mediante concursos ou processos seletivos, é sempre bom checar antes as exigências de cada cargo, para que não seja eliminado por ser tatuado.

Sou secretária há anos, e tenho duas tatuagens, mas elas não ficam visíveis, só se eu quiser. Uma é pequena e fica no tornozelo, a outra fica nas costas. Sempre que fui a entrevistas de emprego, sempre fui de calça para não aparecer a tattoo, e quando estou no meu dia-a-dia de trabalho não uso nada que fique muito cavado e mostre o desenho nas costas. Hoje vou trabalhar com saia, afinal, meu curriculum vale mais do que uma marca no tornozelo. Logo, as pessoas que me contrataram possuem discernimento suficiente para fazer a avaliação correta, pois, se viram meu desenho, puderam observar que era bem discreto.

 Quando eu tinha 16 anos queria fazer uma tatuagem enorme na batata da perna. Agradeço a minha mãe por não ter deixado, caso contrário, certamente hoje eu não seria uma secretária executiva, exceto se eu usasse calças todos os dias.

 Tudo vai depender do seu bom senso. Discrição é a palavra chave. Acredito que se você for trabalhar diariamente com um dragão enorme tatuado no ombro, ou diversas borboletas coloridas em sua perna, a sua imagem pode sim estar correndo sérios riscos de ser deturpada. Afinal, a sua imagem visual é a primeira impressão que fica. E como fica.
 Principalmente sendo uma secretária executiva, sua imagem é avaliada constantemente, pela empresa, por seus chefes e pelos clientes internos e externos.

 A mesma coisa acontece com o piercing, que possui a diferença que pode ser removido. Certa vez, em um congresso, uma colega, que possui um piercing bem discreto, quase imperceptível no nariz, perguntou à palestrante o quão sua marca poderia interferir no seu dia-a-dia de trabalho. A resposta foi similar a que eu descrevo aqui.
 Há de se considerar também a empresa na qual você pretende ingressar e saber o quão conservadora ela é. É bom pesquisar antes, pois talvez nem a discrição possa evitar que você seja eliminada em um processo de seleção.

 Portanto, antes de você decidir por uma tatuagem, tenha em mente as consequências que ela pode trazer, e lembre-se que é uma marca que fica para a vida toda.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

Críticas vinheta novela "Cheias de Charme" sobre "Secretária do Lar"


De: FENASSEC [mailto: fenassec@fenassec.com.br]
Enviada em: quarta-feira, 11 de abril de 2012
Assunto: URGENTE- crítica sobre vinheta da novela Cheias de Charme

Prezados Diretores da Rede Globo,
Prezados Filipe Miguez e Izabel de Oliveira
Autores da próxima novela das 19h – “Cheias de Charme”:

Pelas vinhetas de chamadas da novela “Cheias de Charme” a estrear no próximo dia 16 de abril, constata-se que será mais um sucesso da Rede Globo, pois a trama além de muito criativa e inteligente traz na sua história lições de vida de uma das profissões mais dignas e importantes, cujas atividades são desenvolvidas nas casas e no seio das nossas famílias, locais mais sagrados de nossas vidas. Estamos falando das empregadas domésticas, que têm uma belíssima história de luta pela regulamentação, e é representada pelos Sindicatos dos Trabalhadores Domésticos, os quais tem a frente mulheres guerreiras, merecedoras do nosso respeito e reconhecimento.

Entretanto, observamos haver um grande e lamentável equívoco ao intitular as profissionais domésticas de “secretárias do lar” e é em virtude desse gritante equívoco que nos reportamos a Vossas Senhorias, para solicitar a reparação urgente, pois é nosso interesse que a Rede Globo continue preservando a confiança de mais de dois milhões espectadores Secretários, mantendo o “título de uma das maiores redes de televisão do mundo”.

Os profissionais de Secretariado nesse momento representados pela Federação Nacional das Secretárias e Secretários (FENASSEC), e seus Sindicatos afiliados com representação em todos os Estados do Brasil, externam e reiteram a insatisfação de ver que a Rede Globo vem insistentemente por meio do programa “Mais Você”, da apresentadora Ana Maria Braga e agora mais incisivamente da novela “Cheias de Charme” intitulando as trabalhadoras domésticas de SECRETÁRIAS DO LAR, profissão esta que não existe e se existisse, em razão da nomenclatura (Secretária) estaria contemplada em nossa Lei de Regulamentação em vigor há mais de 26 anos (Lei 7377/85, alterada pela Lei 9261/96).

As mencionadas leis enquadram tão somente os técnicos em secretariado (profissionais de nível médio em secretariado) e os secretários executivos (portadores de graduação/Bacharelado). Igualmente as Diretrizes curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Secretariado Executivo (Resolução 03/2005, do CNE) e a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO do MTE) se reportam, em grupos específicos, unicamente aos técnicos em secretariado e aos secretários executivos.
Vale salientar que o Secretário é gestor de pessoas, está centrado no cliente, domina a tecnologia da informação, além de outros idiomas, entende e participa das metas e diretrizes das Empresas e assessora os responsáveis pelos centros decisórios de qualquer organização. Diferentemente, o empregado doméstico de acordo com a Classificação Brasileira de Ocupações–CBO, do MTE atua em residências e tem como perfil preparar refeições e prestar assistência às pessoas, cuidando de peças do vestuário como roupas e sapatos e colaboram na administração da casa, conforme orientações recebidas. Fazem arrumação ou faxina e podem cuidar de plantas do ambiente interno e de animais domésticos - http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTituloResultado.jsf.

Portanto, visível está, sem nenhum preconceito da nossa parte, que a área de atuação dos empregados domésticos é completamente diferente da área de atuação dos profissionais secretários. Trata-se de duas profissões diferentes, com nomenclaturas e atribuições próprias, de modo que, cada uma na sua área de atuação, é digna de respeito.
Em virtude das informações apresentadas, solicitamos em nome da categoria secretarial brasileira, mais de 2 milhões de profissionais formadores de opinião, que trabalham assessorando os centros decisórios das organizações, a imediata alteração ou retirada das vinhetas onde o termo “secretária do lar” é equivocadamente empregado. Bem assim, nos capítulos que serão exibidos a partir do dia 16 de abril.

Tal atitude além de fortalecer os princípios dessa respeitável Empresa de entreter, informar e educar fortalecerá a identidade consolidada no slogan da emissora: “Globo. A gente se vê por aqui”.

Atenciosamente,

Maria Bernadete Lieuthier
Especialista em Secretariado Executivo
Presidente do Conselho Editorial da Revista Excelência
Membro Fundador da Sociedade Brasileira de Secretariado
Registro Profissional SE nº 769 – SRTE/PE
Presidente da FENASSEC

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Código de Ética do Profissional de Secretariado


O Código de Ética é um dos instrumentos básicos para o direcionamento correto da nossa atuação como profissionais. Se você ainda não o conhece, invista cinco minutos na sua leitura. Se você já o conhece, aproveite para reler. Deixe-o à mão, divulgue-o entre as colegas de profissão, mostre-o ao setor de RH de sua empresa e aos executivos.

Publicado no Diário Oficial da União de 7 de julho de 1989.
Capítulo I
Dos Princípios Fundamentais
Art.1º. - Considera-se Secretário ou Secretária, com direito ao exercício da profissão, a pessoa legalmente credenciada nos termos da lei em vigor.
Art.2º. - O presente Código de Ética Profissional tem por objetivo fixar normas de procedimentos dos Profissionais quando no exercício de sua profissão, regulando-lhes as relações com a própria categoria, com os poderes públicos e com a sociedade.
Art.3º. - Cabe ao profissional zelar pelo prestígio e responsabilidade de sua profissão, tratando-a sempre como um dos bens mais nobres, contribuindo, através do exemplo de seus atos, para elevar a categoria, obedecendo aos preceitos morais e legais.
Capítulo II
Dos Direitos
Art.4º. - Constituem-se direitos dos Secretários e Secretárias: a) garantir e defender as atribuições estabelecidas na Lei de Regulamentação; b) participar de entidades representativas da categoria; c) participar de atividades públicas ou não, que visem defender os direitos da categoria; d) defender a integridade moral e social da profissão, denunciando às entidades da categoria qualquer tipo de alusão desmoralizadora; e) receber remuneração equiparada à dos profissionais de seu nível de escolaridade; f) ter acesso a cursos de treinamento e a outros Eventos/Cursos cuja finalidade seja o aprimoramento profissional; g) jornada de trabalho compatível com a legislação trabalhista em vigor.
Capítulo III
Dos Deveres Fundamentais
Art.5º. - Constituem-se deveres fundamentais das Secretárias e Secretários: a) considerar a profissão como um fim para a realização profissional; b) direcionar seu comportamento profissional, sempre a bem da verdade, da moral e da ética; c) respeitar sua profissão e exercer suas atividades, sempre procurando aperfeiçoamento; d) operacionalizar e canalizar adequadamente o processo de comunicação com o público; e) ser positivo em seus pronunciamentos e tomadas de decisões, sabendo colocar e expressar suas atividades; f) procurar informar-se de todos os assuntos a respeito de sua profissão e dos avanços tecnológicos, que poderão facilitar o desempenho de suas atividades; g) lutar pelo progresso da profissão; h) combater o exercício ilegal da profissão; i) colaborar com as instituições que ministram cursos específicos, oferecendo-lhes subsídios e orientações.
Capítulo IV
Do Sigilo Profissional
Art.6º. - A Secretária e o Secretário, no exercício de sua profissão, deve guardar absoluto sigilo sobre assuntos e documentos que lhe são confiados.
Art.7º. - É vedado ao Profissional assinar documentos que possam resultar no comprometimento da dignidade profissional da categoria.
Capítulo V
Das Relações entre Profissionais Secretários
Art.8º. - Compete às Secretárias e Secretários: a) manter entre si a solidariedade e o intercâmbio, como forma de fortalecimento da categoria; b) estabelecer e manter um clima profissional cortês, no ambiente de trabalho, não alimentando discórdia e desentendimento profissionais; c) respeitar a capacidade e as limitações individuais, sem preconceito de cor, religião, cunho político ou posição social; d) estabelecer um clima de respeito à hierarquia com liderança e competência.
Art.9º. - É vedado aos profissionais: a) usar de amizades, posição e influências obtidas no exercício de sua função, para conseguir qualquer tipo de favoritismo pessoal ou facilidades, em detrimento de outros profissionais; b) prejudicar deliberadamente a reputação profissional de outro secretário; c) ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro, contravenção penal ou infração a este Código de Ética.
Capítulo VI
Das Relações com a Empresa
Art.10º. - Compete ao Profissional, no pleno exercício de suas atividades: a) identificar-se com a filosofia empresarial, sendo um agente facilitador e colaborador na implantação de mudanças administrativas e políticas; b) agir como elemento facilitador das relações interpessoais na sua área de atuação; c) atuar como figura-chave no fluxo de informações desenvolvendo e mantendo de forma dinâmica e contínua os sistemas de comunicação.
Art.11º. - É vedado aos Profissionais: a) utilizar-se da proximidade com o superior imediato para obter favores pessoais ou estabelecer uma rotina de trabalho diferenciada em relação aos demais; b) prejudicar deliberadamente outros profissionais, no ambiente de trabalho.
Capítulo VII
Das Relações com as Entidades da Categoria
Art.12º. - A Secretária e o Secretário devem participar ativamente de suas entidades representativas, colaborando e apoiando os movimentos que tenham por finalidade defender os direitos profissionais.
Art.13º. - Acatar as resoluções aprovadas pelas entidades de classe.
Art.14º. - Quando no desempenho de qualquer cargo diretivo, em entidades da categoria, não se utilizar dessa posição em proveito próprio.
Art.15º. - Participar dos movimentos sociais e/ou estudos que se relacionem com o seu campo de atividade profissional.
Art.16º. - As Secretárias e Secretários deverão cumprir suas obrigações, tais como mensalidades e taxas, legalmente estabelecidas, junto às entidades de classes a que pertencem.
Capítulo VIII
Da Obediência, Aplicação e Vigência do Código de Ética.
Art.17º. - Cumprir e fazer cumprir este Código é dever de todo Secretário.
Art.18º. - Cabe aos Secretários docentes informar, esclarecer e orientar os estudantes, quanto aos princípios e normas contidas neste Código.
Art.19º. - As infrações deste Código de Ética Profissional acarretarão penalidades, desde a advertência à cassação do Registro Profissional na forma dos dispositivos legais e/ou regimentais, através da Federação Nacional das Secretárias e Secretários.
Art.20º. - Constituem infrações: a) transgredir preceitos deste Código; b) exercer a profissão sem que esteja devidamente habilitado nos termos da legislação específica; c) utilizar o nome da Categoria Profissional das Secretárias e/ou Secretários para quaisquer fins, sem o endosso dos Sindicatos de Classe, em nível Estadual e da Federação Nacional nas localidades inorganizadas em Sindicatos e/ou em nível Nacional.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Inovação a favor do profissional


Criatividade e inovação andam juntas em todas as esferas da vida, mas na profissional elas se intensificam. O que caracteriza o indivíduo criativo não é uma forma distinta de agir, mas uma maneira diferente de ser. O espírito inovador e a capacidade de apresentar soluções diferenciadas para conflitos e problemas dentro das organizações fazem com que profissionais com estas habilidades ganhem destaque no mercado de trabalho.

A inovação exige das pessoas uma constante observação, análise e crítica do que já existe, acreditando que aquilo que é considerado bom pode ficar ainda melhor. No campo organizacional ela pode ser entendida como o processo de introduzir, adotar e implementar uma nova ideia como resposta a um problema encontrado, transformando este conceito em algo concreto. “O profissional com espírito inovador e que busca constantemente novos caminhos tem forte tendência a ocupar cargos de importância e de maiores salários, pois as empresas procuram pessoas que ofereçam alternativas diferenciadas e revolucionárias”, aponta David P. Lima Jr.,consultor de empresas e diretor da Mega Treinamentos.

Existem quatro fatores que tornam a inovação possível: a oportunidade, o problema a ser solucionado, o conhecimento e a criatividade. Quando falamos de líderes e empresários, conhecer a fundo o compromisso e a estratégia de negócios da organização colabora muito na prática desta competência. Confira algumas dicas para desenvolver a inovação:
-sempre questionar situações;
-alimentar a criatividade;
- a estar aberto mudanças;
-ser persistente nas convicções;
-ser autoconfiante.

Inovar também é correr riscos, mas os profissionais, de modo geral, ainda têm muito receio de desenvolver esta habilidade – vivemos em uma cultura corporativa que é um tanto repressora. Muitos chefes ainda têm medo de pessoas que possuem a iniciativa de instalar ideias inovadoras por medo de ficarem para trás ou de perder seus cargos. “O crítico não valoriza a criatividade do inovador porque sente a frustração de não ter sido o primeiro a visualizar a solução e agir em tempo. Ser o primeiro a perceber e implantar alguma inovação óbvia é fundamental”, indica Clovis Tavares, especialista em inovação e motivação.
Desenvolvimento

O mercado possui recursos para estimular a inovação empresarial. Existem cursos voltados a agentes inovadores, como especializações e MBAs, porém uma boa dica para o profissional é que se envolva em cursos que não estão exatamente voltados à sua área de atuação. A visão interdisciplinar amplia o conhecimento e faz com que tenha uma atitude diferenciada do mercado de trabalho.

Segundo Tavares, não basta investir em processos de melhoria contínua empresarial sem ter um plano para estimular a percepção dos clientes e pares que dela usufruirão. “Jamais crie valor agregado se ele não se transformar, em curto prazo, em valor percebido”, conclui.


Fonte: Portal Carreira & Sucesso